Automóveis - Manchete do São Francisco

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9 de março de 2011

Automóveis

Hyundai Elantra 2011-2012
O Hyundai Elantra 2011-2012 é o novo lançamento da marca no Brasil, saiba tudo sobre o sedã médio de R$ 68 a 81 mil.


Hyundai Elantra foi considerado um carro fora de sua época em sua última geração, isso porque o modelo apresenta linhas muito modernas que se juntam ao longo do veículo, deixando-o assim uma aparência futurista demais, porém, isto não faz do Hyundai Elantra 2011-2012 um carro feio, muito pelo contrário, isso só o deixa muito mais exclusivo em relação aos outros. Em 2010 a revista Auto Esporte conseguiu uma boa informação com um executivo que fazia uma viagem ao Brasil: a confirmação de que o Hyundai Elantra 2011-2012 seria lançado em nosso mercado em 2011 para concorrer diretamente com os nacionais Corolla e Civic, da Toyota e da Honda respectivamente. O modelo seria importado da Coréia do Sul com preço ainda não definido, porém como ele será concorrentes de tais sedãs médios é estimado que seu valor chegue aos R$ 70 mil, mas com uma ou outra versão mais barata, já que seus concorrentes também tem. Outro indicio que o Hyundai Elantra deverá ficar neste patamar de preços é que quando o Azera chegou no Brasil seu preço era pouco acima de R$ 60.000, mas hoje chega aos 90 mil reais. Mas não só de design vive o Hyundai Elantra 2011-2012, seu desempenho o faz um carro também moderno no motor. Ele é equipado com um motor 1.6 16V de injeção direta que chega a entregar 140 cavalos de potência, pelo menos no lançamento a transmissão será automática de seis velocidades.

Itens e respectivo preço Elantra 2011-2012 para cada versão:

•G982 – Mecânico: R$ 68.700,00.
•G982 – Automático: R$ 73.100,00.
•H027 – Automático + bancos elétricos, bancos e volante em couro, ESP, 8 air bags: R$ 78.600,00. •G983 – Automático + itens versão H027 + teto solar: R$ 81.200,00.

Fonte: Carros BR
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Frankfurt: Honda Civic Hatch 2012


O novo Honda Civic vai ser apresentando em Frankfurt, Alemanha, ainda no início desta semana. O modelo ganhou uma reformulação total no design e a primeira vista pode causar certo estranhamento. Conhecido pelas linhas agressivas, o carro agora ganhou uma traseira mais futurista, não tão ligada à esportividade. Na parte da frente, contudo, o modelo continua com aquela cara de “bravo”, resultado da grade frontal visivelmente inspirada na versão antiga e das linhas dos faróis. A maior novidade, entretanto, fica na traseira do modelo. Totalmente redesenhada, ganhou volume, mas o motorista deve perdem visibilidade em manobras.

A Honda vai aproveitar o lançamento para apresentar seu novo motor 2.2 iDTEC a diesel com 150 cv de potência, o mesmo usado no Accord, mas agora com modificações que diminuem o consumo (não deve chegar ao Brasil com essa configuração). Na Europa o modelo terá duas versões movidas a gasolina. Uma com um motor 1.4 VTEC que desenvolve 100 cv e outra 1.8 iVTEC com 140 cv (configuração vendida no mercado nacional). Todas as versões têm câmbio manual de seis marchas e sistema start/stop de ignição. Com relação aos equipamentos de segurança, a Honda ainda não divulgou mais informações.

Fotos: Noticias Automotivas
Fonte: icarros

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Eis o novo Hyundai i30
Nova geração do hatch médio estreia em Frankfurt e vem ao Brasil em 2012


A Hyundai liberou nesta terça-feira (6) as primeiras imagens da nova geração do i30, modelo que tem feito grande sucesso no Brasil e lidera isolado o segmento de hatchs médios em 2011 – à frente de Ford Focus, Fiat Bravo, Volkswagen Golf e cia. Sua estreia em público será na próxima semana, no Salão do Automóvel de Frankfurt (Alemanha). Por enquanto, a montadora sul-coreana ainda não revelou detalhes técnicos do novo i30.

Mas conforme antecipado por Autoesporte na edição de fevereiro desse ano (leia aqui), a nova geração do hatch médio usará o novíssimo motor 1.6 16V da família Gamma, indicado pela sigla GDI (Gasoline Direct Injection). Este propulsor, também usado por outros modelos de Hyundai e Kia Motors, gera 140 cavalos de potência e pode vir acoplado a uma transmissão manual ou uma automática, ambas de seis marchas.

No Brasil, porém, o novo i30 deve usar o motor 1.8 16V Flex que estreia junto com a nova geração do sedã médio Elantra, no fim de setembro. Este bloco possui comando variável de válvulas e desenvolve potência na faixa dos 150 cv (com etanol). Na Europa e em outros mercados estrangeiros, o hatch médio também terá opção de motor 1.4 a gasolina – o mesmo do hatch Kia Rio (leia aqui) – e variantes diesel dos blocos 1.4 e 1.6 litro.

Fonte: Auto Esporte

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Volkswagen revela seu novo popular mundial: o up!
Hatch pequeno promete muito espaço e uma revolução tecnológica democrática


Um carro pequeno, acessível, simpático e muito moderno, que “vai redesenhar o segmento de compactos” – e o próprio conceito de automóvel urbano. Sim, a linguagem é extremamente marqueteira. Mas é o que diz o primeiro comunicado oficial da Volkswagen sobre o up!, seu mais novo compacto popular. Com o hatch pequeno, a marca alemã quer a liderança mundial da indústria. E promete revolução, tal como o Fusca nos anos 50.

As primeiras informações do up! foram reveladas na manhã deste domingo (21). E de fato surpreendem. Por fora, a versão final do modelo preserva quase todos os traços exibidos no protótipo homônimo, mostrado pela primeira vez em setembro de 2007, no Salão de Frankfurt (Alemanha). A estreia oficial, inclusive, será novamente na mostra alemã, daqui a três semanas. E as vendas na Europa começam em dezembro.
Das inovações anunciadas pela Volkswagen, o up! surpreende por propor uma real democratização das tecnologias modernas. O carrinho de apenas 3,54 metros de comprimento por 1,64 m de largura terá um sistema multimídia avançado, com aplicativos variados e tela sensível ao toque; vai usar motores pequenos novinhos e ultra-econômicos; e terá recursos de segurança inéditos em carros do seu porte.

Esqueça o “pacote Brasil” para compactos, com airbags frontais e freios com ABS. O up! terá o City Emergency Braking, sistema que freia o veículo sozinho a uma velocidade de até 30 km/h – tecnologia semelhante ao City Safety da sueca Volvo. O recurso – hoje disponível no Brasil apenas em modelos luxuosos e sofisticados – trabalha com sensores a laser e promete evitar aquelas batidinhas de trânsito.

Com o up!, a montadora alemã também apresenta uma nova geração de motores 1.0 litro de três cilindros em linha. O bloco terá potências de 60 e 75 cavalos. E vai trabalhar associado ao sistema start/stop (que desliga o motor em paradas curtas) para entregar um consumo médio impressionante de 23,8 km por litro de gasolina. O up! ainda terá uma versão movida a gás natural de 68 cv e outra 100% elétrica – esta programada para 2013.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Chevrolet Volt é o Carro do Ano 2011
Modelo foi escolhido por um júri de 49 jornalistas
Por Vitor Matsubara


O Chevrolet Volt foi eleito o Carro do Ano 2011 nos Estados Unidos. O resultado foi anunciado nesta segunda-feira, 10 de janeiro, durante o primeiro dia de imprensa do Salão de Detroit.

O Volt superou o elétrico Nissan Leaf e o Sonata híbrido, que também concorriam ao título. Este é o quarto prêmio do Volt, que já havia sido escolhido o Carro do Ano pelas revistas Motor Trend e Automobile Magazine e também pelo jornal Detroit Free Press.

Além do modelo da GM, a Ford Explorer foi anunciada como Utilitário Esportivo do Ano. Ambos os prêmios contam com votos de um júri formado por 49 jornalistas especializados em automóveis do Canadá e dos Estados Unidos.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Samsung revela detalhes do SM7
Sedã grande de luxo é cotado para suceder o Renault Vel Satis na Europa



A Samsung revelou nesta segunda-feira (8) os dados técnicos do SM7, novo sedã topo de linha da marca sul-coreana, que chega às lojas do país na próxima semana. O modelo, com preços entre 19.724 Euros e 25.641 Euros (R$ 44,3 mil a R$ 57,7 mil), terá dois motores de seis cilindros em “V” a gasolina acoplados a uma transmissão automática sequencial de seis marchas. O bloco 2.5 litros produz 192 cavalos e 24,7 kgfm de torque máximo, enquanto o V6 maior de 3.5 litros gera 261 cv e um torque pesado de 33,6 kgfm.

De acordo com a Renault, dona de 70% das ações da Samsung Motors, o SM7 vai provocar um “efeito radical” no segmento de sedas grandes de luxo. Seu desenvolvimento custou R$ 465,4 milhões aos cofres do grupo Renault-Nissan e levou 32 meses até ficar pronto. Ambos os motores, além de vigorosos, também entregam consumos atraentes. Segundo a fábrica, as médias são de 11 km/l e 9,6 km/l, respectivamente. As dimensões também impressionam: são 4,99 metros de comprimento por 2,81 m de largura.

A Renault ainda não se manifestou oficialmente, mas existe grande possibilidade de o SM7 se tornar o sedã topo de linha da marca francesa na Europa e em outros mercados pelo mundo. Caso isso aconteça, o modelo sul-coreano pode ser rebatizado de Sufrane, mesmo nome do antecessor do Vel Satis – cuja produção já foi encerrada em 2009. Com o escudo da Renault, o SM7 ficará posicionado acima do Latitude, outro sedã feito sobre um Samsung, no caso do SM5 (o Fluence também é derivado de um Samsung, o SM3). 

Por: Revista Auto Esporte

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Chevrolet Celta e Prisma 2012
Jogo dos sete erros: dupla de populares da GM passam por leve reestilização
Por Vitor Matsubara | Fotos: divulgação 


Celta e Prisma são dois dos modelos mais vendidos da Chevrolet no Brasil. Embora sejam criticados por alguns, não são poucos os donos que defendem seus carros com unhas e dentes. Deve ser justamente pensando nestes proprietários que a GM resolveu fazer poucas mudanças na linha Celta e Prisma 2012.

Até os olhos mais treinados demoram para notar as diferenças. As alterações foram estéticas e se concentram na dianteira. A antiga grade frontal ganhou visual mais parecido com os lançamentos mais recentes da marca, como a Captiva e o Malibu. Outra mudança foi na gravatinha dourada, tradicional símbolo da Chevrolet, que perdeu o aro cromado que a envolvia, tanto na grade dianteira quanto na traseira. No caso do Prisma, a tampa do porta-malas recebeu um friso cromado na altura das lanternas.

Por dentro, o volante de três raios é novo, assim como os botões do controle de ventilação, que são muito parecidos com os do Agile. Os revestimentos dos bancos e painéis de porta também são inéditos e a iluminação dos instrumentos ganhou um tom azulado, batizado de Ice Blue.

As antigas versões de acabamento Life e Spirit foram substituídas pelas nomenclaturas LS e LT, seguindo o padrão mundial adotado pela GM. A configuração de entrada LS será oferecida com duas ou quatro portas, com conta-giros, alarme sonoro dos faróis ligados, para-choques na cor da carroceria e para-sol do passageiro com espelho de cortesia. Os preços iniciam em 26.115 reais sem opcionais e podem atingir 31.382 reais se equipada com itens como ar-condicionado, direção hidráulica e protetor de cárter.

Já a versão LT tem valores que variam entre 29.364 reais a 32.784 reais (esta última com ar-condicionado e direção hidráulica). A versão tem algumas diferenças no acabamento e oferece um porta-objetos em frente ao banco do passageiro, acima do porta-luvas. Além disso, agrega itens como travas elétricas, vidros elétricos nas portas dianteiras, ar quente e protetor de cárter. A GM disponibiliza uma lista com 80 acessórios para personalizar o veículo, incluindo desde rodas de liga leve e aerofólio até GPS e geladeira.

No caso do Prisma, os preços da versão LS começam em 31.344 reais e podem chegar a 35.288 reais com a adição de ar-condicionado e direção hidráulica. Na configuração LT, os valores iniciam em 32.150 reais e atingem os 36.958 reais.

As opções de motorização continuam sendo o 1.0 VHCE (78 cv com etanol e 77 cv com gasolina) no caso do hatch e o 1.0 VHCE e o 1.4 Econo.Flex (97 cv com etanol e 95 cv quando movido a gasolina) para o sedã.



Fonte: Quatro Rodas

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Linha Volkswagen Golf 2011 ganha versão Sportline 2.0 com câmbio automático TipTronic


A principal novidade da linha Volkswagen Golf 2011 é a inclusão da versão Sportline 2.0 com transmissão automática TipTronic de seis velocidades. Toda a linha Golf 2011 recebe pequenas modificações estéticas e de acamento. Confira.

Em termos visuais, as versões Sportline 1.6 e 2.0 agora trazem grade com acabamento em preto brilhante, faróis com máscara negra e lanternas traseiras na cor preta. O Golf 1.6 ganha novas saídas de ar do painel e traz de série como novidades os LED’s vermelhos adicionais no conjunto de iluminação interna. Também tem novo console central, com porta-copos.

As alterações de série do Golf 2.0 GT incluem novas saídas de ar no painel, novas rodas de liga leve com 16 polegadas na cor Cinza Cyclone, parachoques dianteiro com apliques em preto nas grades inferiores, grade do radiador na cor preto brilhante, moldura cromada nos faróis de neblina, adesivo preto na região da placa traseira, revestimento da coluna B e carcaça dos retrovisores em preto brilhante, assim como o aerofólio traseiro.

Internamente, a versão traz novos tecidos dos bancos, com o logo GT nos dianteiros, iluminação branca dos instrumentos, console central com portacopos e o apoio para o pé esquerdo do motorista em alumínio. Como item opcional, a marca oferece bancos esportivos em couro preto, também disponíveis na versão Black Edition, e banco traseiro bipartido com três encostos de cabeça.

A tabela de preços da linha Golf 2011 é a seguinte:

Golf 1.6 – R$ 52.350
Golf 1.6 Sportline – R$ 57.290
Golf 2.0 Automático – R$ 59.750
Golf 2.0 Sportline Automático – R$ 62.470
Golf 2.0 Black Edition – R$ 67.990
Golf 2.0 GT – R$ 65.320
Golf 2.0 GT Automático – R$ 71.340

Por: Carplace – Fonte: VW do Brasil

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Novo Fox 2011


A Volkswagen anunciou a chegada do novo Fox 2011 que chega as concessionárias Volkswagen com muitas modificações, dentre elas o visual que ganha novas curvas e torna o modelo mais esportivo. O Fox 2011 é a grande aposta da Volkswagen, depois do Gol, na competição pelos modelos populares e na conquista de novos clientes, pois traz conforto, segurança, beleza e condições de pagamento bastante atrativas, o que tem atraído cada vez mais fãs do modelo.

Dentre as principais alterações externas do novo Fox 2011 estão o para-chóque que ganharam a uma versão com menos detalhes e mais esportiva e as lanternas traseiras ganharam novas lentes, mantendo-se o mesmo desenho da versão anterior. Já na dianteira os novos faróis de neblina são a novidade juntamente com o desenho do para-chóque que também foi alterado.

