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29 de julho de 2011

Motos

Suzuki V-Strom 650


Esta moto é uma excelente opção de lazer para os pilotos e garupas. Seja na cidade ou na estrada, você irá se beneficiar do seu motor projetado para proporcionar uma resposta sensível à operação do punho do acelerador e abundante torque em uma larga escala de rotações do motor.
O cilindro de seu potente motor possui tratamento superficial interno Deposição Eletroquímica de Material Suzuki – Cromo Duro (SCEM), que garante uma maior durabilidade, melhor vedação e melhor transferência de calor.

A V-Strom 650 acrescenta emoção a cada passeio, oferecendo potência e aceleração sem perder no quesito conforto. O amortecedor traseiro possui um ajuste "fácil-de-operar" para regular a pré-carga da mola e a força de retorno do amortecimento.
É uma máquina com 645 cm³ de refrigeração líquida, DOHC, 90° V-Twin com avançadas características, incluindo ângulos de válvula fechados (o que permite o motor ser compacto), câmara de combustão eficiente, válvulas grandes e bielas leves com tratamento superficial jateado (shot-peened).

O sistema de injeção eletrônica possui o sistema de Dupla Válvula de Borboleta Suzuki (SDTV), que otimiza a eficiência na combustão para um torque superior em baixas/altas rpm e uma melhor economia de combustível.

Para atender aos níveis de emissão proposto pelo Promot 3 a V-Strom 650, está equipada com o sistema de injeção de ar na saída do escape (PAIR), que auxilia na queima dos hidrocarbonetos resultantes da combustão reduzindo o nível de emissão de monóxido de carbono.

Sua pré-carga da mola ajustável em um tubo de 34 mm de extensão na suspensão dianteira proporciona uma pilotagem confortável nas mais diversas condições de terrenos. E o chassi de dupla longarina ebalança em liga de alumínio propiciam uma direção suave e balanceada rigidez.

A V-Strom 650 vem equipada com painel de instrumentos completo que inclui velocímetro, tacômetro, um display em LCD com hodômetro, hodômetros parciais, medidores de temperatura e combustível e luzes indicadoras em LEDS.

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Suzuki Bandit N1250 2012



A Bandit N1250 foi desenvolvida por uma dedicada equipe de engenheiros da Suzuki com o objetivo de produzir uma maquina inigualável. Assim, tornou-se a favorita dos motciclistas em todo mundo ao oferecer um apurado conjunto de rendimento, estilo e valor. Equipada com um moto de 1.255 cm³, oferece uma combinação perfeita entre polêmica, estilo e economia. Sua nova versão, ainda melhor, conta com refrigeração líquida e injeção eletrônica de combustível, que estão em harmonia com seu elegante design e a indiscutível qualidade de seus componentes.

Preço estimado R$ 32.400

Painel Completo
Suspensão com ajuste de força e amortecimento
Rodas de liga leve pneus radiais
Balanceador Secundário do motor
Câmbio vertical
Transmissão com redução de ruídos
Sistema ISC (Idle Speed Control)
Sistema SDTV
Chassi Tubular
Ajuste de Altura do Assento

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Ducati Streetfighter S 2011


A Streetfighter Ducati está equipado com tudo o que fez a Superbike uma lenda: Awesome L-Twin muscular com brutal, torque grande furo, a tecnologia de chassis puro-sangue, braço oscilante de um só lado bela, o planeta-parando freios monobloco e classe pura e sofisticada.
Enquanto as formas do tanque e assento não deixam dúvidas quanto às raízes da Streetfighter, é a posição vertical e comandando equitação que realmente começa a moldar o caráter dessa naked final. Nova, minimalista controles, instrumentação e de design do farol deixar a frente com aspecto limpo e média, enquanto twin-empilhados do lado direito mufflers na traseira deixar a cauda high-end e afiada.
Não Ducati outros já alcançado tal postura agressiva, proporcionando um ambiente confortável, capacitando passeio, controlável e agradável.

