2019: Início do ano é marcado por tragédias no Brasil - Manchete do São Francisco

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11 de fevereiro de 2019

2019: Início do ano é marcado por tragédias no Brasil



O início do ano vem sendo marcado por tragédias, o que vem causando grande comoção no país.

Confira abaixo:

1- Rompimento da Barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG)

A tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, a 57 quilômetros de Belo Horizonte, completa hoje (4) 11 dias de buscas.

Em 25 de janeiro, o rompimento da barragem da Mina Córrego do feijão, em Minas Gerais, resultou em um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil.

De acordo com um balanço divulgado hoje, (11) pelo Corpo de Bombeiros Militar de MG, nove mortos ainda não foram identificados e soma-se um total de 160 mortos e 160 pessoas continuam desaparecidas. 

Lembrando que em 2015, na região de Mariana (também em Minas gerais), outra Barragem da mineradora Vale rompeu-se matando 19 pessoas, destruindo totalmente três distritos - Bento Rodrigues, Paracatu de Baixo e Gesteira, esta última a 60 km de Mariana - e deixando milhares de pessoas desalojadas.

A avalanche de lama percorreu 663 km de cursos d'água e atingiu 39 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo - o maior desastre ambiental do país.

2- Temporal Rio de Janeiro



Seis é o número de mortos por causa da tempestade que atingiu o Rio de Janeiro na quarta-feira (06). A chuva forte veio acompanhada por ventania, causou apagões, derrubou árvores, alagou e fechou vias, entre elas a Avenida Niemeyer, onde uma encosta deslizou sobre um ônibus. Duas pessoas morreram no local. Em outro ponto da avenida, mais um trecho da ciclovia Tim Maia desabou.

Outras quatro pessoas morreram: uma na Rocinha (Zona Sul), uma no Vidigal (Zona Sul) e duas em Barra de Guaratiba (Zona Oeste). Na Rocinha e em Guaratiba, houve deslizamentos. No Vidigal, um muro caiu.

A cidade ainda encontra-se em alerta por conta da previsão de chuva forte durante essa semana.


3- Incêndio no CT do Flamengo


No dia 08 de fevereiro (sexta-feira), o Brasil acordou com a notícia de que aconteceu um incêndio no Campo de Treinamento Ninho do Urubu, pertencente ao Time do Flamengo. Dez jogadores das bases juniores do time morreram nessa tragédia e três ficaram feridos —sendo um deles  em estado mais grave —,  e 13 jovens conseguiram se salvar.
Alguns fatos importantes sobre o acidente:

Tanto a Prefeitura do Rio quanto o Corpo de Bombeiros do RJ afirmam que o CT do Flamengo tem pendências no licenciamento;

Segundo os bombeiros, o Ninho do Urubu ainda não tem o Certificado de Aprovação, que atesta o esquema contra incêndios. A corporação afirma que a documentação está em processo de regularização

Já a Prefeitura informou que o dormitório não tem licença. "A área de alojamento atingida pelo incêndio não consta do último projeto aprovado pela área de licenciamento, no dia 5 de abril de 2018, como edificada", diz em nota. "No projeto protocolado, a área está descrita como um estacionamento", frisa a Prefeitura;

O Flamengo, segundo o governo municipal, levou 31 multas por causa da falta de licença, e pagou 10 delas.

4- Acidente de Helicóptero mata o Jornalista Ricardo Boechat



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E  no início da tarde de hoje, 11 de fevereiro, mais uma tragédia comove o país. O jornalista Ricardo Boechat estava em um helicóptero que caiu na Rodovia Anhanguera, em São Paulo, e bateu na parte dianteira de um caminhão que transitava pela via. O piloto Ronaldo Quattrucci também morreu no acidente.

Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista
"IstoÉ". Ele trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil”.
Na década de 1990, teve uma coluna diária no "Bom Dia Brasil", na TV Globo, e trabalhou no "Jornal da Globo". Foi ainda diretor de jornalismo da Band e teve passagem pelo SBT.

Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro.

A morte do jornalista causou comoção entre políticos, personalidades e jornalistas.



Por: JM News
Fontes de informações: 
BBC Brasil
Agência Brasil
G1

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