O Fox 2011 será fabricado na Argentina pela mesma montadora da Amarok e estará disponível no Brasil para comercialização a partir do meio do ano que vem. As opções de motores, bem como os valores de lançamento ainda não foram divulgados, porém especula-se que os valores não fugirão muito das versões atuais que são a Versão Simples que é comercializadas por R$ 49.000, a versão I-Motion comercializada por R$ 51.500, a Sportline comercializada por R$ 55.000 e a Sportline I-Motion comercializada por R$ 57.500.

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Chevrolet Agile
Moderno e bem equipado, o novo hatch quer renovar a imagem da GM no Brasil
Por Vitor Matsubara | Fotos: divulgação



O lançamento mais importante da Chevrolet desde a chegada do Celta, em 2000. Este é o Agile, que chega para disputar mercado com Volkswagen Fox e Renault Sandero e representa o começo da renovação da marca no Brasil.
O Agile foi totalmente projetado no Brasil e exibe um desenho inspirado em outros modelos da GM. Os faróis lembram os da Captiva, enquanto que a grade dianteira faz parte da nova identidade mundial adotada pela marca.

A lateral se destaca pelo teto elevado e pelo adesivo preto colado na coluna “C”, que dá a ilusão de continuidade das janelas. Já a traseira possui muitas semelhanças com o conceito GPiX. As lanternas em forma de bumerangue são praticamente idênticas às do protótipo apresentado na última edição do Salão do Automóvel.

O interior é bem acabado e tem toques futuristas. Os instrumentos possuem uma disposição diferenciada, com ponteiros que se escondem ao desligar o motor. O console central possui duas saídas de ar redondas e uma vistosa tela que exibe o nível de ventilação do ar-condicionado (que não é digital).

Sob o capô, está o conhecido 1.4 Econoflex, que no Agile gera 102 cv com álcool e 97 cv se movido a gasolina. Com o combustível etílico, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 12,5 segundos e a velocidade máxima fornecida pela GM é de 166 km/h. Se o condutor optar pela gasolina, os números mudam para 13 segundos e 165 km/h, respectivamente.

O Agile será vendido nas versões LT e LTZ. De série, a versão mais acessível oferece ar-condicionado, vidros dianteiros elétricos, direção hidráulica, banco do motorista com regulagem de altura, ar-quente, limpador e desembaçador do vidro traseiro, computador de bordo e piloto automático.

A LTZ agrega rádio CD Player com MP3 e Bluetooth, vidros dianteiros e travas elétricas, alarme, coluna de direção com regulagem de altura, banco traseiro rebatível, banco dianteiro do passageiro rebatível para frente e rodas de liga leve de 15 polegadas. Airbag duplo, freios com sistema anti-travamento (ABS), vidros traseiro elétricos e travas elétricas (esta segunda apenas para a LT), lanterna de neblina e vidros traseiros elétricos compõem a lista de opcionais.

O compacto é o primeiro modelo da família Viva, que será composta por mais quatro veículos. Os preços do Agile partem de 37.708 reais para a básica LT e 39.601 reais para a topo-de-linha LTZ, cujo valor pode atingir 42.706 reais se equipada com todos os opcionais.

Fonte: Quatro Rodas

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Revelado Toyota Camry Hybrid 2012
Por Laís Modelli


Apesar das fotos oficiais do novo Toyota Camry 2012 ainda estarem trancadas a sete chaves, está circulando na internet imagens do sedã versão híbrida. O modelo foi apresentado à imprensa norte america essa semana e agora está gravando um comercial de divulgação, daí as fotos.

As imagens mostram um sedã enorme, com portas e cintura largas. Apesar do visual conservador, as linhas do modelo estão mais modernas.

O aumento da linha Camry com a versão híbrida mostra o interessa da montadora de desenvolver veículos avançados e que utilizem combustível alternativo.

O conceito do Toyota Camry Hybrid foi apresentado em 2008, no Salão do Automóvel de Los Angeles.

Fonte: Quatro Rodas

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Kia confirma novo Picanto em agosto por cerca de R$ 36 mil
Além do hatch pequeno, a fabricante terá Cerato Koup em maio e Optima em novembro


A Kia Motors confirma a chegada da nova geração do hatch Picanto em agosto com preços que deverão partir de R$ 36 mil. O carro recebeu uma reformulação completa que inclui motor 1.0 de apenas três cilindros, preparado para funcionar com etanol no Brasil e render até 86 cavalos de potência. O câmbio será manual de cinco velocidades, com a opção automática de quatro marchas. A novidade teve seu lançamento mundial no Salão de Genebra (Suíça), no início do mês. Segundo o diretor de vendas da Kia Motors do Brasil, Ary Jorge Ribeiro, atualmente são vendidas cerca de mil unidades mensais do Picanto, mas com a chegada da nova geração, a meta é chegar a 2,2 mil unidades por mês.

Além do Picanto, em maio, a marca coreana vai trazer o cupê Cerato Koup, equipado com motor 2.0 de 156 cavalos e câmbio automático de seis marchas, controle eletrônico de estabilidade (ESP), entre outros equipamentos, por algo em torno de R$ 80 mil. Durante o evento de apresentação do Soul flex e do utilitário esportivo Sportage também foi confirmado que a chegada do Cerato hatch ao Brasil vai atrasar bastante. O carro desembarcará por aqui apenas no segundo semestre de 2012.

Ainda entre as novidades que a marca prepara para 2011 está incluído o sedã grande Optima, que vem apenas em novembro por um preço um pouco abaixo do Hyundai Sonata. Com todos os novos modelos que a fabricante coreana passará a vender no mercado brasileiro este ano, a expectativa é de atingir 3% de participação no mercado geral. O aumento do volume de importação também vai contribuir com essa meta. O Sportage terá entre mil a 1,8 mil unidades importadas por mês em 2011 e a previsão de vendas do Soul é de 18 mil unidades até o fim do ano. No total, a marca pretende chegar a 104 mil unidades vendidas em 2011, ante 54,1 mil de 2010.

Fonte: Revista Auto Esporte
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Fiat lança linha 2012 do sedã Siena
Versão EL ganha cintos traseiros de segurança retráteis e a Sporting deixa de ser oferecida


A Fiat começa a vender a linha 2012 do Siena com poucas novidades à espera da chegada do modelo reestilizado no início do ano que vem (clique aqui para mais detalhes). Por enquanto, o pequeno sedã da marca italiana ganha cintos traseiros retráteis de três pontos nas versões EL 1.4 e 1.0, que ainda recebeu rodas de aro 14 polegadas de diâmetro, tudo sem aumento de preço.

O modelo mais em conta da linha Siena continua sendo o Fire 1.0, oferecido a partir de R$ 30.300 e no topo da gama se mantém o Tetrafuel, com preço sugerido mínimo de R$ 47.260. Em relação à linha 2011, nota-se a ausência da versão Sporting 1.6 16V, que deixa de ser vendida. Veja abaixo os preços de cada versão da linha Siena 2012.

Fire 1.0 – R$ 30.300
EL 1.0 – R$ 33.440
EL 1.4 – R$ 35.520
Essence 1.6 16V – R$ 40.230
Essence Dualogic 1.6 16V – R$ 42.590
Tetrafuel 1.4 – R$ 47.260

Por: Revista Auto Esporte
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Volkswagen Passat 2.0 TSI
Quase um quarentão, o Passat tira partido da tecnologia para surfar na mesma onda de jovens asiáticos
Por Betto D'elboux



Depois de enfrentar um inverno em vendas, o Passat se prepara para disputar seu lugar ao sol na badalada praia dos sedãs de maior porte. A ambição é, senão urgente, necessária para a Volkswagen. Em 2010, o modelo que custava 99 900 reais vendeu 1 340 unidades, contra 7 268 do Hyundai Azera (90 000 reais) e 2 758 do BMW 320i (113 500 reais). É preciso lembrar que a curva de vendas do Passat cresceu no ano passado até outubro, quando a marca obteve seu melhor desempenho ao vender 303 carros. A partir daí, e com o anúncio do lançamento da sétima geração, a queda foi drástica. Em abril deste ano, foram apenas 32.

Se a concorrência do passado incomodou, o presente reserva ainda mais desafios. O Kia Cadenza (120 000 reais), lançado no fim de 2010, vendeu 276 unidades nos primeiros quatro meses deste ano, contra 245 do modelo da VW; e o Hyundai Sonata (105 000 reais), lançado em dezembro, já comercializou mais de 2 000 unidades. Para mostrar seu valor no meio de tanta gente bronzeada, o novo Passat precisará surfar a mesma onda. E é este o plano que a VW traçou para ele: uma relação custo-benefício asiática. Um pacote de equipamentos padrão europeu, com direito a DNA de carro alemão, por estimados 105 000 reais. A sétima geração da linha Passat, que conta com a perua Variant, mantém a mesma plataforma da versão anterior, apresentada em 2006. No entanto, traz evoluções de tecnologia, motor, câmbio e design.

Quem gosta de aparatos tecnológicos ficará feliz. O primeiro, e mais importante, é o ECB (Emergency City Break), uma evolução dos sistemas de controle de velocidade (Adaptive Cruise Control) e distância (Front Assist) que prepara os freios para serem acionados e avisa o motorista sobre perigo iminente. Dependendo da velocidade, o ECB pode até parar o carro, mas isso não é garantido. Segundo a VW, o objetivo é levar o condutor a intervir e evitar que ele se torne totalmente dependente da tecnologia. Durante a avaliação feita no trânsito pesado da capital paulista, em horário de pico, o carro parou totalmente e depois avisou: "Pressione o travão" - com o áudio ainda em português de Portugal, já que o modelo testado era um protótipo. Segundo a VW, a parada pode ocorrer em velocidades de no máximo 30 km/h.

O novo Passat traz ainda o XDS (bloqueio do diferencial transversal), que em uma curva detecta se a roda interna de tração perde aderência e, assim, aplica freios individualmente de forma a corrigir uma eventual derrapagem, tornando o comportamento do carro mais neutro. Ainda no âmbito da assistência eletrônica, há o detector de fadiga. O sistema analisa as características de direção do motorista, considerando o uso dos pedais e os ângulos de inclinação e correção do volante. Quando os parâmetros saem do padrão, um aviso sonoro e visual alerta o condutor para parar o carro e descansar. Vale dizer que este não é o mesmo sistema de detecção de sonolência, que analisa o movimento dos olhos, como há nos BMW, por exemplo. O pacote de segurança inclui ainda freios ABS, seis airbags, monitoramento da pressão nos pneus e faróis bixenônio direcionais com 15 leds.

Apesar de o foco da tecnologia estar voltado para segurança, quem deve roubar a cena é o Park Assist II (opcional), que auxilia em balizas. Nesta segunda versão, além de analisar a dimensão da vaga a até 30 km/h, ele ajuda a sair dela e estaciona de ré perpendicularmente. Há ainda um sistema multimídia Dynaudio, com tela colorida sensível ao toque de 5 polegadas e funções intuitivas de operação do rádio, do iPod, do celular, da câmera de ré e do GPS integrado.

Pelas mãos dos designers Klaus Bischoff e Walter de’Silva, o novo Passat ganhou agora uma grade tridimensional seccionada e três áreas distintas na dianteira, com cromados cravados em materiais "piano black", semelhante ao Phaeton. As laterais e toda a superfície ao redor do carro estão mais planas e há um vinco único, com o objetivo de alongar o carro, explica a Volks. O que a marca não diz é que agora, com esse novo design, o Passat parece um clone do Jetta em tamanho ampliado.

Fogo amigo

Em termos de motor, o TSI 2.0 16V (o mesmo do novo Jetta turbo) ganhou um intercooler mais eficiente, redução de atritos internos e uma reprogramação da injeção. O resultado foi 5,5% a mais de potência, com 211 cv, ante os 200 cv do anterior. Isso é suficiente para colocá-lo no mesmo patamar do Audi A5 Sportback, que é empurrado pelo mesmo motor, mas custa cerca de 80 000 reais a mais. Com essa potência, ele alcançou no nosso teste 7,1 segundos para ir de 0 a 100 km/h, um ótimo número para um sedã de 1 474 kg sem pretensões esportivas. Melhor ainda foi seu consumo: 9,1 km/h na cidade e 12,1 na estrada. Mérito também do câmbio automatizado DSG de seis marchas, com dupla embreagem, o mesmo do Jetta TSI.

O Passat atual não lembra nem de longe seu antecessor nacional, que foi objeto de desejo entre as décadas de 70 e 80. Já na sétima geração, produzido desde 1973, o modelo soma mais de 15 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Resta saber se por aqui ele também vai mostrar o fôlego de gato. Pelo menos ele não vai enfrentar o fogo amigo do Jetta: ambos reposicionados, já não dividem o mesmo holofote nos showrooms da marca, como ocorria na geração anterior.

Fonte: Quatro Rodas

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Honda revela CR-V 2012
De visual novo, utilitário ganha prévia com modelo conceito


Este é o Honda CR-V 2012, revelado pela primeira vez em uma versão conceito bem próxima do produto final. A imagem caiu na internet na manhã de hoje (25) e exibe as linhas que a marca japonesa aplicará na próxima geração do utilitário esportivo. E as mudanças não são poucas, já que o projeto se revelou um modelo totalmente novo, e não apenas um face-lift da geração atual.

A marca ousou na aparência do CR-V sem fugir de sua nova linguagem, com grade dianteira marcada por barras horizontais, mas acompanhadas de recortes no conjunto de farois. Há uma segunda grade, posicionada na seção inferior da dianteira, que dá um visual mais robusto ao modelo. A área envidraçada também está ampla e, embora a traseira não tenha sido revelada em fotos, é possível notar que o desenho das lanternas toma boa parte da coluna.

O lançamento do novo CR-V é esperado para o fim deste ano, mas o evento que servirá de palco ainda é incerto. Tanto o Salão de Frankfut (setembro) quanto o de Los Angeles (novembro) estão no páreo.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Novo Toyota Hilux ganha novo design e mais potência
Prevista para chegar ao Brasil ainda em 2011, picape é atualizada para brigar com os novos Chevrolet S10 e Ford Ranger



Texto: Rodrigo Ribeiro
Foto: Divulgação

A chegada dos novos Ford Ranger e Chevrolet S10 começa a provocar mudanças no segmento de picapes médias. A Mitsubishi fez um micro face-lift no L200, a Nissan baixou o preço do Frontier e a Volkswagen lançou novas versões do Amarok. Agora é a vez do líder Toyota Hilux se mexer.

Previsto para ser lançado na Austrália em setembro, o novo Hilux recebeu uma nova dianteira, com faróis, para-choque e capô reformulados. Na traseira as mudanças foram mais discretas, concentrando-se no para-choque e nas lanternas. O painel, que já sente o peso da idade, recebeu uma nova peça superior (permitindo um novo GPS opcional) e novo volante.

Contudo, a melhor novidade para o consumidor fica por conta das mudanças no motor 2,5L turbodiesel da versão de entrada. Antes com 102 cv, o propulsor agora gera 146 cv. O torque também melhorou e agora atinge picos de 34,9 kgfm de torque, contra 26,5 kgfm da versão atual. O motor 3,0L de 163 cv das outras versões segue inalterado, assim como as opções de transmissão manual ou automática e tração 4x2 ou 4x4.

Por aqui o novo Hilux só dá as caras em outubro, mas a espera pode compensar. A Toyota finalmente lançará a versão flex do modelo, baseado no atual motor a gasolina de 158 cv. As novidades devem dar fôlego ao Hilux até a chegada da nova geração, prevista para 2014.