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Yamaha Fazer 250 2012


A motocicleta vem recheada com algumas mudanças no painel, farol, lanterna e com uma cor totalmente inovadora: roxo.

O painel de instrumentos é totalmente novo e lembra o da irmã maior XJ6 N. O estilo está mais adequado a nova Fazer YS250 e conta com conta-giros análogo e velocímetro digital, além de diversas funções e luzes espias.

O farol em policarbonato conta agora com uma lâmpada de 55w/60w e também lembra a XJ6 N.

A traseira recebeu uma rabeta ascendente e abriga uma lanterna em LED e nova alça para a garupa. O desenho lembra as rabetas dos modelos esportivos da Yamaha.

Fonte: Motokando

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SHIVER 750OVERVIEW


A evolução do projeto Shiver não tem limites. A Aprilia naked, que tem espantado o mundo com estilo sem precedentes e conteúdos de tecnologia que ficaram inacessíveis aos seus concorrentes directos, agora consegue mais se aperfeiçoando com modificações destinadas a reforçar a sua personalidade, o prazer da equitação e ergonomia.
Um motor inovador equipado com passeio de última geração integral por Wire, um multimap, um chassi de primeira linha que é capaz de satisfazer todos os níveis de pilotos, e todos os equipamentos técnicos que nenhuma outra moto chega perto de. Aprilia Shiver 2010 é certamente a motocicleta referência entre o nu meio-powered ciclos.

Este veredicto é ainda mais consolidada no meu 2010, graças ao seu olhar novo, mais esportivo, devido à introdução de um novo mini pára-brisa e discos de freio agressiva onda. Ao mesmo tempo Aprilia Shiver chegou ainda mais perto das necessidades dos pilotos, com uma ergonomia melhorada através da introdução de uma sela nova, 2 polegadas mais estreitos, para um melhor controle e uma gestão optimizada do ciclo de ambos ao mesmo tempo em movimento e em manobras de pé. Sentado na sela um também descobre uma posição de corrida mais andar em comparação com a versão anterior, graças à ajuda de footpegs piloto novo, passou para trás e da handlebear, mais inclinados para a frente. Assim, inserida na motocicleta, a Shiver 750 meu cavaleiro 2010 pode explorar melhor os benefícios da roda 5.5x17 traseiro novo, que, além de melhorar a manipulação em percurso misto e de segurança nas vias da cidade, aumenta a velocidade por sua vez, devido à superfície de apoio oferecidos pelo pneu 180 e 55.

Graças a essas atualizações da Aprilia Shiver meu 2010 é agora uma moto muito mais fascinante.

Há algumas questões-chave que marcam o sucesso de Shiver. É uma moto que pode seduzir até mesmo o piloto mais exigentes, mas também é capaz de trazer para aqueles que são novos para a cena de duas rodas, como é tão incrivelmente fácil de pilotar.

As principais características dos 750 Aprilia Shiver meu 2010 são:
• V2 90 ° do motor com quatro válvulas por cilindro Overhead Camshaft, duplo e refrigeração líquida;
• a integral Ride-by-Wire tecnologia tri-map desenvolvido para competições;
• modular trellis / armação em alumínio com rigidez torsional significativas;
• Alumínio com braço oscilante stiffener cinta e amortecedor lateral;
• 43 milímetros de cabeça para baixo garfo;
• freios com pinças radiais de corridas e discos de 320 milímetros de onda
• carenagem de proteção mais alto de Nova
• sela New menor e mais fino
• Novo estilo de corrida piloto / passageiro footpegs
• A roda traseira nova com 5,5 milímetros notch

Projeto

A Shiver nova redondamente se concentra em aspectos de corrida. As novas cores, os discos wave estilo de freio e do footpegs rider nova corrida são apenas alguns dos sinais que envia Shiver aos observá-lo. A linha mantém-se muito agilizar e italiano e, graças ao uso inteligente das novas cores e gráficos, movimentos Shiver até alguns entalhes, na medida do equilíbrio e agressividade estão em causa, destacando algumas técnicas que realmente fazem a diferença, como, por exemplo, o amortecedor lateral ou a mistura estrutura de aço e chapas de alumínio trellis.