Fonte: Web Motors

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Primeiras impressões: New Fiesta
Sedã foi lançado para o Brasil nesta terça-feira (17).
Design e preço agradam, mas interior simples deixa a desejar.



A Ford quer ser global. Essa é a meta afirmada consecutivamente por executivos da companhia diante de jornalistas brasileiros nesta terça-feira (17), na apresentação oficial do New Fiesta.
A preocupação revela que, mais do que criar produtos atrativos, a companhia precisa reduzir custos para se posicionar de maneira competitiva em qualquer mercado do mundo. O objetivo é ter um produto que, com pequenas adaptações, consiga corresponder exatamente ao que o consumidor queira em qualquer lugar do planeta.
O New Fiesta é o primeiro produto da companhia norte-americana com essa proposta. Lançado na Europa, Ásia e, neste ano, nos Estados Unidos, Brasil, Canadá, México, Brasil, Argentina, Chile e Colômbia, o modelo basicamente é o mesmo em todos os países. A versão nas Américas é fabricada no México e equipada com motor Sigma, feito na unidade brasileira de Taubaté (SP). O projeto foi basicamente desenvolvido nos Estados Unidos, mas teve ajuda da equipe de design e engenharia do centro tecnológico da Ford em Camaçari (BA).
O G1 conferiu o carro na pista de provas da companhia na sua sede, em Dearborn, nos Estados Unidos. A empresa liberou o veículo apenas para poucas voltas em um pequeno percurso. Mesmo assim, foi possível ter uma ideia do que foi modificado em relação ao acabamento da versão europeia, apresentada em 2008 durante o Salão de Paris

Carro visa retomada da Ford

"O New Fiesta é um símbolo do atual momento de renovação da Ford no mundo", afirma o presidente da Ford do Brasil e Mercosul, Marcos de Oliveira. Ele ressalta que o carro foi projetado para ser um dos expoentes da retomada da Ford no mundo.
Além de todas as características iguais em qualquer New Fiesta, o que chega ao mercado brasileiro possui um apelo "global" a mais: o preço diante de seu principal concorrente, o Honda City. O modelo custa entre R$ 49,9 mil e R$ 54,9 mil (confira abaixo). Enquanto que o colega japonês sai por preços a partir de R$ 57.420. Assim, se posiciona em uma categoria acima do antigo Fiesta, que continuará a ser vendido no mercado brasileiro. Mas para isso, o acabamento do carro e os itens de conforto tiveram de ser alterados.

Mais simples para a América do Sul

Nitidamente, o modelo para a América do Sul é mais simples e com excesso de plástico em painel e portas. A maçaneta interna destoa do conjunto e traz a impressão de fragilidade. O carro também não vem equipado com o sistema de conectividade Sync, presente nos modelos vendidos nos Estados Unidos, mas conta com computador de bordo central e tela LCD.
A vantagem da Ford para poder determinar esse tipo de mudança é a de ter lançado o modelo bem depois de seu concorrente. Afinal, o Honda City vendido no Brasil também não tem um acabamento primoso ou um grande apoio tecnológico.
Por fora, o acabamento do carro é impecável e exatamente igual ao vendido nos outros mercados. A grade frontal, que funciona como assinatura da marca, é perfeitamente combinada às linhas da nova geração do modelo, que ganhou faróis alongados em forma de dardo. Segundo a equipe de design, o conjunto frontal foi desenvolvido para transmitir a sensação de velocidade, objetivo que foi atingido.
Já a parte traseira traz um conceito novo, para suavizar as linhas normalmente quadradas dos modelos sedãs. Para isso, os designers da Ford partiram para os traços mais esportivos dos cupês. Assim, dependendo do ângulo que se olha para o carro, tem-se a impressão de que se trata de um hatch.

Pessoas com mais de 1,75 m têm dificuldade para encontrar uma boa posição.

Lucro ao se tratar de apelo visual, mas prejuízo para os passageiros do banco traseiro. Tais traços limitaram o espaço interno. Pessoas com mais de 1,75 m terão dificuldade para encontrar uma posição confortável. No caso dos bancos da frente, isso não é um problema. O espaço é suficientemente bom para se posicionar de forma adequada os bancos e se sentir à vontade.

Motor 1.6 flex com câmbio manual

Se esperava a opção de câmbio automático no modelo ou a versão hatch, esqueça. Pelo menos por enquanto. De acordo com Marcos de Oliveira, a outra opção de transmissão será avaliada conforme se comportarem as vendas do modelo. Já a chegada da configuração hatch é tratada com mais mistério, o que leva a crer que a Ford irá esperar a resposta do consumidor antes de importar qualquer outra novidade. Mas isso pode acontecer no ano que vem, se as previsões iniciais de vendas de 12 mil unidades por ano se confirmarem.

Enquanto isso, o carro vem apenas na configuração 1.6 flex com câmbio manual. Embora o percurso tenha sido limitado, foi possível avaliar um pouco o desempenho do conjunto. As primeiras impressões mostraram que o motor Sigma, assim como no Focus, é uma excelente opção, com boas respostas nas acelerações e desempenho acima das expectativas para um motor 1.6 (no caso, foi avaliada a versão a gasolina vendida nos EUA).
De acordo com a Ford, o consumo da versão flex é de 11,9 km/l com gasolina e 8,3 km/l com etanol na cidade. Na estrada, faz 12,7 km/l com gasolina e 8,7 km/l com etanol. O que resulta em um consumo médio e 12,3 km/l com gasolina e 8,5 km/l com etanol.
O câmbio é bom, mas nada extraordinário. Como o trecho da pista de prova tinha bastante curva, foi possível sentir a estabilidade do carro. O New Fiesta gruda bem no chão em manobras mais fechadas e em altas velocidades. Visibilidade, ergonomia e dirigibilidade também são boas. É muito fácil achar a posição de dirigir e o volante elétrico garante um conforto a mais. Infelizmente, como não havia terrenos acidentados, não foi possível sentir a absorção de impactos da suspensão.

Diferenças entre as versões

Outro trunfo do New Fiesta são os itens de segurança, mas que só poderão ser usufruídos por quem pagar por eles. A versão de entrada, que custa R$ 49,9 mil, não possui airbag, mas vem equipada com ar-condicionado, direção elétrica, vidros, travas e espelhos elétricos, rodas de liga leve de 15 polegadas, CD-player MP3, com entrada auxiliar para conexão de dispositivos eletrônicos, computador de bordo e alarme perimétrico de série.
Já a opção intermediária, de R$ 51.150, traz como diferencial freios ABS. Para fechar a lista, a topo de linha sai por R$ 54,9 mil e vem com freios ABS e sete airbags, bancos de couro, direção com acabamento metálico e descansa-braço das portas em vinil.

Preocupação com a imagem

O lançamento do carro na sede da empresa nos Estados Unidos mostra a grande preocupação que a companhia tem com a imagem da marca em um mundo pós-crise. Tanto é que mais se falou do New Fiesta do que propriamente se mostrou – a exemplo do curtíssimo e limitado test-drive. Isso porque, apesar do lucro registrado neste ano, a Ford sabe que precisa sustentar o crescimento, para não ter de passar novamente pelo turbulento período que viveu juntamente com outras montadoras norte-americanas. Tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, ela continua a enfrentar a concorrência das japonesas e da conterrânea General Motors.

Entre as próximas apostas globais previstas pela companhia está a nova geração do EcoSport. Sucesso de vendas no Brasil, ele será substituído por um modelo inteiramente novo, cujo projeto começa em Camaçari. O carro deverá ser lançado em 2014.

Por: Auto Esporte

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Kia Cadenza
Por Vitor Matsubara



Apesar de seus modelos terem boas vendas no mundo, a Kia nunca teve um representante forte na categoria de sedãs de luxo. Talvez seja por isso que a montadora sul-coreana decidiu arregaçar as mangas e criar o Cadenza, um modelo feito de rivalizar com pesos-pesados do segmento de luxo, como os alemães da Audi, BMW e Mercedes-Benz.

O design é um dos pontos fortes do modelo. As linhas do sedã tem personalidade e se encaixariam muito bem em qualquer carro germânico. Os méritos vão para a equipe comandada por Peter Schreyer, designer responsável por alguns dos modelos mais venerados da Audi. A grade frontal inspirada no formato da boca de um tigre e as belas lanternas são os elementos que mais saltam aos olhos.

O interior também não fica devendo para os rivais ocidentais. O acabamento é de boa qualidade e o Cadenza oferece itens como partida do motor sem a chave, volante revestido em couro com aquecimento, tela de LCD que exibe informações do sistema de navegação por satélite (e imagens transmitidas pela câmera de ré), sistema de alerta de mudança de faixa involuntária (que emite sinais sonoros caso o condutor vá para outra faixa sem sinalizar) e disqueteira com capacidade para seis CDs.

O motor 3.5 V6 tem injeção direta e produz 290 cv. Trata-se do primeiro propulsor fabricado pela Kia com a tecnologia de tempo variável de abertura das válvulas para admissão e escape. O Cadenza possui preços de R$ 119.900 sem teto solar e R$ 124.900 com teto solar.

Ficha Técnica

Motor: 6 cilindros em V, 3500 cm3
Potência: 290 cv a 6600 rpm
Torque: 34,5 mkgf a 5000 rpm
Câmbio: automático de 6 marchas, tração nas quatro rodas
Aceleração de 0 a 100 km/h: 7,2 seg.
Velocidade máxima: 230 km/h
Dimensões: comprimento 497 cm, entre-eixos 285 cm, altura 148 cm, largura 185 cm
Peso: 1575 kg

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Novo Gol Vintage: confira em primeira mão todos os seus detalhes


Como já fora anunciado em primeira mão pelo NA o novo Gol Vintage está nas concessionárias. Digo, se você conseguir encontrar em alguma das 617 concessionárias do país. Foram fabricadas apenas 30 unidades do Gol Vintage, que o torna quase tão raro quanto uma Ferrari FXX (25 unidades). Lógico que em se tratando de uma versão especial, não espere ver rodando por aí.
Esse veículo deve tomar posse de garagens de colecionadores onde ficarão adormecidos, e acordarão apenas para as revisões e para os grandes eventos. (Isso é apenas uma dedução, claro.) As faixas presentes no Gol Vintage não são adesivos, exceto as que identificam o modelo e as faixas laterais. As rodas são aro 16 205/45 Turanza, o volante do Passat CC que integra os comandos do rádio e do computador de bordo, os bancos são revestidos em couro.
Outros itens de série são: freios ABS, duplo AirBag, ar-condicionado, direção hidráulica, sensor de estacionamento, vidros elétricos, trava elétrica, faróis de neblina, iluminação do painel na cor branca e vários apliques em branco. No rádio fica gravado o número da versão, e o ano de produção do Gol, de 1980 a 2010.
O estepe é semelhante ao dos modelos europeus: um pneu especial que pode rodar no máximo 80 km/h. Os tapetes têm bordas brancas e têm travas para evitar que escorregue. O revestimento do teto é preto. No mais é o mesmo Gol de sempre, com a diferença que você também está levando para casa uma Guitarra da marca Tagima personalizada com o símbolo da VW.
O preço? “Apenas” R$ 55.000,00 na concessionária onde esta unidade está. Como a maioria irá comprar para deixa-lo encostado, seria melhor investir em algo que daria um retorno financeiro? Só para você ter ideia, o preço dessa versão do Gol Vintage daria para comprar um Golf, ou mesmo um i30.
Esse é o preço que se paga pela exclusividade. Agora imagina se a VW resolve fazer isso com toda sua linha automotiva? Melhor nem tentar imaginar! Ainda não entendo porque a VW não lança mais versões esportivas de verdade, como o Gol GTI e GTS. Talvez ela queira se aproveitar dos brasileiros que gastam em produtos maquiados para aparecer. Seguindo essa lógica a VW tem mais lucro numa versão maquiada do que uma versão possante.

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Camaro ZL1 poderá ter mais de 570 cv de potência
GM quer tirar o máximo do V8 6.2 para bater rival Shelby GT500



Para alguns, os 416 cv de potência do Chevrolet Camaro SS não são suficientes. Mas será que o muscle car da GM pode mais? Tudo indica que sim, já que rumores da indústria apontam que a versão ZL1 do clássico americano poderá render mais de 577 cavalos. Tudo isso para enfrentar o ganho de força de seu principal concorrente, o Ford Shelby GT500, que cravou 550 cv com seu motor V8 5.4.
Embora o Camaro ZL1 já tenha sido apresentado no Salão de Chicago deste ano, os números do seu motor continua mantido em segredo. A única coisa revelada pela GM é a possiblidade do V8 6.2 da marca ultrapassar os 557 cv de potência. Mas a disputa não deverá acabar tão cedo... pouco após o lançamento do novo Camaro, previsto para este semestre, o público deverá ficar sabendo qual será a potência do Ford Shelby GT500 2013. Tudo indica para mais de 620 cv, gerados pelo V8 5.8 da marca. A briga vai continuar boa.

Fonte: Revista Auto Esporte
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Polo adota novo padrão VW pela metade
Reestilização leve tenta alavancar as vendas, com preços a partir de R$ 44.390

RICARDO SANT'ANNA



Aderir à nova geração do carro imposta pela matriz seria o ideal, mas nem sempre as montadoras brasileiras podem fazer tal investimento. Por essas e outras, virou rotina usar a nova identidade pela metade, como nos casos mais emblemáticos de Peugeot 207 e Ford Fiesta Rocam. Desta vez, a Volkswagen adere à onda do “meio padrão” com a segunda reestilização do Polo nacional em 9 anos. Por que não trazer a nova geração disponível na Europa? Henrique Sampaio, gerente de marketing de produto da VW, explica: ”O modelo europeu exigiria um alto investimento e um reposicionamento de preço elevado”. A VW manteve faróis e lanternas, adotou novos para-choques e oferece o Polo reestilizado a partir de R$ 44.390.

Segundo a marca, a atual geração ainda tem lenha para queimar. “Este modelo do Polo atende plenamente à demanda do mercado brasileiro”, conta Sampaio. Os números da Fenabrave provam o contrário. De janeiro a junho deste ano, o hatch vendeu 4.560 unidades, menos de um terço do que o Fiat Punto, principal concorrente, emplacou: 15.973 carros. Para reagir, a Volkswagen adotou novos para-choques, mais discretos, semelhantes ao da versão europeia, com exceção dos faróis de neblina redondos. Atrás, os para-choques ganharam refletores nas pontas, como no Fox, dando a impressão do Polo ter ficado mais largo.

Faróis e lanternas ganharam máscara negra em preto brilhante, que combinam com as colunas B e retrovisores, pintados no mesmo tom. Esses itens dão mais esportividade e estão em todas as versões: 1.6, 1.6 e 2.0 Sportline e a ecológica BlueMotion. A GT 2.0 saiu de linha. “Decidimos preservar a sigla para modelos verdadeiramente esportivos”, explica Sampaio. Porém, uma faixa nas laterais da versão Sportline tenta ressaltar a esportividade do hatch. As qualidades técnicas também foram preservadas no Polo, visto que as mudanças foram apenas estéticas. O carro continua sendo um dos melhores compactos nacionais para ser dirigido, com suspensão milimetricamente acertada. Ao mesmo tempo que é confortável para os passageiros, torna o carro estável nas curvas.


O motor 1.6 de 104 cv (etanol) de potência e 15,6 kgfm de torque tem bom desempenho para a cilindrada, o que não se pode dizer do propulsor 2.0 de 120 cv (etanol) – poderia render mais. Exceto o BlueMotion, que tem configurações diferentes e passa a adotar o sistema E-Flex, todas as versões sairão de fábrica equipadas com travas e vidros elétricos, direção hidráulica, ar-condicionado e abertura interna do porta-malas. Sensores de estacionamento, freios ABS e airbag duplo estão entre os opcionais. O sedã segue as mesmas alterações, também à espera melhores dias: vende o mesmo que o Fiat Linea, mas muito menos do que o Honda City. A esperança é que os pequenos detalhes impulsionem a venda da linha. Mas será que são suficientes? A Volkswagen acredita que sim.

Por: Revista Auto Esporte
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VW Brasília ganha versão moderna "New Brasa"
Designer brasileiro cria atualização do clássico em 3D


O New Beetle é uma aposta de sucesso da VW na restauração de um clássico, o Fusca. E que tal se a marca alemã resolver resgatar outro de seus ícones do Brasil? Eduardo Oliveira, do blog Irmão do Décio, colocou o mouse para funcionar e redesenhou a Brasília. O projeto, batizado de New Brasa, segue linhas bem convencionais, e imagina o carro como um modelo que possa ser produzido e vendido no Brasil.

O designer já havia feito uma nova Brasília, mas então tratava-se de um modelo criado sobre o Audi A1. Agora, é um projeto totalmente novo. "Desta vez também fiz uma versão quatro portas, necessário para os dias de hoje. E essa base poderia compartilhar com a versão sedan, sw (Variant) e fastback (TL)", sugere Eduardo.

O projeto, todo feito em 3D, traz entre suas principais características visuais os farois, para-choque e capô, justamente a parte mais difícil de criar, segundo Eduardo. O legal é que o desenho ficou bem fiel ao modelo original (com direito a lanternas traseiras com frisos), sem deixar de trazer novidades para este clássico. E você, o que achou?


Fonte: Revista Quatro Rodas

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VW Amarok
Conheça a Nova Pickup Amarok



Com a Volkswagen Amarok, a montadora passa a agir no segmento de pick-up médias, sendo a primeira desenvolvida na Alemanha, com motores TDI econômicos e os mais altos níveis de segurança ativa e passiva, estabelecendo novos padrões para o segmento de pick-ups médias.
O novo modelo da Volkswagen Amarok alia a força característica das pick-ups à uma tecnologia moderna, altos padrões de segurança e performance excelente em consumo, conforto e ergonomia.

Do ponto de vista visual, a Volkswagen Amarok parece saída diretamente do caderno de projetos de um estilista. Com 5,25m de comprimento e chassi do tipo "escada", a nova pick-up mostra em sua carroceria, os traços inconfundíveis do novo perfil de design da Volkswagen, que dá ênfase nas curvas horizontais, na inter-relação entre as superfícies e na qualidade da construção.
Para lançar da Volkswagen Amarok, a montadora planejou um motor turbo-diesel de alta tecnologia, seguro, econômico e com pequeno índice de emissões de gases prejudiciais à atmosfera. O TDI 2.0 com 120 kW / 163 cv e injeção common-rail oferece dois turbo-compressores sequenciais, disponibilizando um torque de 400 Nm à apenas 1.750 rpm.

A Volkswagen Amarok conta com câmbio manual de seis velocidades. Fora a pronta resposta à solicitação do motorista, o motor impressiona pelo consumo reduzido, referência para toda a linha, com tração integral não permanente, mesmo no modo 4x4 o TDI de TDI de 163 cv é econômico, atingindo 12,8 km por litro.

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Fiat Idea 2012 


A Fiat está lançando a linha Fiat Idea 2012 com duas novidades, a Série Especial Itália para as versões Essence e Essence Dualogic e a inclusão do HSD (High Safety Drive) composto dos itens air bag duplo mais freios ABS como item de série para todas as versões Essence e Sporting.
A Série Especial Itália, limitada a 580 veículos, comemora o chamado “Momento da Itália no Brasil”, acordo feito para este ano entre os dois governos com o intuito de promover as relações culturais, sociais e comerciais entre os dois países.
Esta série especial traz rodas de liga leve 16” exclusivas, faróis e lanternas traseiras com máscara negra, faróis de neblina, spoiler na cor preto vesúvio, detalhes cromados laterais, frisos cromados na tampa do porta-malas e no para-choque dianteiro, adesivos High Gloss nas colunas das portas e sigla da série especial. Internamente ela vem com revestimento com tecido exclusivo, além de painel de instrumentos, painéis de portas e console central bicolores.
Outra novidade na linha Fiat Idea 2012 é o opcional volante em couro para as versões Essence e Sporting.

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Honda Accord 2012


A Honda apresenta linhas modernas e arrojadas, com desenho longilíneo e contornos expressivos

A grade dianteira, com recortes angulosos, confere um visual agressivo e esportivo, reforçado pelos faróis alongados e pela ampla entrada de ar frontal. O Delineamento suave do teto e as feições acentuadas da traseira completam o design externo, conferindo robustez e elegância ao conjunto.
Requinte e sofisticação marcam cada detalhe do interior do modelo, desenvolvido com a aplicação de conceitos inovadores, que promovem a combinação perfeita entre inteligência, conforto e ergonomia, oferecendo a você a sensação única de estar na primeira classe.

Desempenho

A linha Accord apresenta duas opções de motorização desenvolvidas com o que há de melhor da tecnologia Honda.

A versão EX é equipada com o motor SOHC (Single Over Head Camshaft) i-VTEC (Intelligent Variable Timing Eletronic Control), 4 cilindros, 2.0l e 16v, com potência de 156 cv a 4.200 rpm. A versão EX V6 é dotada do motor SOHC i-VTEC, 3.5l e 24v, com incríveis 278cv e 34 kgfm de torque.
A transmissão automática de 5 velocidades com Shift Hold Control detecta automaticamente as condições de condução e seleciona as marchas adequadamente, proporcionando transições muito mais suaves, a direção com assistência hidráulica e relação variável VGR (Variable Gear Ratio), que permite maior agilidade ao realizar manobras e o controle eletrônico de aceleração ETC (Eletronic Throttle Control) garante respostas mais rápidas e alta performance.

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Novo Ford Edge 2011 – Crossover ganha novo visual e motores V6 mais potentes


O crossover ganha um novo visual e também novas opções de motores V6 mais potentes e até 15% mais eficientes, segundo a marca.
No visual, o Ford Edge 2011 ganha um nova grade cromada dianteira e novo conjunto ótico composto por LEDs. O pára-choque, também com novo desenho, traz filetes de LEDs nas extremidades. Na traseira, as lanternas possuem novo desenho com menos cromados enquanto a tampa do porta-malas recebe um filete cromado. As rodas também são novas e medem 18 polegadas.
Na parte interna, o crossover ganha um novo painel. O quadro de instrumentos passa a contar com um velocímetro circular central e com duas telas coloridas ao lado que mostram informações da parte mecânica (conta-giros, combustível, temperatura do motor, consumo, etc.) de um lado e informações de entretenimento do outro. O console central também ganha novo desenho com um moderno sistema de som da Sony e uma generosa tela colorida na parte superior.
Na parte mecânica, as novidades ficam por conta das melhorias aplicadas ao propulsor 3.5 V6 de 285 cv e 34,9 kgfm e pela nova opção de motor, um 3.7 V6 com comando variável de válvulas que geram 305 cv de potência e 38,7 kgfm.
Outra novidade na gama de motores é a inclusão de um propulsor 2.0 da linha EcoBoost, que segundo a Ford, chega a ser 15% mais econômico que o 3.5 atual. Para qualquer opção de motor, a transmissão é automática SelectShift de seis velocidades.
A linha 2011 do Ford Edge começa e ser vendida nos Estados Unidos a partir de junho nos Estados Unidos. No Brasil, como o modelo é importado, é possível que a linha 2011 seja lançada no segundo semestre.

Fonte: Carplace

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Renault Fluence


 A Renault apresentou o novo sedã Fluence, no Salão do Automóvel, em novembro, mas só começará a vendê-lo em fevereiro. Até lá, ela cuidará dos últimos preparativos para o lançamento, como treinamento da rede e aprovação da publicidade. Se você é dono de um Honda Civic ou um Toyota Corolla, fique atento: logo poderá receber uma mala-direta e um convite para conhecer o Fluence, na autorizada mais próxima. A Renault cerca o Fluence de todos os cuidados, para que não ocorra com ele o que aconteceu com o antecessor, o Mégane, que teve problemas no início da comercialização e depois passou os dias patinando nas vendas.
O Fluence terá motor 2.0 porque é assim que o consumidor de sedãs médios quer, segundo o diretor de marketing Rodolfo Stopa. “Nesse segmento, o cliente aceita no mínimo um 1.8. Um 1.6, nem pensar”, diz. A garantia será de três anos, as revisões terão preços fechados e haverá assistência 24 horas. “Mas o carro não pode quebrar”, afirma Stopa, tendo como referência os sedãs japoneses, que ganharam fama de inquebráveis em nosso mercado. O Fluence chega em duas versões. A Dynamique virá com câmbio manual de seis marchas e a Privilège, com sistema automático CVT, com a opção das trocas sequenciais, com seis relações fixas. Esse conjunto motor-transmissão, aliás, já é conhecido do consumidor brasileiro, porque é o mesmo do Nissan Sentra, fruto da aliança Renault-Nissan, com os devidos ajustes para a nova aplicação.

O preço do Fluence ainda não foi divulgado, mas, olhando a concorrência (Civic, Corolla, Sentra e Chevrolet Vectra) e o próprio Mégane que saiu de linha (a produção encerrou em setembro e o estoque nas revendas deve acabar este mês), é possível arriscar que ele comece entre 55 000 e 60 000 reais. Mesmo na versão mais simples, o Fluence virá bem equipado. Ele terá seis airbags, direção elétrica, ar-condicionado dual zone, computador de bordo, freios ABS, sistema de som, rodas de alumínio aro 16 e sensores de chuva e de luz, entre outros itens de série. A versão mostrada aqui é a top, Privilège, que deve ficar entre 75 000 e 80 000 reais, e acrescenta bancos de couro (nas laterais dos assentos o revestimento é de tecido), controle de estabilidade ESP, piloto automático, som com efeito surround, rodas de liga aro 17 e navegador GPS.

À primeira vista, o que mais impressiona é seu tamanho. Ele é um sedã médio com porte de sedã grande. Em relação ao Civic, são 13 cm a mais, no comprimento: enquanto o Honda mede 4,49 metros, o Fluence tem 4,62. Na largura, a comparação é de 1,75 metro contra 1,81. O estilo é discreto, como convém a uma marca que não quer errar. Na cabine, houve um pouco mais de ousadia, com a sobreposição de superfícies e a troca de cores e de materiais. O visual continua bem comportado, mas é mais expressivo. Os materiais são de qualidade superior aos do Vectra, por exemplo, mas ficam aquém dos usados no Civic. O acabamento, no que diz respeito a confecção das peças e encaixes, é muito bom – apesar do uso de plástico pintado de prata em pontos, como nos puxadores das portas. Melhor que o da carroceria, que tem vãos com grandes tolerâncias e nem sempre uniformes.

O espaço interno é confortável e arejado. Apesar de ter o mesmo entre-eixos do Civic (2,70 metros), o Fluence é mais largo e mais alto por dentro. É fácil encontrar a posição de dirigir, graças à regulagem do volante e do assento, cuja altura varia até 7 cm no ajuste. A ergonomia também é boa, mas os mostradores são inclinados, o que causa certo estranhamento na leitura. O freio de mão em forma de manche que havia no Mégane foi aposentado em favor de um convencional. A partida ainda é feita por meio de um botão Start/Stop. Mas agora não é preciso encaixar o cartão em uma fenda no painel. Basta deixá-lo no bolso, ou em qualquer outro lugar dentro do carro.

No banco de trás, cabem três pessoas sem sacrifícios. Até nessa posição há circulação do ar-condicionado dividida em duas zonas. E o porta-malas supera o do Corolla em 60 litros – são 530 litros contra 470.

Ao volante, o Fluence mostra um comportamento que satisfaz quem busca conforto acima de tudo. A suspensão filtra com eficiência as irregularidades da pista, apesar de segurar bem a carroceria nas curvas. E a direção é leve, no uso diário. Em alta velocidade, o sistema elétrico progressivo dá um pouco mais de firmeza, mas na cidade o motorista não precisa fazer força. O conjunto é ótimo para quem quer dirigir enquanto aprecia a paisagem. Mas falta emoção, para os que preferem uma condução mais interativa.

No teste, o Fluence apresentou um desempenho muito semelhante ao do Corolla 2.0 XEi automático. Na aceleração, fez o tempo de 10,4 segundos, enquanto o Toyota ficou com 10,6. Em consumo, os dois empataram até a casa decimal no ciclo rodoviário, com a média de 9,1 km/l de álcool. E, no urbano, a diferença foi mínima: 7,0 km/l para o Renault e 6,8 km/l para o Toyota. A maior diferença apareceu na frenagem: vindo a 80 km/h, o Fluence precisou de 23,9 metros, contra os 24,5 metros do rival.

Pelo que vimos, o Fluence terá mais chance de sucesso que o Mégane, porque é um projeto mais moderno e está sendo lançado de maneira mais planejada por uma Renault mais madura em nosso mercado. Até ao fazer uma previsão de vendas ela é cautelosa, estimando 1 800 unidades/mês, o que lhe daria hoje o terceiro posto no segmento, atrás do Corolla, com média de 4 450, e do Civic, com 2 480. O quarto seria o Vectra, com a média de 1 676 unidades.

Fonte: Quatro Rodas

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VW Polo R chega em 2012
Por Vitor Matsubara


 Esportivo será opção mais nervosa em relação ao GTI

A nova divisão esportiva da Volkswagen, batizada de “R”, já prepara o lançamento de uma versão nervosa do Polo, que deve ser lançada dentro de dois anos.
Segundo o site da revista Autocar, o compacto deve contar com um motor 1.6 dotado de turbocompressor. A potência deve girar em torno de 210 cv, mas o carro não deve oferecer tração integral nas quatro rodas, ao contrário do que ocorre com o Golf.
Enquanto o Polo R não chega às ruas, o mercado europeu poderá dirigir o Polo GTI (ao lado) em alguns meses. O modelo, que foi apresentado na última edição do Salão de Genebra, em março, contará com um propulsor 1.4 com dois compressores, que gera 180 cv.
O carro é equipado com uma transmissão de sete velocidades e dupla embreagem e ostenta um visual parecido com o do Golf GTI. As vendas do modelo no Velho Continente devem começar em agosto.

Por: Quatro Rodas

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Chevrolet Malibu



A entrada de um novo veículo no mercado automotivo nacional nem sempre obedece à velha lógica formal de atender a uma demanda específica. É o caso do lançamento do Malibu no Brasil. A principal intenção da Chevrolet com a importação do modelo dos Estados Unidos é passar a participar do prestigiado segmento de sedãs médios-grandes. O objetivo, claro, é fortalecer a imagem da Chevrolet ao dar uma opção aos fãs da marca no Brasil – não são poucos – de ter acesso a um modelo moderno, que faça frente a rivais como Ford Fusion e Hyundai Azera.

Essa proposta está expressa na própria intenção da GM, de comercializar apenas 200 unidades por mês – nos primeiros 30 dias de vendas, entre 15 de junho, quando o Malibu desembarcou em sua única versão LTZ, até 15 julho, foram 294 unidades. Introduzido entre os sedãs Vectra e o Omega, o novo modelo da Chevrolet chega por R$ 89.900. Preço bem próximo do oponente coreano – o Azera começa, na tabela, em R$ 90 mil –, mas acima do rival conterrâneo, que oferece o Fusion "básico" por R$ 80.920.