Motor

O motor V90 é o resultado da experiência Aprilia tem na mecânica de alta performance. Graças à sua peculiar características técnicas da Aprilia dois cilindros é capaz de combinar um nível excepcionalmente elevado de saída com taxas de exploração máxima e user-friendly equitação pesquisa opções.A conduzido para atingir níveis de desempenho superior em sua categoria levou à decisão de adotar algumas avançadas soluções de ponta técnico. A Aprilia 750 V2 motor tem uma série de características essenciais: torque extremamente generoso sobre a maior parte da faixa de rpm, vibrações insignificantes, a entrega de potência suave e completa os níveis de produção que são top em sua categoria.
A versão 2010 da Shiver naturalmente usa o mapa do passeio multi-integrante fio pela tecnologia que foi desenvolvida ainda mais tirando partido da experiência adquirida com a corrida de superbike RSV4. Esta solução técnica, obviamente, representa a versão topo-de-arte de sistemas de controle do motor e Shiver Aprilia confirma sua posição de liderança tecnológica em seu setor.
Com o simples toque do controle de partida o piloto pode escolher, mesmo enquanto se move, mas com acelerador fechado, um dos três mapas, e mudar radicalmente a personagem da motocicleta:
- "Sport" para que o "acelerador na mão" quando um piloto precisa desabafar explorando o caráter inteiro desta moto gêmeos italiano cilindro;
- "Touring" quando a entrega suave de potência e fluidez são essenciais durante os momentos em que os desejos de corrida são postos de lado para desfrutar de um passeio mais relaxante, até dois-up;
- "Rain", quando aperto não é tão bom como deveria ser a máxima segurança e é o principal objetivo.

Graças às soluções técnicas instalado nesta moto Aprilia V90 é capaz de atingir valores de saída excelente. A potência máxima de 95 cv a 9.000 rpm e um torque máximo de 81 Nm a 7.000 rpm são performances excepcionais. O torque de incríveis disponível mesmo no fim do fundo significa que nada pode bater Shiver em pistas mistas.

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Aprilia RSV4

Criado com o objetivo único de espírito de ser simplesmente o melhor na pista e na estrada, desde a sua criação a RSV4 Aprilia surpreendeu o mundo com a sua aparência, tecnologia e performance. Os 65 primeiro ° V-4 motor sempre em uma moto de produção de esportes, um chassis digno de um GP 250, Ride By Wire, multimap gestão do motor: todas essas são conquistas realizadas para a Aprilia RSV4, que encabeça uma arquitectura única e especificações com a assinatura da Aprilia rideability excelente trouxe para o próximo nível.

Mas os registros são feitos para serem quebrados. Graças aos esforços incansáveis ​​do R & Aprilia departamento D e uma colaboração muito estreita entre Departamento Racing e produção, a RSV4 Aprilia fez um gigantesco salto para a frente.

A RSV4 Fábrica TAEG é um marco na história do desporto motos super. Toda a experiência de corrida e as indicações recolhidas durante a temporada de 2010 bem-sucedida de Campeão do Mundo Max Biaggi foram reunidos em uma moto que estabelece um novo padrão para o desenvolvimento futuro da estrada de bicicleta.

Controle de tração única ajustável capaz de se auto-ajustar para atender diferentes tipos de pneus, controle de wheelie, controle de lançamento, mudança rápida: são novas funcionalidades a RSV4 Fábrica TAEG de que levantar a barra em acompanhar o desempenho ainda mais para cima.

Supremacia tecnológica Aprilia significava que todos os aspectos do sistema de gestão eletrônica para a RSV4 SBK Fábrica, com o qual Max Biaggi dominaram o Campeonato Mundial de Superbike 2010, poderá ser desenvolvida em casa. Como resultado do know how desenvolvido inovadoras no circuito e com a colaboração estreita entre a equipe, a Divisão de Racing e da divisão de produção, a transferência desta tecnologia a partir da faixa de produção foi praticamente instantânea. Isto é como as pessoas Aprilia foram capazes de acabar mais rápido a moto, mais eficaz na pista, uma moto, cujo único objetivo é a volta mais rápida.