O Malibu apareceu pela primeira vez no motorshow de Detroit, em 2008, com um visual que apontou a tendência de design que a fabricante americana adotaria dali em diante. Começa pela frente agressiva, com uma grade bipartida horizontalmente, com bordas cromadas, que ostenta a gravatinha da Chevrolet. Dois vincos que partem da coluna dianteira passam pelo capô, emolduram os faróis e terminam na parte inferior do para-choque. Há também uma pequena saída de ar bem abaixo da grade central, que divide os faróis de neblina. O conjunto ótico anguloso completa a composição da dianteira. De perfil, chamam a atenção as rodas de alumínio 18 polegadas e uma linha de cintura bem vincada, que corta todo o modelo. Ela parte dos faróis, cruza toda a lateral na altura das maçanetas das portas e vai até a traseira. Atrás, as lanternas são compostas por leds, têm formato irregular e invadem a tampa da mala. Abaixo do para-choque bojudo estão duas saídas de escape cromadas, uma em cada extremidade da traseira.

O motor escolhido para mover o Malibu no Brasil é o 2.4 Ecotec de quatro cilindros, já utilizado aqui pelo utilitário Captiva. A unidade de força é assistida por uma transmissão automática de seis velocidades – que pode ser manuseada também através de borboletas localizadas atrás do volante. Ao todo, são 171 cv que se manifestam completamente aos 6.400 giros, enquanto o torque de 22,1 kgfm acontece aos 4.500 rpm – os mesmos números do Captiva. Em termos de motorização, o sedã da Chevrolet é menos potente que o Ford Fusion, que tem propulsor 2.5 litros de 173 cv, e que o Hyundai Azera, que guarda sob o capô um motor 3.3 V6 de 245 cv de potência.

Para brigar de igual para igual, pelo menos em termos de conforto e tecnologia, a Chevrolet resolveu investir nos itens de série do Malibu. Estão incluídos manopla do câmbio e bancos em couro – com regulagem elétrica de altura e aquecimento –, volante multifuncional, acabamento que imitam madeira, iluminação do painel em tom azul, ar-condicionado digital, computador de bordo, direção com assistência elétrica, sensor de luminosidade, rádio/CD/MP3 com entrada USB, oito alto-falantes Bose e bússola no espelho interno, além de itens de segurança como seis airbags – entre eles, frontais, laterais e de cortina – freios ABS, EBD e assistente de frenagem de emergência. Um pacote de itens de série de respeito, coerente com a função mercadológica do Malibu no país.

Fonte: Web Motors

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Omega Fittipaldi 2012
Conheça este carro que esbanja estilo, potência e classe. Um carro que vai mudar o seu conceito de beleza.



“Motor V6 de 3,6 litros SIDI, 292 cv de potência, rodas de alumínio de 17 polegadas, freios ABS com sistema EBA, sensor de estacionamento, sistema multimídia com display LCD multifunção touchscreen de 6,5 polegadas e muito mais.” Chevrolet.
O novo Omega Fittipaldi é um lançamento que inova no design, potência, sofisticação e tecnologia embarcada. Sem dúvidas para quem já gostava dos modelos anteriores do Omega, desta vez irá virar fã da classe. O carro está sendo considerado o carro com design e visual mais moderno e bonito do mercado.
O novo modelo conta com um motor potente de 292 cv, V6 de 3,6 litros SIDI. Garantindo assim um ótimo desempenho nas estradas. Alem disso ele possui um cambio automático de seis velocidades com opção de troca manual de marchas através do sistema “Active Select” no câmbio.
Um dos grandes destaques do novo Omega é o display de LCD touchscreen de 6,5”. Garantindo assim uma experiência única de entretenimento, o carro conta com uma unidade de armazenamento flash com capacidade de armazenar até 15 CD’s de música, conexão Bluetooth e USB e 7 alto-falantes garantindo um som surpreendente.
O Omega ainda tem em seu design linhas arrojadas e elegantes, faróis de neblina, pára-choque e grade frontal que realçam a sofisticação do modelo e rodas de alumínio de 17 polegadas.
Alem de toda a sofisticação o Omega ainda é um dos carros mais seguros da categoria, com um sistema de air bags frontais e laterais, freios ABS e sistema EBA.
Sem duvida um carro com personalidade e estilo, o preço sugerido para venda pela Chevrolet é de R$ 128.600,00.

Fonte: Sempretops

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Ford Fiesta passa por reforma visual e parte de R$ 29.900

Por: CLAUDIO DE SOUZA



O Fiesta, carro mais vendido da Ford no Brasil, acaba de passar por uma reestilização. Tanto no hatch quanto no sedã, as principais mudanças foram na dianteira. Tratado pela Ford como Novo Fiesta, nome que pode gerar confusão quando a sexta geração -- à venda na Europa -- chegar por aqui, o compacto parte de R$ 29.900 com carroceria dois-volumes e motor 1.0. Na outra ponta dos preços está o sedã com motor 1.6 e todos os pacotes de equipamentos: R$ 44.810.

O Novo Fiesta, ao contrário do que se previa, não adotou o visual do indiano Figo. Em vez disso, os designers da Ford optaram por modernizar o conjunto óptico (cujo novo formato é difícil de descrever) e rebaixar e redesenhar a grade dianteira, agora com linhas trapezoidais semelhantes à do Focus. Mais acima, uma régua plástica na cor cinza arremata o capô do motor. Tais soluções mudaram radicalmente a cara do Fiesta em relação àquela adquirida em 2007, quando o modelo sofreu um facelift relativamente suave, mas muito eficiente. Como há três anos, a traseira do hatch não mudou. O sedã, por sua vez, continua confundível, se visto por trás, com o Focus -- mas ganhou um toque de Fusion 2009 nas lanternas, que têm acabamento cromado.

O recheio do Fiesta é um de seus principais apelos de venda, embora o marketing da Ford afirme que o consumidor gosta principalmente do visual do modelo. De série, o Fiesta sai da fábrica de Camaçari (BA), inaugurada por ele em 2002, com travas elétricas, controle remoto com abertura das portas e do porta-malas e botão localizador, alarme perimétrico, travamento automático das portas a 15 km/h, abertura elétrica do porta-malas por meio de botão no painel, ajuste de altura no banco do motorista, luz de cortesia com temporizador, alerta de manutenção programada, conta-giros, relógio digital, aviso sonoro de faróis acesos, espelho de cortesia para o passageiro, aquecedor, desembaçador traseiro e iluminação no porta-luvas e no porta-malas, entre outros itens.

A Ford optou por apresentar o Fiesta em duas versões, a Fly (básica, com o conteúdo citado acima) e a Pulse (com acabamento diferenciado e alguns extras, como computador de bordo e faróis de neblina). Ambas são incrementáveis com o kit Class, que nada mais é que ar-condicionado, direção hidráulica e vidros elétricos, por R$ 5.250. Isoladamente, o ar custa R$ 2.800. Para reforçar a segurança, por R$ 2.000 o comprador pode levar dois airbags frontais e sistema ABS (antitravamento) nos freios.

Sob o capô do Fiesta foram mantidos os motores RoCam 1.0 e 1.6, bicombustíveis, com potência de 69/72 cavalos e 101/106 cavalos (gasolina/etanol), respectivamente. O torque de cada propulsor com etanol chega a 9 kgfm e 15 kgfm.

A lista de preços do Novo Fiesta é a seguinte:

Fiesta hatch 1.0 Fly - R$ 29.900
Fiesta hatch 1.0 Pulse - R$ 31.500
Fiesta sedã 1.0 Fly - R$ 33.500
Fiesta sedã 1.0 Pulse - R$ 35.150
Fiesta hatch 1.6 Fly - R$ 32.300
Fiesta hatch 1.6 Pulse - R$ 33.905
Fiesta sedã 1.6 Fly - R$ 35.950
Fiesta sedã 1.6 Pulse - R$ 37.560

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Fiat Linea 2012 chega por R$ 56.700
Sedã tem nova versão de entrada chamada Essence, configuração turbo topo de linha segue no portfólio



O sedã Fiat Linea já está na linha 2012 e conta com quatro versões. A mais barata é a Essence - que substitui a LX - com preço de tabela de R$ 56.700. Nessa configuração o modelo traz motor 1.8 flex de de 132 cavalos de potência e câmbio manual de 5 marchas. Mais acima está a versão Essence Dualogic por R$ 59.700. Nela o propulsor é o mesmo 1.8 flex, mas o câmbio é automatizado com 5 marchas.

Por R$ 67.750 é possível comprar a versão Absolute Dualogic. Já a versão esportiva Linea T-Jet, com motor 1.4 turbo de 152 cavalos de potência, custa R$ 71.860. De série desde a nova versão de entrada Essence, o sedã da Fiat traz direção hidráulica, ar-condicionado, duplo air-bag dianteiro, volante em couro, vidros, travas e espelhos elétricos, faróis de neblina, sistema de som, computador de bordo, sistema ABS e rodas de liga leve de 15 polegadas entre outros.

A configuração Absolute Dualogic ainda ganha rodas de liga leve de 17 polegadas, ar-condicionado digital com difusor traseiro, revestimento de couro nos bancos, comandos de telefone e rádio no volante, Bluetooth, sensor de estacionamento, entre outros. A versão T-Jet não sofreu alterações. A garantia do Fiat Linea é de três anos.

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Primeiras impressões: Toyota Corolla 2012
Destaque é o novo motor 1.8 16V Dual VVTi de 144 cavalos.
Câmbio de seis marchas e acabamento interno não surpreendem.


A meta da Toyota é vender, pelo menos, 55 mil unidades do modelo, que é o líder do segmento com 30% de participação neste mercado. Para não perder público, os preços foram reajustados, mas sem nenhuma exorbitância. A versão básica, a XLi 1.8 manual, tem preço sugerido em R$ 63.570; a XLi 1.8 automática sai por R$ 67.570. Já a GLi 1.8 manual custa R$ 67.070 e a automática, R$ 70.570. A opção XEi 2.0 automática tem preço sugerido em R$ 76.770.
A versão topo de linhas, Altis, foi a única com redução de preço: de R$ 89.180 para R$ 87.500. O diferencial dela está no bonito acabamento interno em motivo de madeira, câmera de auxílio a manobras quando a marcha à ré é engatada – o monitor com as imagens fica no espelho retrovisor interno –, break light em LEDs e bluetooth.

Fonte: G1

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Novo Voyage chega no começo de 2012. Veja as projeções
Mudança do carro faz parte de um pacote que inclui a reestilização do Gol


 A alteração do Gol será acompanhada imediatamente pelo Voyage - a Saveiro vai mudar alguns meses depois. Diferentemente do sedã atual, que tem dianteira idêntica à do hatch, o próximo terá para-choque próprio, especialmente na área da grade inferior e dos nichos dos faróis de neblina (veja acima). Faróis e grade superior mudarão, mas sem diferenças em relação ao hatch.

A traseira também terá para-choque novo. E, segundo fontes, as maiores novidades estarão na tampa e no desenho das lanternas, mas não obtivemos essas peças para fazer uma projeção confiável da traseira. Não espere mudanças mecânicas por enquanto. Elas ficarão reservadas à próxima geração da família Gol, que chega no fim de 2014, já com os obrigatórios airbags e ABS de série.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Renault anuncia sucessor do Clio
Hatch compacto será montado na Argentina e chega ao Brasil já em 2012



A Renault confirmou na noite desta quarta-feira (29) um investimento 400 milhões de pesos argentinos (R$ 153 milhões) para produzir um novo hatch compacto na fábrica Santa Isabel, em Córdoba – conforme antecipado por AE na edição de outubro de 2010. O modelo popular substituirá o Clio II. Porém, o futuro hatch (que ficará posicionado abaixo do Sandero) deverá seguir os moldes do sedã Symbol, mantendo a plataforma do Clio II.

Na prática, no novo hatch de entrada da Renault será o Clio atual com novas frente e traseira, além de alguns aprimoramentos. Os 400 milhões de pesos vão preparar a linha de montagem da fábrica argentina e aumentar sua capacidade de produção, com abertura de terceiro turno e criação de 600 novos postos de trabalho – a unidade, onde também são montados Kangoo, Symbol e Fluence, vai operar no limite.

Segundo a Renault, com o investimento o volume anual entregue pela fábrica de Córdoba vai saltar das atuais 114 mil para 148 mil unidades – aumento substancial de 30%. A montadora também informou que cerca de 40% das peças do hatch serão argentinas. O novo popular da marca francesa deve exibir desenho dentro da mais recente identidade visual da Renault, com traços inspirados no Clio III – lançado na Europa em 2006.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Ford Focus Sedan 2011






O Ford Focus chega ao mercado com seu elogiado visual alterado. Ambas as versões, Hatch e Sedan, oferecem ótimo espaço interno e conforto para toda a família. Fora isso, o Ford Focus apresenta diversos equipamentos feitos para garantir a segurança do motorista e dos passageiros.
O Ford Focus tem uma linha completa de acessórios originais para o carro, que permitem a você personalizar o seu veículo com conforto e segurança. Os acessórios têm garantia de fábrica e são instalados na Rede de Distribuidores Ford.Totalmente novo, o Ford Focus Sedan chega ao mercado com um design arrojado marcado por linhas elegantes e modernas.
Além de beleza, incorpora tecnologia avançada para oferecer conforto, segurança e maior prazer ao dirigir. O Novo Ford Focus Sedan impressiona por suas linhas arrojadas e harmoniosas, expressadas através do conceito Kinetic Design da Ford, que representa o dinamismo da energia em movimento.
Com linhas fluidas, o Ford Focus se destaca pelo visual exterior. As curvas reforçam a sensação de movimento, enquanto os faróis translúcidos marcam o conceito New Edge. Os detalhes externos também acentuam o estilo do Ford Focus. Sobram beleza e harmonia, em um design que transmite inovação e personalidade.
O amplo espaço interno para 5 pessoas faz do Ford Focus o veículo apropriado para quem procura conforto e conveniência. Por dentro, o painel envolvente e a proximidade dos instrumentos aumentam o prazer de dirigir do motorista. O primoroso acabamento interno e o design de linhas harmoniosas dão requinte e sofisticação na medida exata, valorizando um dos principais atributos do Ford Focus: o estilo.


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VW mostra novo Jetta e linha 2012
Por Vitor Matsubara




Sedã terá duas opções de motorização; outros modelos ganharam mais itens e séries exclusivas

A Volkswagen está realizando nesta quinta-feira, 24 de março, a apresentação oficial do novo Jetta. O evento, que acontece na cidade de Mogi das Cruzes (SP), também vai mostrar as outras novidades da linha 2012.

Sobre o Jetta, o sedã será oferecido em duas versões de acabamento – Comfortline e Highline – e com duas opções de motorização. A versão de entrada conta com o motor 2.0 Flex, conhecido de outros modelos da VW, como o New Beetle. Já a configuração topo-de-linha será oferecida com o propulsor 2.0 Turbo, que entrega 200 cv.

Já a linha 2012 dos demais modelos da Volkswagen contam com algumas novidades. Todos os carros fabricados no país trocam a iluminação azulada dos instrumentos pelo tom branco, reforçado com luzes de LEDs nas versões mais caras. Outra novidade comum a Gol, Voyage, Saveiro, Fox e CrossFox é o sistema que aciona o pisca-alerta em frenagens de emergência.

Nos casos específicos de Gol e Voyage, além do revestimento em couro Native opcional, eles podem ser equipados com o novo pacote I-Trend, composto pelos itens estéticos do módulo Trend (como os frisos cromados) mais rádio CD Player, rodas de 15 polegadas, computador de bordo I-System e volante multifuncional (com comandos do som).

A linha Fox, por sua vez, ganhou as opções do encosto de cabeça central, rádio Double DIN, nova calota para a versão Prime e rodas de 15 polegadas tingidas de preto no CrossFox. A novidade é o lançamento do BlackFox e do SilverFox, duas séries exclusivas com apelo esportivo. O BlackFox tem detalhes da carroceria, rodas e frisos pintados em cinza; já o SilverFox conta com os mesmos acessórios tingidos na cor preta.

O Golf passa a ser equipado com airbag duplo e freios ABS em todas as versões. O hatch recebeu ainda novos revestimentos dos bancos em baixo relevo (emboss), grade pintada de preto e saída dupla de escapamento na versão Sportline 1.6. A opção GT ganhou sensores de chuva e crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, encosto de cabeça central e novas rodas.

Os preços e todos os detalhes do novo Jetta, a grande novidade do dia, serão revelados pela Volkswagen no fim do dia. Por isso, fique ligado no site QUATRO RODAS para saber tudo sobre o primeiro grande lançamento da marca alemã no Brasil em 2011.

Por: Quatro Rodas

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Leitor flagra Fiat Freemont em MG
Modelo chega ao Brasil no segundo semestre
Por Vitor Matsubara - Fotos: Thiago Dias


O Freemont será a próxima novidade apresentada pela Fiat no mercado brasileiro. Com lançamento previsto para agosto, a versão “italiana” do Dodge Journey já está rodando em testes pelas estradas do país, como mostram os flagrantes feitos por Thiago Dias, de Ipatinga (MG).
O veículo circula com poucos disfarces, que escondem apenas os logotipos da Fiat. As informações sobre o Freemont ainda são escassas, mas há quem diga que o carro pode ser equipado com o motor 2.4 a gasolina, de 173 cv, que já era usado pela Chrysler no finado PT Cruiser.

Seja qual for a escolha da Fiat, a única certeza é que o Freemont não terá a mesma motorização de seu “irmão gêmeo” da Dodge. Atualmente, o Journey é comercializado pela Dodge apenas com o motor 2.7 V6, de 185 cv, que deve ser trocado pelo propulsor 3.6 V6 Pentastar, de 286 cv, quando o modelo reestilizado chegar às concessionárias da marca.

Fonte: Quatro Rodas


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Novo Honda Civic segue caminho do atual
Andamos na nova geração do sedã, que chega no começo de 2012



Para quem olha de frente, não será muito fácil perceber a diferença entre o atual e o novo Civic. A Honda decidiu fazer apenas uma evolução do carro, talvez para compensar um pouco a distância estética que separou a oitava da sétima geração. Nem mesmo mecanicamente a marca japonesa foi além, pelo menos não nos modelos convencionais. Após dirigir o carro por quase 200 quilômetros, debaixo de um sol de rachar no centro do México, de Guadalajara até o povoado de Santa Maria del Oro, fiquei com a sensação não só de que as diferenças são pequenas, mas também que a grande preocupação da Honda continua sendo sua velha rival, a Toyota.



O novo Civic mantém as qualidades que fizeram desse carro um sucesso ao longo de quase 40 anos – nasceu em 1972. É benfeito, econômico, ágil, seguro e relativamente rápido. Agora existem até luxos e “brinquedos” que as pessoas adoram, como um som de 360 Watts completamente compatível com iPod. O que ele não tem é firmeza, solidez e sensação de poder que possuem outros sedãs, como o Focus 3 ou o Jetta. O Civic, porém, é mais ágil, divertido e bem construído que o Corolla. E isso parece ser suficiente para a Honda.
As dimensões do novo Civic mudaram como todo o carro: muito pouco. Mantiveram-se a largura, a altura e o comprimento aumentou 1,6 cm, mas a distância entre-eixos diminuiu 3 cm. A Honda diz que isso foi feito com a intenção de aumentar a agilidade do carro. Curiosamente, o espaço interior não foi afetado. De acordo com a marca, até aumentou, mas não foi possível fazer medições no dia em que o dirigi. O truque foi encolher o espaço do motor, já que até o porta-malas teve sua capacidade ampliada de 340 litros para 353 l – ainda assim, bem inferior à dos rivais.
O carro é, de fato, espaçoso. Tanto na frente quanto atrás, duas pessoas viajarão muito à vontade. O motorista continua recebendo informação de um painel de dois andares. Embaixo fica o grande conta-giros. Em cima estão o velocímetro digital e os medidores de gasolina e temperatura, além de duas linhas que simulam as faixas de uma estrada e indicam, pela cor azul ou verde, a maior ou menor economia de combustível.
A versão mais cara EX-L traz equipamentos como teto solar, câmbio automático, bancos de couro e sistema de som com Bluetooth. A visibilidade melhorou com o emagrecimento das colunas dianteiras e o aumento da área envidraçada no pequeno triângulo formado por uma estrutura vertical colocada nas portas dianteiras. A marca diz que o campo de visão é 34% maior. Não tenho motivos para duvidar desse número.
Fiel a seu costume, a Honda quase não mudou o motor do Civic. Continua tendo quatro cilindros, 1.8 litro, 16 válvulas e 140 cv (aqui será flex, com 138/140 cv). É uma máquina que já conhecemos, e sabemos que temos de forçá-la para obter as melhores respostas. Isso porque a potencia máxima só chega a 6.500 rpm – antes chegava a 6.300 rpm. O torque também só surge totalmente a 4.300 rpm, apesar de a Honda, na apresentação do carro, ter garantido que agora estava disponível numa faixa de giros menor. Nas fichas, nova e velha, aparece o mesmo número: 17,7 kgfm a 4.300 rpm.
Também não houve mudanças na transmissão. Estão disponíveis as mesmas caixas de cinco marchas, tanto manual quanto automática. Só pude dirigir a automática, que funciona bem, mas não seria mal se tivesse uma sexta marcha – o que também é válido para o câmbio manual.
O resultado geral não muda nada. Ou, em favor da Honda, podemos dizer que a diferença é quase imperceptível. O Civic continua sendo um carro agradável de dirigir, com a diferença de que está muito mais orientado à economia do que ao prazer do motorista.
Procurando satisfazer um consumidor que está mais atento do que nunca ao cuidado com o meio ambiente, principalmente nos Estados Unidos (o maior mercado para o Civic), a Honda criou o sistema Econ. Apertando um botão na parte esquerda do painel, obviamente pintado de verde, acionamos um mecanismo que altera o funcionamento de alguns sistemas, como as válvulas e até o ar-condicionado, buscando diminuir o consumo de combustível. Mas só um posterior teste completo poderá confirmar sua eficiência.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Kia Cerato Hatch 2012 sofrerá atrasos



Um dos carros que fizeram mais sucesso no país ano passado foi o Kia Cerato, que depois de receber um cambio de 6 marchas ficou pouco a frente de seus concorrentes. Grande sucesso fez com que a Kia trouxesse o Kia Cerato Hatch para o Brasil.
Agora a inovação em design e tecnologia também virá na forma de um hatch, porem, a vinda do Kia Cerato Hatch 2012 deverá chegar apenas no segundo semestre no Brasil. A Kia afirma que o atraso é devido à grande demanda mundial dos modelos tanto sedan quanto hatch, ambos produzidos na Coréia.

Diferenciais do Kia Cerato Hatch 2012

Alguns dos itens que o Kia Cerato Hatch 2012 trazem são novos em sua categoria, como, trocas de marcha rápidas por borboletas atrás do volante com cambio automático de 6 marchas, espelhos retrovisores com luzes auxiliares em LED, botão para ligar o veiculo sem a necessidade de chave, dentre outros.

O motor 1.6 será suficiente para o Kia Cerato Hatch 2012?

Provavelmente o Kia Cerato Hatch 2012 será lançado por aqui com um motor de 1.6 litros e 126 cavalos de potencia, já utilizado no Kia Cerato Sedan 2012, mas será que ele será suficiente para concorrer com os outros de propulsores maiores? A Kia acredita que sim e por enquanto só lançará o modelo com o motor desse tamanho. O motor 2.0 litros será dedicado ao Kia Koup, versão coupe do Kia Cerato que chegara em breve também ao nosso mercado.

Prepare-se para pagar o preço de um sedan

O preço do Kia Cerato Hatch 2012 será muito parecido com o da versão sedan pelo que ouvimos. Com o Kia Cerato Sedan custando a partir de R$ 54.400,00 não espere um valor abaixo dos R$ 50 mil para o novo hatch.


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Conheça o Ford Ka 2012
Versão reestilizada chega às lojas em agosto



O Ka se alinhou à nova linguagem visual da Ford na linha 2012. Agora o compacto ostenta um novo conjunto de para-choque e grade hexagonal, além de faróis com máscara escura e novo nicho para os faróis de neblina. Atrás, as lanternas passam a ser cinza transparentes, como no Fiesta Sedan, e há um aplique na parte inferior do para-choque com dois refletores nas extremidades. Para completar, novo desenho para as calotas e rodas de liga (opcional).

Por dentro, mudaram o tecido dos bancos e o quadro de instrumentos, que ganhou grafismo inédito e iluminação branca no lugar da antiga verde. Na mecânica, a única alteração está no isolamento dos amortecedores traseiros, mudança que deixou o compacto mais confortável. Os motores são os mesmos: 1.0 e 1.6.

A Ford ainda não divulgou os preços (até porque o carro só chega às lojas em agosto), mas a previsão é que fiquem no patamar do modelo atual. A versão 1.6 passa a se chamar Sport, com rodas aro 15, pneus 195/55 e faixas na carroceria, como no Mustang.

Fonte: Revista Auto Esporte
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Cruze é flagrado com poucos disfarces


O leitor Helder Sanchez flagrou duas unidades do Chevrolet Cruze em testes, no interior de São Paulo, com poucos disfarces na carroceria. O sedã, que vai substituir o Vectra, será a tentativa da marca a voltar a brigar no segmento de sedãs médios, em que, atualmente, ocupa a quarta colocação, atrás de Toyota Corolla, Kia Cerato e Honda Civic.

O lançamento do Cruze no Brasil é aguardado para o segundo semestre. O sedã terá motor de 1,8 litro 16V bicombustível. A versão hatch também será vendida no lugar do atual Chevrolet Vectra GT e GT-X.

Fonte: icarros

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Ford Fiesta 2012




Nomes idênticos nem sempre querem dizer a mesma coisa. Principalmente no mundo dos carros, cada vez mais globalizado. Aqui, o que mais vale é encontrar uma palavra que seja entendida, fácil de pronunciar e ser memorizada em várias línguas. Há sucessos cujos nomes não querem dizer nada, como Corolla ou Twingo. E tem o Fiesta, que em espanhol quer dizer festa – remete para uma idéia de alto astral, que se tornou sinônimo de sucesso na Ford. Desde que a decidiram associá-lo ao mundo dos carros, lá se vão 32 anos e 12 milhões de automóveis vendidos.
E agora acaba de chegar às ruas da Europa a nova geração. Suas linhas foram antecipadas no protótipo Verve, que esteve presente no último Salão do Automóvel de São Paulo. O novo é bem diferente do atual Fiesta, mas está definido que ele manterá seu nome na Europa, África do Sul, Austrália. E também nos Estados Unidos, onde será lançado como opção de carro compacto, idéia cada vez mais presente na cabeça do americano. E ele também servirá de modelo para a reestilização do Fiesta brasileiro, em 2012.
Colocados os dois lado a lado, não há dúvidas: o novo é muito mais insinuante. Ele traz uma profusão de contornos e reentrâncias, no capô, nas laterais, na traseira, tudo com o objetivo de dar uma sensação de movimento. É verdade que, apesar do ar de renovação, nem tudo é uma revolução. Os faróis alongados são um dos diferenciais em relação à geração anterior e seguem a tendência inaugurada pelo designer alemão Murat Gunat no Peugeot 206. De lado, ele lembra um cupê, mesmo na versão cinco-portas que avaliamos na França. Na traseira, agradam as lanternas grandes, bem visíveis, sem prejudicar o porta-malas de 295 litros, a maior capacidade da série, até hoje.
Outro ponto forte é a riqueza de detalhes do interior. Para entrar, basta usar um cartucho de plástico no bolso e abrir as portas. Depois, liga-se o motor só apertando o “Ford Power”, como é batizado o botão que fica... bem, onde ficava a partida. Há capricho no exterior, como os pisca-piscas nos retrovisores.
O painel, emborrachado, causa boa impressão. Não é o caso de alguns plásticos, entre os muitos que proliferam no seu interior, pintados de prata para simular alumínio. Até o protetor do cárter é feito de plástico. Tudo para o bem da economia, é verdade, mas com risco à imagem depois de algumas centenas de quilômetros pela buraqueira no piso brasileiro.
Quando o assunto é a ergonomia, também há altos e baixos. Ponto para o volante regulável em altura e distância. E para a posição de dirigir, rebaixada em 3 centímetros e que induz a impressão de um cockpit. Mas há a sensação de que poderia haver um pouco mais de espaço e espuma nos assentos. O problema até que é remediável na frente, mas dificilmente cinco adultos encontrarão espaço para viajar com conforto. O console também é bem desenhado e leva vantagem no estilo quando confrontado contra os rivais. Segundo os projetistas de interior da Ford, como o alemão Stefan Becker, a inspiração para a disposição dos comandos foram os telefones celulares. “São interfaces simples e lógicas no mundo atual”, diz Becker.
A família de motores é vasta. Começa com 1,2 litro, a diesel e gasolina (60 e 80 cv), e vai até o 1.6 de 118 cv, a gasolina. Cerca de 20 cv mais possante que os atuais 1.6, ele vai, segundo a Ford, de 0 a 100 km/h em 9,9 segundos e atinge 193 km/h. Conduzimos a versão 1.6 diesel de 90 cv, que se mostrou ágil nas retomadas. Com cerca de 40 kg a menos que o antigo Fiesta, compartilha a plataforma com o Mazda 2, marca japonesa que pertence à Ford, o que além de torná-lo melhor ajudou a baixar custos, pois ambos dividem cerca de 50% das peças. Economizou-se na balança trocando aço estampado por compostos plásticos em partes da carroceria, na suspensão mais leve, no motor mais compacto e em ligas de metal mais sofisticadas – entre outros alívios.
Agradou bastante a direção com assistência elétrica variável – uma novidade entre os Ford. Os novos Fiesta têm, em média, retomadas 14% melhores, diz a fábrica. E, além de motores mais desenvolvidos, ajudou o câmbio (no nosso caso, manual de cinco marchas), com engates curtos e precisos. Outra novidade entre os Fiesta são os CVT com seis marchas.
Para um carro que carrega um nome com tanto prestígio, o novo Fiesta pode não ser perfeito. Mas, pela precisão ao dirigir, nível de equipamentos e mais que tudo o estilo, ele é sem dúvida o melhor entre todos os que desfilaram esse nome desde 1976.

Fonte: Quatro Rodas

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Com fábrica no México, Mazda confirma vinda para o Brasil
Modelos Mazda2 e Mazda3 serão produzidos na planta mexicana
Por Bruno Roberti



A Mazda confirmou que vai construir uma fábrica no México e que inicia as vendas no Brasil por meio de uma aliança com a Sumitomo Corporation. No Brasil, a marca vai operar sob a alcunha de Mazda Motor do Brasil Ltda., no qual os lucros serão divididos em 70% para a Mazda e 30% para a Sumitomo.