Tecnologia de ponta

Esta nova tecnologia está reunido no pacote TAEG (Aprilia Ride Control Performance), basicamente o estado da arte em controle de desempenho dinâmico, um sistema multi-patenteado que faz Superbike tecnologia vencedora disponíveis para pilotos de corrida e pilotos profissionais passatempo semelhante. Tudo isso vem em um pacote fácil de usar, intuitivo.

Aprilia RSV4 melhorias Fábrica TAEG não são limitadas ao sistema de gerenciamento eletrônico. O motor V4 de 65 ° oferece lubrificação melhorada e mais espaçados engrenagens para uma melhor aceleração. O escapamento, nova e mais leve possui um avançado sistema de gerenciamento de válvula borboleta para atender o passeio por mapeamento de arame para respirar e eficiência toda a faixa de RPM.

Além disso, a Aprilia RSV4 Fábrica TAEG é a moto esporte primeira super desportivo da nova geração homologados extras desempenho pneus 200/55 mistura dupla desenvolvido em colaboração com a Pirelli com base nos conhecimentos reunidos em circuitos de corrida Mundial de Superbike.

Os novos recursos introduzidos na fábrica Aprilia RSV4 TAEG em detalhes:

TAEG Aprilia Ride Control Performance, o pacote de gerenciamento eletrônico, incluindo:
- ATC: Aprilia Controle de Tração ajusta automaticamente a diferentes tipos de pneus, com 8 configurações convenientemente selecionáveis ​​durante a competição a partir de um joystick no guidão esquerdo sem girar o acelerador para baixo;
- AWC: Aprilia Wheelie de controle com três configurações;
- ALC: Aprilia Launch Control, para uso em pista única, com 3 configurações;
- AQS: Aprilia Quick Shift, por ultra-rápida mudança sem fechar o acelerador ou usar a embreagem.

Modo de tela dupla para a exibição do painel de instrumentos: estrada e da raça;

Novo escape é mais leve e oferece um melhor desempenho;

Optimizado relações de transmissão para o desempenho faixa máxima;

Melhorou a lubrificação do motor;

Novo, exclusivo pneu traseiro 200/55 dupla mistura.

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Motos Ditally 50cc


Lançadas nos modelos JOY e JOY Plus, as motos DITALLY 50 esbanjam conforto, tecnologia e alto acabamento esportivo. Mesmo sendo somente 50cc, estas motocicletas em questão de especificações técnicas são consideradas por muitos superiores aos modelos similares do mercado.

Especificações técnicas da JOY e JOY PLUS

CAMBIO: SEMI AUTOMÁTICO
PARTIDA: ELÉTRICA E PEDAL
CILINDRADA: 50cc
VELOCIDADE MÁXIMA: 50 Km/h
FREIO A DISCO TRASEIRA
FREIO A DISCO NA DIANTEIRA VENTILADOS COM DIÂMETRO DIMENSIONADO
FREIO DIANTEIRO ABS
PNEU DIANTEIRO 2.50-17
PNEU TRASEIRO 2.75-17
RODAS BORDA DIAMANTADA
PESO: 84 Kg
RABETA ESPORTIVA
INDICADOR DE MARCHAS
INDICADOR DE FAROL ALTO
INDICADOR DE DIREÇÃO
MARCADOR AMPERAGEM / VOLTS
MARCADOR COMBUSTÍVEL

Fonte: Motokando

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Kawasaki Ninjinha 250R


Após longa expectativa, a Kawasaki traz para o Brasil a Ninja 250R especialmente desenvolvida para atender às exigências do motociclista brasileiro. Agora você pode subir um degrau para o mundo da Kawasaki com a Ninja 250R, uma bicilíndrica paralela com 250 cc, potência de 33 cv e injeção eletrônica, em um chassi esportivo porém confortável e fácil de pilotar - o modelo perfeito para ser a sua primeira Kawasaki.

Motor

No coração da Ninja 250R encontra-se o motor de dois cilindros paralelos de 249 cm³ com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), oito válvulas e câmbio de seis marchas, desenvolvendo potência de 33 cv a 11.000 rpm. A potência sem compromissos traz de volta o prazer de dirigir no dia-a-dia da cidade e ainda aproveitar longos passeios no final da semana.

Estilo super-esportivo

Já na primeira vista a Ninja 250R revela o estilo e a qualidade que a elevam para o topo de sua classe. A Ninja 250R não é apenas aparência, é real. A carenagem integral proporciona excelente aerodinâmica e proteção contra o vento e intempéries.

Aspecto robusto

As rodas moldadas com seis raios e os garfos espessos dão à Ninja 250R o aspecto de uma moto grande. O garfo frontal telescópico de 37 mm contribui para uma pilotagem suave na Ninja 250R. Ajustes finos mantêm sua alta estabilidade em movimento.

Freios a disco

Perfeito para o trânsito urbano, os discos em formato de pétala de inspiração competitiva proporcionam a frenagem com alta segurança e conforto.

Ergonomia

O assento levemente inclinado e o guidom largo e elevado da Ninja 250R oferecem uma postura natural de pilotagem. A atenção aos detalhes fica evidente na interface com o piloto, onde até mesmo a sensibilidade dos botões foi cuidadosamente projetada para ser agradável ao toque. O tanque de combustível foi desenhado para que os seus joelhos se adaptem confortavelmente.

Traseira estreita

A moldagem traseira com design estreito é pura tradição Kawasaki Ninja. Com uma cobertura opcional para o assento traseiro, tranforma-se em um modelo monoposto ainda mais esportivo.

Sistema de escape

A saída cromada e esportiva do escapamento é mais uma das características marcantes da Ninja 250R. O escape 2 em 1 contribui para o torque em baixas e médias rotações e ainda proporciona uma curva de potência suave e progressiva.

Chassis harmonioso

O quadro robusto e a balança traseira propiciam uma base rígida e forte para a Ninja 250R. Suspensões dianteira e traseira com ajustes firmes e rodas de 17 polegadas completam um conjunto harmonioso e amigável ao piloto, oferecendo confiabilidade e estabilidade seja em baixas ou altas velocidades.

Rodas e pneus de 17"

A Ninja 250R utiliza rodas de 17" como suas irmãs superesportivas maiores. Os aros largos aceitam pneus esportivos de baixo perfil, que contribuem para a fácil e estável dirigibilidade em baixas velocidades.

Visual agressivo

O farol duplo montado na carenagem permite que você veja e seja visto. As lentes transparentes dos piscas laterais, assim como outros detalhes estéticos, conferem um visual de alta qualidade à Ninja 250R.

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Kawasaki ER-6n


Pilotos que procuram a performance e praticidade da Kawasaki Z750, mas desejam algo mais leve e acessível para os iniciantes, encontram a resposta na nova ER-6n, montada na nova fábrica da Kawasaki no Brasil. Com um estilo urbano agressivo e um compacto motor de 2 cilindros paralelos, a ER-6n possui uma combinação única de visual moderno, agilidade e conforto na pilotagem. A ER-6n oferece performance amigável e um novo e distinto design.

Motor e performance

O motor de dois cilindros paralelos de 649 cm³, refrigerado a água, DOHC, com 8 válvulas e injeção eletrônica oferece resposta rápida e macia, especialmente nas baixas e médias rotações. A distribuição de potência foi calibrada para permitir maior confiança nos pilotos iniciantes. A injeção eletrônica também foi ajustada para respostas mais suaves (especialmente abaixo de 4.000 rpm), contribuindo para o caráter de rápida elevação de giros da nova ER-6n. As excelentes características em faixas médias de potência tornam esta motocicleta especialmente prazerosa de pilotar na cidade.