Segundo comunicado, a nova planta, que vai receber um investimento de US$ 500 milhões, será construída na cidade de Salamanca e o México servirá como ponto de exportações para a América Central e a do Sul.

A marca japonesa pretende iniciar suas operações a partir do ano fiscal de 2013, que começa no mês de abril, com capacidade produção anual de 140 mil unidades. A fábrica vai produzir os modelos Mazda2 e Mazda3.

No entanto, a montadora quer iniciar as vendas no Brasil a partir de abril do próximo ano, antes da conclusão da planta mexicana. Inicialmente, o objetivo é importar os modelos diretamente do Japão.

“Desde que a Mazda entrou no mercado mexicano, em outubro de 2005, nossos resultados de vendas têm melhorado e em 2010, estabeleceu um novo recorde. Baseado neste sucesso, vamos continuar fortalecendo nossos negócios no México e em toda a América Central e do Sul, incluindo o mercado de rápido crescimento brasileiro. Essas iniciativas fazem parte dos planos da Mazda para alcançar as metas de longo prazo em mercados emergentes”, afirmou Takashi Yamanouchi, CEO da empresa.

Fonte: Quatro Rodas
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Volkswagen finalmente revela a SpaceCross
Versão com apelo fora-de-estrada da SpaceFox é lançada em Buenos Aires


O presidente da Volkswagen Argentina recebeu a imprensa com a saudação “bem-vindos a Frankfurt”. Um exagero, é fato. Mas não se pode negar a forte presença da VW no Salão de Buenos Aires, com cerca de 21 novidades para o mercado local. Ao Brasil, um dos modelos que mais interessa é a versão aventureira da SpaceFox – apresentada lá como SuranCross. A perua com visual off-road será produzida na fábrica argentina de Pacheco, de onde será importada para cá entre julho e agosto nas versões 1.6 e 1.6 I-Motion.
Ela segue o estilo do CrossFox, mas não tem estepe na tampa do porta-malas. Para competir com Palio Adventure, recebeu pneus de uso misto e maior altura em relação ao solo. Além disso, o visual traz grandes faróis de neblina e ampla abertura na parte inferior do pára-choque. As laterais exibem largas molduras e os estribos contam com prolongamentos que se estendem pelos pára-lamas. Com três opções de cores sólidas, cinco metálicas e uma perolizada, a nova versão da perua se destaca pelo alto nível de equipamentos de série. Fazem parte da lista sistema de freios ABS, air bag frontal, ar-condicionado, direção hidráulica, acionamento elétrico para vidros, travas e retrovisores (que trazem repetidores das luzes de direção), faróis e lanternas de neblina, rodas de liga leve de aro 15”, ajuste de altura para o banco do motorista e banco traseiro corrediço, além de outros itens
Entre os opcionais o novo Volkswagen oferece coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, revestimento interno de couro, volante multifuncional com teclas para mudanças de marcha e comandos do áudio ou rádio com entradas USB e SD Card, Bluetooth e interface para iPod. Deve chegar por aqui com preço na faixa de R$ 53 mil.
Além da SpaceCross, a VW exibe a nova geração do Beetle, prevista para 2012, e a Amarok Maxi, um conceito derivado da picape de mesmo nome e que traz caçamba 65 cm maior. A produção desse modelo não foi confirmada. (colaborou Carlos Cristófalo, do Argentina AutoBlog).

Fonte: Revista Auto Esporte

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Bravo T-Jet chega às concessionárias
Versão turbinada era para chegar em março; T-Jet custará R$ 68.950




O Fiat Bravo T-Jet chega às concessionárias após atraso de três meses, por R$ 68.950. O veículo foi apresentado em novembro e tinha o lançamento de vendas previsto para março. Além do motor turbo 1.4 16V, acoplado ao câmbio manual de seis marchas, o modelo traz rodas de liga leve 17”, faróis dianteiros escurecidos, minissaias laterais, spoiler e saída da descarga dupla cromada como itens de série.
Leia o teste com o Bravo T-Jet
O motor turbo 1.4 16V T-Jet tem potência de 152 cv e 21,1 kgfm de torque a 2.250 rpm, com a opção Overbooster, que aumenta a pressão do turbo e produz um torque de 23 kgfm. A direção elétrica também recebeu nova calibração para ficar mais firme aos momentos de condução esportiva, e a suspensão recebeu acertos.
No espaço interno, os equipamentos dão ares de esportividade: o T-Jet traz acabamento diferenciado nas pedaleiras e apóia-pés, além de costura vermelha no volante, freio de mão e pomo de alavanca de câmbio. As pinças de freios dianteiras e traseiras também são pintadas em vermelho.

Fonte: Revista Auto Esporte
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Hyundai Veloster



Não há muitas dúvidas de que o Veloster terá um efeito magnético nas ruas, conquistando a admiração de uns e causando repulsa em outros. Esse é só um sinal da sua forte personalidade, ainda que se notem influências de outros modelos em quase todos os ângulos deste pequeno cupê: há genes de Citroën DS3 na dianteira, salpicos de Nissan Juke no perfil e influências do Renault Mégane Coupé europeu na traseira. Mas essa mistura de traços estilísticos produz um belo efeito estético.

Seja como for, atrevimento não lhe falta, nem que seja pela original solução de portas assimétricas - uma maior do lado do motorista e duas do outro lado. E como funciona a porta traseira? É verdade que ela permite o acesso ao banco traseiro sem que o passageiro da frente tenha de se mexer, mas a linha descendente do teto obriga os mais altos a terem dotes de contorcionista - ou então deve-se assumir que o local é indicado só a crianças mais grandinhas. Essa teoria ganha força quando constatamos que ninguém com mais de 1,70 metro de altura deve sentar atrás, a não ser que não se importe em viajar como se fosse um corcunda. Quem se acomoda na traseira não dispõe de saídas de ar exclusivas; em compensação, quase que não existe intrusão do túnel central na região dos pés, o que diminui a sensação de claustrofobia, mesmo tendo em conta que esse seria um aspecto mais relevante se ali se sentassem mais de duas pessoas.
O bom volume para bagagens (320 litros) pode ser ampliado com o rebatimento dos bancos, mas é pena que exista um degrau tão grande entre a boca do porta-malas e o assoalho de carga, dificultando a colocação e a remoção de objetos volumosos ou pesados.

Com 4,22 metros de comprimento, não há dúvidas que estamos diante de um cupê compacto, menor que um Focus (4,34 metros), maior que um Sandero (4,02) e semelhante a um VW Scirocco. Mesmo que, por motorização e preço, seus rivais aspiracionais na Europa sejam Alfa Romeo 1.6 ou DS3 1.6, ele terá de oferecer mais conteúdo por menos preço para ganhar mercado - lá ele custará a partir de 19 500 euros (44 400 reais). No Brasil, aonde chega entre agosto e setembro, poderá ter destino diferente, já que exercerá a função mais de carro de imagem que de vendas, pois não terá um concorrente direto na sua mira.

Seu compromisso entre imagem e preço ganha consistência quando acessamos o interior, onde o painel totalmente composto por materiais de toque duro (que produz um interessante efeito escamado na parte superior) revela que este é um carro pensado para motoristas com espírito esportivo, mas com orçamentos limitados. Dentro dessa simplicidade, não há como deixar de elogiar seu design jovial, beneficiado pelos apliques de efeito metalizado, pelos instrumentos analógicos de fundo preto com dígitos brancos, pelos pedais esportivos perfurados, pela concentração de comandos e da tela de navegação (sensível ao toque, de 7 polegadas) em sua proeminente parte central.

Depois de ajustar a altura e a profundidade da direção, o motorista pode comandar uma série de funções diretamente no volante, de diâmetro bem proporcionado, mas com alguns dos parafusos das fixações à vista, o que, novamente, não fala muito a favor do nível de qualidade percebida.

Uma vez mais se nota que a Hyundai prefere acrescentar valor aos seus carros por meio de uma longa lista de itens de série - a versão avaliada tinha revestimento de couro, banco do motorista elétrico, CD player com USB e Bluetooth, câmera de ré na traseira e teto solar elétrico, só para citar alguns dos itens menos comuns em veículos desse segmento.

Um toque no botão de ignição, logo abaixo do centro do painel, e damos vida ao avançado motor 1.6 de injeção direta de 140 cv, que a Hyundai já usa no SUV ix35 na Europa e é equipado com o recurso start-stop. Ouve-se bem, já que o ronco que sai do escapamento central é afinado para um tom rouco, o que agradará ao público desse cupê com toques de esportivo.

A direção eletro-hidráulica começa a somar pontos por ser rápida e precisa em condução mais exigente, não deixando de se revelar dócil em manobras urbanas. Seu acerto é melhor que o da suspensão, seca demais em pisos ruins (os pneus Hankook de perfil 45 também não ajudam), com prejuízo do conforto, especialmente para quem viaja atrás. Em asfalto liso e em sequências de curvas, o Veloster mostra-se bem ágil e a boa relação entre altura e largura tem como consequência movimentos contidos da carroceria, com direito a uma dose razoável de diversão.

O motor ajuda nessa tarefa, com resposta bem linear desde 2 000 rpm, formando bom conjunto com o câmbio manual de seis marchas, cujos engates agradam pela rapidez e pelo silêncio. Para quem almeja mais adrenalina, há ainda um automatizado de dupla embreagem e seis marchas. Claro que a adoção de um turbo, prática comum hoje em dia, daria uma nova experiência ao volante (elevaria a potência dos 140 para além dos 160 cv). Porém poderia ser excessivo para um chassi de concepção simples e até para seu público, que busca preço mais modesto. Modesto pelo menos na Europa, pois, se a Hyundai usar no Brasil a política adotada no Sonata, cobrando preço superior ao da sua categoria devido ao design cativante, ela pode minar parte do magnetismo do Veloster.


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Primeiras imagens do novo Toyota Yaris são reveladas
Modelo será diferente da versão japonesa
Por Bruno Roberti




As primeiras imagens da versão européia do novo Toyota Yaris, cujo protótipo foi mostrado no Salão de Genebra, foram reveladas.

O modelo é bem diferente do seu irmão do mercado japonês, o Vitz. O Yaris apresenta algumas mudanças nos parachoques, para se adequar às conformidades dos mercados europeus.

Além disso, os vincos no capô e os faróis também mostram um desenho diferenciado. Os traços do modelo estão alinhados com a nova linguagem visual de compactos europeus da Toyota.

No interior, outras mudanças. O porta-luvas duplo foi descartado e o painel de instrumentos está à frente do motorista.

A versão de produção do New Yaris, cujos detalhes de motores não foram revelados, será mostrado ao público de forma oficial no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro.

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Fiat lança Punto 2012 sem mudanças
Novidade é o kit de equipamentos Série Especial Itália
Por Vitor Matsubara



Quem esperava pelo lançamento do Punto reestilizado (conhecido lá fora como Punto Evo) no Brasil vai se decepcionar. A Fiat anunciou a chegada da linha 2012 do modelo, que, por enquanto, não traz mudanças visuais.
A maior novidade é o lançamento do Punto Série Especial Itália, que, segundo a Fiat, celebra o “Momento da Itália no Brasil”, que visa estreitar o relacionamento entre os dois países.
A montadora vende a Série Especial Itália na forma de um kit para a versão Attractive 1.4. Como itens exclusivos, oferece rodas de liga leve de 16 polegadas, faróis e lanternas escurecidos e spoiler na cor do carro. O pacote de acessórios tem custo adicional de 3.500 reais, uma diferença de 45,6% se os itens fossem adquiridos separadamente.
A lista de equipamentos inclui ainda ar-condicionado, coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, rádio CD Player com MP3, console central com apliques na cor prata, retrovisores elétricos, faróis de neblina e chave canivete com telecomando para abertura e fechamento das portas e vidros.

Confira abaixo os preços das versões do Fiat Punto 2012:

Punto Attractive 1.4: R$ 40.380
Punto Essence 1.6 16V: R$ 44.890
Punto Essence 1.6 16V Dualogic: R$ 47.630
Punto Essence 1.8 16V: R$ 46.710
Punto Essence 1.8 16V Dualogic: R$ 49.260
Punto Sporting 1.8 16V: R$ 51.700
Punto Sporting 1.8 16V Dualogic: R$ 54.260
Punto T-Jet: R$ 65.830

Fonte: Quatro Rodas
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Qual Comprar? Jetta TSI, Fusion ou Sonata?


“Estou com dificuldade para decidir entre o novo VW Jetta TSI e Ford Fusion 2.5. Lembro que, além de gostar de tecnologia e conforto, prezo também pelo prazer que o carro proporciona ao dirigir. As dúvidas iniciam com uma diferença de mais de R$ 10.000 reais a favor do carro da Ford. Por outro lado fui informado dos transtornos provocados pela frente baixa e com grande balanço deste carro. Ainda desconheço os custos de manutenção de ambos, como também questiono a dureza da suspensão do novo Jetta. 

Qual é a sua opinião sobre estes carros? Em qual deles devo investir?”

Carlos Macedo, Minas Gerais

“Estou procurando um carro de até R$ 90 mil, que seja espaçoso, confortável e tenha um motor forte! Que seja agradável de dirigir no trânsito da cidade e que tenha um motor que responda e de prazer de dirigir quando estiver viajando (o que faço com frequência) na estrada. 

Qual seria a melhor opção: Jetta Highline, Fusion ou outro? Vale a pena juntar um pouco mais e pegar um Sonata?”

Leitor preferiu não se identificar
Pensando no prazer ao dirigir e no desempenho, não há o que ter dúvidas: o Jetta TSI despacha de longe os concorrentes em desempenho. Com motor 2.0 turbo com injeção direta (200 cv) e câmbio DSG de dupla embreagem e seis marchas, é disparado o carro mais rápido que se pode comprar na faixa de R$ 90 mil. Para se ter ideia, o modelo cravou 7 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h, em nosso teste. E nem por isso a suspensão chega a ser dura. Mal comparando, por exemplo, o Civic Si é muito mais duro.
Mas claro que o Fusion oferece bem mais conforto de rodagem. É um carro voltado ao mercado americano, macio de suspensão e direção, embora não seja “bobo” de dirigir. É uma opção, digamos, mais “low profile” em relação ao Jetta TSI. Tem como vantagens o preço, o acabamento melhor (item que o VW deixa a desejar, pelo preço) e o amplo espaço interno, embora o Jetta esteja longe de ser apertado. O motor 2.5 (173 cv) oferece desempenho apenas razoável, deixando a nova versão V6 (243 cv) com tração dianteira (antes era vendida apenas com tração integral) como boa opção para quem quer desempenho – ainda assim atrás do Jetta TSI.
Por fim, o Sonata 2.4 (178 cv) é senhor carro, melhor de dirigir que o Fusion 2.5. Mas seu preço (R$ 105 mil) inviabiliza a compra por ser um modelo com motor de quatro cilindros – ainda se fosse V6… No meu ponto de vista, é um carro que poderia custar uns R$ 95 mil que estaria de bom tamanho.

Fonte: Revista Auto Esporte

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Flagra: novo Peugeot 207 já está nas lojas



Sedã e hatch ganharam mudanças mínimas e partem de R$ 35 mil

Esse nas fotos é o novo Peugeot 207 Passion. Não parece muito novo, isso porque a marca francesa fez poucas mudanças no visual do sedã. No flagra feito por Marlos Ney Vidal, é possível notar que a barra central do para-choque dianteiro agora é na cor da carroceria. O mesmo se repete no para-choque traseiro, onde a borracha central passa a ser da mesma cor e material que o restante da peça. A inscrição com o nome da marca também foi retirada do puxador central, e apenas o logo foi mantido. As modificações também estarão na versão hatch do modelo.