Farol dianteiro vertical

Os dois faróis dianteiros são dispostos um sobre o outro de forma angulada. A semicarenagem do conjunto ótico contribui para o visual arrojado da ER-6n.

Instrumentos

O painel de instrumentos tem design moderno, com velocímetro análogo com iluminação backlight com LED's brancos, permitindo excelente visualização noturna. O painel LCD multi-funcional tem iluminação backlight âmbar com diversas funções: marcador de combustível, conta giros digital bar-graph, relógio, odômetro total e dois odômetros parciais.

Freios

Os dois discos dianteiros de 300 mm em formato de pétala e o disco traseiro de 220 mm em formato de pétala garantem excelente capacidade de frenagem à ER-6n.

Conforto e ergonomia

A posição de pilotagem foi especificamente projetada para inspirar confiança no piloto. Uma relação ideal entre o guidão, assento e pedaleiras resultaram em uma posição natural e confortável para a maioria dos pilotos. O chassis e motor formam um conjunto estreito, permitindo ao piloto manter os joelhos e pés mais próximos. Graças à baixa altura do assento e a formato de linhas finas, é fácil colocar os dois pés no chão com a motocicleta parada, fator de grande importância para muitos motociclistas. Alças traseiras de alumínio foram desenhadas para dar segurança ao garupa.

Vibração reduzida

Coxins de borracha ao invés de rígidos na fixação traseira do motor reduzem a vibração transmitida ao piloto através do assento. O guidão também tem suportes de borracha, reduzindo a vibração nos punhos e espelhos retrovisores, e as pedaleiras do piloto e do passageiro têm revestimento de borracha, reduzindo mais ainda as vibrações.

Chassis

O chassis é um componente chave da identidade da ER-6n. As carenagens acentuam e valorizam o chassis ao invés de escondê-lo. O desenho do chassis, da suspensão traseira e da balança foi cria uma linha integrada que vai do cubo da roda traseira até o conjunto do farol. Os tubos ovalados na balança traseira e no estabilizador contribuem para o visual de alta qualidade da ER-6n.

Lanterna traseira com LED

Vista por trás ou pelos lados, a lanterna traseira, a rabeta e o assento formam um desenho único. A fina lanterna com LED's e os indicadores de direção reforçam mais ainda o estilo ousado da ER-6n.

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Sundown Motard 125


Feita para enfrentar o dia a dia a nova Sundown Motard 125 chega ao mercado para trazer um visual diferente a extensa classe das 125. Ideal para o percurso urbano o modelo apresenta agilidade de uma supermoto, com o consumo de uma street.

Vendida em versão única, o modelo é bem completo trazendo diversos itens de série como freio a disco na dianteira e partida elétrica. Descendente da antiga Motard 200, a nova máquina chega com um preço mais acessível que sua “irmã”, custando cerca de 2 mil reais a menos.

Ficha Técnica: Sundown Motard 125

Motor: Monocilíndrico, OHC, 124,5 cm³, refrigeração a ar, quatro tempos.
Potência máxima: 10,87 cv a 9.500 rpm.
Torque máximo: 0,86 kgfm a 7.000 rpm.
Alimentação: Carburador.
Câmbio: Cinco marchas com embreagem multidiscos banhada em óleo. Transmissão final por corrente.
Suspensão: Dianteira por garfo telescópico invertido (190 mm de curso); traseira por balança mono-
amortecida (190 mm de curso).
Freios: Dianteiro com disco de 241 mm de diâmetro com pinças de dois pistões; traseiro a tambor de 130 mm de diâmetro.
Chassis: Berço duplo.
Dimensões: 2.060 mm x 830 mm x 1.110 mm (C x L x A); 1.400 mm (entre-eixos); 210 mm (altura do solo).
Peso: 118 kg.
Preço: R$ 7.240

Fonte: Infomoto
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Kawasaki Z750


Com visual único, a Kawasaki Z750 chama a atenção por onde passa e já pode ser encontrada com freios ABS. A Naked de 750cc da Kawasaki é montada na Fabrica de Manaus e traz esse item de segurança que está cada vez mais presente nas motocicletas.