O interior não aparece nas fotos, mas já é sabido que os mostradores receberão um novo desenho, com fundo branco, e os bancos e portas receberão nova padronagem de acabamento. Já sob o capô, continua tudo igual, com opções de motor 1.4 de 82cv e 1.6 de 113 cv. O 207 deverá conmtinuar assim pelo menos até 2013, ano previsto para a chegada do 208, que será fabricado em Porto Real (RJ).

Nas concessionárias da marca em São Paulo, o novo 207 já está em estoque para pronta-entrega. O valor médio da versão hatch XR é de R$ 35.213, o mais barato de todos. Já o modelo XRS encontra-se em média de R$ 37.730. O XS, modelo mais completo, é oferecido por R$ 44.478, em média. Segundo os lojistas, o sedã 207 Passion sai um pouco mais cara, variando entre R$ 37.038 e R$ 45.898, dependendo da versão escolhida. Os valores representam uma queda de cerca de R$ 3 mil sobre o valor de tabela da versão anterior do modelo. (com Marina Marques)

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Confira a avaliação do Nissan Sentra 2012
Sedã da marca japonesa atrai pelo preço, mas continua com poucas novidades
Por: Revista Auto Esporte



CARLOS GUIMARÃES // FOTOS: GUILBER HIDAKA

Com essa cor branca do Nissan Sentra 2012 não seria difícil ser confundido como taxista aqui em São Paulo. Tudo bem que a pintura do sedã da marca japonesa é discretamente perolizada ao contrário dos carros de frota da capital paulista, mas a comparação foi inevitável até com amigos e parentes. De qualquer forma, além dessa nova opção de cor, o sedã que chega a partir de R$ 54.990 recebeu apenas o sistema que dispensa chave para dar a partida como novidade. No caso da versão avaliada, a 2.0 S CVT, o preço sobe para R$ 64.290.
Fazia tempo que não dirigia um carro com câmbio CVT, do mesmo tipo que a Renault adotou no recém-lançado Fluence, difícil de ser encontrado nos modelos atuais. Nos primeiros quilômetros é estranho acelerar e notar que o ponteiro do contagiros quase não varia de posição. A vantagem é o conforto de não sentir trancos entre as trocas de marcha, mas para quem curte o prazer de dirigir é um pouco frustrante. Ainda mais quando não há opção de trocas seqüenciais, como a Audi chegou a oferecer no sedã A4. Por isso, logo fica claro que bom mesmo é aproveitar o sistema de som caprichado com entrada para iPod e pisar de leve no acelerador. Pelos números aferidos por Autoesporte, o Sentra CVT vai de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos. E retoma de 60 a 100 km/h em 6,6 segundos.
O motor 2.0 flex de 143 cavalos tem 16 válvulas, mas responde bem em baixa rotação, ajudado pelo variador de fase do comando de válvulas. São 20,3 kgfm de torque a 4.800, mas a maior parte desta força (90%) já está disponível desde as primeiras marcações do contagiros (2.400 rpm). Em silêncio, a velocidade sobe de maneira constante. E a suspensão se mostra bem equilibrada, mantendo boa estabilidade sem comprometer o conforto. No piso esburacado das ruas de São Paulo, o sedã mexicano não mostrou sinais de franqueza, sem batidas secas. No cômputo geral, o Nissan é bem acertado, até mesmo a direção com assistência elétrica consegue ser mais comunicativa que a quase anestesiada do primo Mégane.

Os problemas do Sentra começam com o consumo com etanol. Com taxa de compressão mais baixa do que poderia ter (9,7: 1), consegue fazer apenas 5,6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada. Além disso, o visual está quase sem mudanças desde 2007. Exceto pelos retoques na grade dianteira e pela troca dos retrovisores fixos inspirados nos do esportivo 350Z pelos dobráveis (e com desenho sem graça), o carro é o mesmo há cinco anos.
Outro ponto negativo é que falta regulagem de profundidade do volante. Mas apesar de ser mais curto que a maioria dos concorrentes, tem boa distância entre-eixos (2,69 metros, ante 2.60 m do Corolla), o que contribui com o espaço interno. Entretanto, apesar do porta-malas de 442 litros não ser dos maiores é o único que vem com divisória para dividir ou ocultar parte da bagagem.
E a tal chave inteligente? Bem, no dia a dia, o novo recurso se mostrou pouco prático. Seria melhor adotar a partida por botão e chave do tipo cartão, mais fácil de ser guardada e com um encaixe no painel, o que fez falta no caso do sistema do Sentra. O jeito foi deixar a chave solta no porta-copos (curiosamente regulável conforme o tamanho do copo que estiver sendo usado). Se a chave estiver no bolso e você se distanciar do carro com as portas abertas, começa a soar um sinal de advertência e a piscar uma luz no painel, útil, mas incômodo não? Conclusão: não encontrei muita vantagem nesse sistema I-KEY. Se fosse opcional, dispensaria. Mas é de série nas versões S e SL e não disponível na básica.


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Confira como anda o Sandero 2012
Hatch chega no fim do mês com visual renovado e preços menores que os da linha 2011



Dirigir o Renault Sandero 2012 não muda muito a percepção deixada pelos modelos anteriores. Mecanicamente, não há mudanças. Por isso, como nos outros contatos com o hatch, o Sandero é o tipo de carro que agrada em alguns aspectos e incomoda em outros. Começando pelo lado bom, o espaço é o que de melhor o carro tem a oferecer. O Sandero é o maior hatch da categoria, tanto em termos de área para ocupantes como para bagagens. E o único que acomoda cinco pessoas sem aperto.
O acabamento interno também melhorou, graças aos novos revestimentos de bancos e também aos apliques do painel. A Renault diz que trabalhou para reduzir os ruídos provenientes do motor e da rodagem, mas, se houve redução, ela foi sutil. Na avaliação realizada nesta manhã em Florianópolis, o motor (tanto 1.0 como 1.6) foi uma companhia constante. Isso quer dizer que o isolamento acústico ainda não é dos melhores. Nesse quesito, o Fox (só para citar um concorrente) é bem melhor.
A direção é leve e tem ajuste de altura, mas, quando a gente solta a trava, ela cai de uma vez. Isso mostra que, embora o Sandero tenha melhorado, ainda falta uma percepção de refinamento ao carro.
Como o veículo é alto e a suspensão é macia (tanto nas versões normais como na Stepway), não houve nenhum problema em passar pelas inúmeras lombadas da ilha. Mas a contrapartida disso é que o carro não passa sensação de firmeza em curvas feitas em velocidades mais altas.



A versão Stepway está mais elegante e ao mesmo tempo esportiva, por conta de detalhes como as molduras vermelhas nos instrumentos, além da inscrição Stepway no centro dos mostradores. A versão “aventureira” também pode receber revestimento de bancos semelhante a tênis. Todas as versões ganharam indicador de nível de combustível no tanque de partida a frio.
O sistema de som está bem melhor. Fornecido pela francesa Arkamys (a mesma marca que já está no Fluence), tem altura dupla (double din) e entradas USB e auxiliar, além de tocar MP3. Externamente, o modelo ficou com dianteira mais limpa, por conta do fechamento da grade superior. Com isso, o visual do Sandero ficou um pouco mais próximo do Fluence. O Sandero é o carro-chefe da Renault. Com o novo modelo, a empresa pretende crescer 20% este ano, prevê o presidente, Jean-Michel Jalinier. A meta dele é abrir o terceiro turno de produção na fábrica de São José dos Pinhais (PR) até junho. Com isso, a expectativa é fechar o ano com 200 mil automóveis produzidos.
Para melhorar a percepção de qualidade, o modelo ganhou cromados em volta dos faróis auxiliares. Confira abaixo todos os preços da linha Sandero 2012. Todos os valores estão menores do que os praticados na linha 2011. As reduções variam entre R$ 3.090 (no caso da versão Stepway) e R$ 990 (na Authentique 1.0). Veja a tabela completa:

Sandero Authentique 1.0: R$ 28.700
Sandero Expression 1.0: R$ 35.000
Sandero Privilège 1.6: R$ 40.000
Sandero Stepway 1.6: R$ 42.600


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MG chega ao país com MG550 e MG6
Marca investe em garantia de sete anos e preços competitivos
Por Vitor Matsubara



Quem tem mais de 40 anos provavelmente conhece a MG. A tradicional marca inglesa de esportivos fez fama mundial nas décadas de 50 e 60, tanto dentro quanto fora das pistas. Entretanto, os tempos glamourosos findaram em maio de 2000, quando a marca “quebrou” juntamente com a Rover. O destino da MG permaneceu uma incógnita até o fim de 2007, quando a chinesa SAIC finalmente comprou as ações da empresa britânica e colocou-a novamente nos eixos.
Nesta quarta-feira, 8 de junho, a MG Motors chegou de forma oficial ao Brasil pelas mãos do Grupo Forest Trade. Sua primeira concessionária será em São Paulo (SP), mais precisamente na Avenida Europa, tradicional ponto de concentração das marcas de luxo mais desejadas do planeta.
Para tentar se firmar no país, a MG aposta na inédita garantia de sete anos, com revisões realizadas a cada cinco mil quilômetros. A empresa afirma que também se preocupou com o pós-venda, principal motivo de desconfiança do consumidor. O centro de assistência técnica está em fase final de obras na capital paulista e o centro de distribuição de peças está pronto para funcionar, de acordo com a Forest Trade. Existe ainda o MG Insurance, que garante uma apólice de seguro mais barata em parceria com o Banco Alfa.
A rede autorizada também não foi deixada de lado. Segundo Márcio Milani, diretor de marketing da MG, até o fim do ano, a marca pretende contar com 11 a 12 concessionárias. Em 2012, a meta é terminar o ano com 20 a 25 pontos de venda. Depois da primeira loja em São Paulo, a MG deve abrir concessionárias em Curitiba, Brasília, Florianópolis e Belo Horizonte. Ao mesmo tempo, a capital paulista ganhará sua segunda revenda, localizada na Avenida dos Bandeirantes.
Os primeiros modelos a serem vendidos aqui são o MG550 e o MG6. Ambos foram apresentados no último Salão do Automóvel, realizado no fim de 2010. O MG550 é um sedã de luxo com uma generosa lista de equipamentos de série. Fazem parte do pacote ar-condicionado digital com duas zonas de regulagem de temperatura, bancos dianteiros revestidos em couro com regulagens elétricas, teto solar elétrico, sistema multimídia com oito alto-falantes e DVD, GPS, Bluetooth, câmera de ré, persiana traseira e piloto automático, entre outros itens. O preço sugerido é de 94.789 reais.
Já o MG6 é um fastback que se destaca pelo design diferenciado. Os traços da carroceria pouco lembram o MG550 – aliás, uma das características dos modelos da MG é a falta de identidade visual entre eles. Por dentro, o MG6 tem revestimento em couro e acabamento com apliques que imitam madeira. Com o mesmo conjunto mecânico e suspensão do MG550, o modelo custa 99.789 reais.



Por enquanto, o objetivo da MG é de vender 1.200 unidades até o fim de 2011, sendo que o MG550 deve responder por 55% das vendas e o MG6 pelos 45% restantes. Entre outubro e novembro, a marca pretende lançar outros três modelos: o MG350 (sedã médio que deve custar entre 65 mil e 70 mil reais), o MG750 (sedã mais luxuoso fabricado pela empresa) e o MG3, compacto que acaba de ser lançado na Europa.
Ainda é cedo para dizer se a MG terá sucesso em sua empreitada por terras brasileiras. Mesmo assim, a empresa parece apostar todas suas fichas no país, tanto é que cogita até erguer uma fábrica por aqui em 2014.

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Comparativo de Sedans populares


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 Citroën C3 Picasso 2012



O novo Citroën C3 Picasso 2012 acaba de ser lançado oficialmente no Brasil. O veículo foi totalmente remodelado, ganhando a aparência do Aircross. Ele é basicamente uma versão urbana deste, sem os acessórios presentes pacote off-road, tais como o estepe na traseira, os para-choques robustos e estribos.
Versões e preço do Citroën C3 Picasso 2012

O Picasso 2012 está disponível em três opções de acabamento. A versão de entrada, GL, custa R$ 47.990 e vem equipada com direção hidráulica, ar condicionado, bancos traseiros rebatíveis, vidros elétricos e rodas de 16″.

A versão intermediária, GLX, é vendida por R$ 50.400 e vem com faróis de neblina, rodas de liga leve, vidros elétricos e volante multifuncional. Já a top de linha, Exclusive, custa R$ 57.400 e possui ar condicionado digital, volante em couro, duplo airbag frontal e sensor de estacionamento.
Motor e desempenho do Citroën C3 Picasso 2012

O C3 Picasso é equipado com o mesmo motor do Aircross, o 1.6 16V. Ele desenvolve 110cv com gasolina e 113 a álcool. Já o torque máximo é de 14,2kgfm quando abastecido com gasolina de 15,5kgfm quando com etanol.

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Saiba quais são os carros que fazem a cabeça dos amantes de automóveis


Antecipado discretamente pela própria Peugeot, o 207 2012 teve suas primeiras fotos e informações divulgadas pela fabricante nesta semana. Por fora o compacto ganhou para-choques com protetor pintado na cor da carroceria, frisos laterais cromados (exceto na versão XR) e lanternas traseiras com detalhes em prata.



Criado pela Audi para o festival Wörthersee, na Áustria, o A1 Clubsport Quattro é uma versão "insana" do subcompacto de rua.


A JAC Motors Brasil confirmou para o dia 3 de agosto o lançamento da minivan J6, terceiro modelo da marca a desembarcar por aqui.



O Volkswagen Passat 2.0 TSI chega ao Brasil, importado da Europa, por valor sugerido de R$ 106,70 mil. Ele chega junto da versão perua, que tem preço indicado de R$ 113,13 mil.



Se você é fã do superesportivo da Mercedes-Benz, o SLS AMG, aí vão três boas notícias: a primeira é que o modelo acabou de ganhar uma versão conversível, o SLS Roadster. A segunda é que seu desempenho foi pouco comprometido pelo ganho de 40 kg no peso total – na verdade, o modelo é tão rápido quanto a versão cupê.


A Fiat apresentou na última quarta-feira (1°) as mudanças para o sedã médio Linea, que ganha uma nova versão - Essence 1.8 16V, substituta da antiga LX - e novos itens de série.



O Renault Duster - que na Europa é fabricado pela Dacia - começará a ser vendido no Brasil em novembro, em versões 4x2 e 4x4, com duas opções de motores.

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Hyundai Sonata 2011-2012



Que carro é esse, o Hyundai Sonata 2011/2012 da um show de design, tecnologia e sofisticação, um automóvel que ficou bem diferente da sua versão anterior e está muito melhor.

A nova geração do Hyundai Sonata 2011 vem para brigar com veículos como o Ford Fusion, parece que por enquanto virá nas versões: SE, GLS e Limited, na SE, ele tem 203 cavalos de potência, seu motor é 2.4 com injeção direta, tem borboletas no volante para trocas manuais ao novo câmbio de seis marchas.

De acordo com a marca, o consumo de combustível do Sonata SE é de 9,3 km/l na cidade e 14,9 km/l na estrada. O preço ainda não foi divulgado, mas, deve ficar em torno de R$ 90 mil.

No interior do Hyundai Sonata, passageiros e motorista, encontram um ambiente moderno e feito com um excelente material, tem tela de 6,5, Bluetooth e muito mais.

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