Desde o seu lançamento há 5 anos, a Kawasaki Z750 causa um grande impacto com seu motor de 750cc de 4 cilindros paralelos, injeção eletrônica e estilo agressivo. Agora cuidadosamente reconfigurada pelos engenheiros da Kawasaki, no Brasil e no Japão, a Z750 está preparada para as condições brasileiras, garantindo um desempenho à altura da longa tradição da linha Z da Kawasaki. A Kawasaki Z750 chega ao Brasil para ser a primeira da classe, como ela já é na Europa.

Motor

Sob vários aspectos o motor de 750 cc é o tamanho perfeito, mais potente que um motor de 600 cc porém mais leve que um de um litro. E a potência da Z750 pode ser explorada ao máximo, enquanto o novo sub-quadro, cuidadosamente dimensionado, impede que vibrações desconfortáveis atinjam o piloto.

Está nos detalhes

O escape único de duas saídas é uma daquelas soluções que só podia vir dos engenheiros da Kawasaki, que conhecem como ninguém a ¨filosofia Z¨. Radical e agressiva, é mais um exemplo do por quê a Z750 é referência em sua classe.

Tanque de combustível

O tanque de combustível foi esculpido para proporcionar o máximo conforto com estilo. Você descobrirá o valor dos recessos anatômicos para os joelhos ao fazer as curvas mais fechadas.

Freio dianteiro

As potentes pinças de duplo pistão agarram os discos em forma de pétala desenvolvidos para competição, tornando a Z750 tão eficiente na frenagem quanto é na aceleração e dirigibilidade.

Painel de instrumentos

Todas as informações que você precisa estão ao alcance de um simples olhar no painel da Z750. Rotações, velocidade, temperatura do motor e nível de combustível são apenas algumas das informações essenciais disponíveis.

Garfo dianteiro

O garfo telescópico dianteiro invertido e ajustável desempenha um importante papel na dirigibilidade aguçada da Z750, permitindo ainda que você personalize-o para o tipo de pista e o seu modo preferido de pilotagem.

Amortecedor traseiro

Aliado à suspensão traseira Uni-Trak da Kawasaki, o amortecedor traseiro ajustável também pode ser adaptado ao seu estilo de pilotagem.

Sub-quadro

O novo sub-quadro do motor em alumínio fundido permite que os apoios do motor sejam posicionados atrás do cilindro para uma menor vibração do motor.

Assento

A posição de pilotagem, estudada nos mínimos detalhes, transforma o piloto e a moto em um único corpo, melhorando a aerodinâmica, a dirigibilidade e o controle da Z750.

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Kawasaki Z1000

A Z1000 é uma super naked e chega para oferecer um show de design para arrebatar os olhos dos fãs de duas rodas. O seu visual agressivo, característico de uma street-fighter, é potencializado com o seu motor de 1.043cc. É só acelerar e sentir a força desta motocicleta, considerada em todo o mundo como a "bad boy" da Kawasaki. Além disto, é muito confortável e oferece uma ótima pilotagem e mobilidade para o seu dia a dia em ruas urbanas e longas viagens.

A Z1000 surpreenderá os olhos com seu visual deslumbrante e despertará todos os sentidos daqueles que querem mais do que uma simples motocicleta, mas uma poderosa companheira que trará satisfação até ao parar no semáforo e colocar o pé no chão. Há benefícios que tornam a Z1000 um ícone da Kawasaki.

Novo Motor completamente reconstruído

Um motor tetracilíndrico em linha de 1.043 cm3 refrigerado à água, DOHC, 16 válvulas, oferece uma maior entrega de potência e um torque mais forte.

Novo Quadro em Alumínio

Um novo quadro tubular de berço duplo em alumínio foi projetado especialmente para a Z1000. Similar ao conceito do quadro da Ninja ZX-10R, as traves passam sobre o motor, permitindo uma construção geral mais estreita que facilita o encaixe dos joelhos para um controle maior.

Sistema de Refrigeração de Ar Cool Air

O sistema Cool Air leva o ar para a caixa de ar vindo de dutos de ambos os lados do tanque de combustível, minimizando a perda de performance devido à admissão de ar quente. Isto não deve ser confundido com o sistema Ram Air, no qual o ar da alimentação fica pressurizado na caixa de ar. Posicionar os dutos mais próximos ao condutor permite que a admissão seja totalmente aproveitada.

Nova Suspensão

A nova suspensão traseira posiciona a unidade de amortecimento e ligação por cima da balança. Isto deixa a suspensão longe o bastante do escapamento, fazendo com que a operação não seja afetada pelo calor. O novo projeto contribui para a centralização da massa. Visível de fora, a ligação traseira horizontal contribui para a aparência arrojada da Z1000. A suspensão traseira elimina o tanque de reservatório traseiro.

Freios com ou sem ABS

Na roda dianteira, os discos ventilados de 300 mm da Z1000 são gripados por pinças radiais de quatro pistões. Um cilindro máster com bomba radial do freio dianteiro também contribui para um controle e resposta esplêndida, oferecidos pelas novas pinças. O freio traseiro apresenta um disco de 250 mm com único pistão, com uma pinça radial. A opcional ABS oferece ainda mais segurança.

Escapamento estilo quad

Escapamentos estilo quad mantém-se com um elemento de design chave vindo dos modelos anteriores. O desenho mais curto do escapamento (cada um 2/3 do volume do modelo 09MY) permite que a silhueta da roda seja vista.

Estilo Agressivo

A nova Z1000 possui estilo agressivo. Do desenho da bolha frontal com declive acentuado, conseguido graças ao novo farol de feixes alinhados à seção traseira minimalista, a nova Z1000 apresenta uma imagem muito condensada, com a sua massa adiantada. Este desenho dinâmico é reforçado pelas tampas das bengalas frontais e amplas aletas evidenciando a admissão do novo sistema Cool Air.

Novo painel de instrumentos LDC

Um painel de instrumentos totalmente digital apresenta lentes laranjas que chamam a atenção. O ângulo do painel de instrumentos pode ser ajustado de acordo com a preferência do piloto. Pilotos podem escolher três posições com o ângulo facilmente mudado sem ferramentas por meio de um botão de ajuste no lado esquerdo. As funções incluem velocímetro digital, conta-giros em barras, odômetro, dois odômetros parciais, nível de combustível e relógio.

Guidão tipo "Fat"

O guidão foi montado a fim de contribuir para uma condução mais precisa, tem uma aparência robusta, contribuindo com a imagem de "bad-boy" da aparência da Z1000.

Bengala dianteira ajustável

Com a adição do ajuste de amortecimento por compressão, as bengalas frontais invertidas são agora completamente ajustáveis. Os ajustes oferecem tanto uma performance esportiva quanto conforto.

Novas rodas liga leve

Novas rodas de cinco raios de liga leve complementam o desenho arrojado da Z1000. Os raios são colocados próximos à borda da roda, aumentando a aparência de alta qualidade. Os cortes foram projetados propositalmente para apontar na direção oposta, um elemento de design também presente nas novas tampas do motor.

Monoposto

Melhore as linhas elegantes e agressivas de sua Z1000 com uma tampa na mesma cor da moto para o assento do garupa quando você estiver em uma pilotagem solo. (Acessório opcional)

Luz Traseira com LEDs

O desenho da lanterna com LED é remanescente da Z1000 original e apresenta lâmpadas de LED vermelho e lente transparente.

Preço Público Sugerido: R$ 46.990,00 (sem ABS) e R$ 49.990,00.

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Kawasaki Ninja 650R


Se você está em busca de um modelo que ofereça esportividade, painel de instrumentos totalmente digital, torque elevado e comportamento mais adequado a pilotos iniciantes, sua motocicleta é, sem dúvidas, a Ninja 650R.

Com um conjunto que reúne ótima ergonomia, motor biclíndrico com respostas rápidas de aceleração e estilo agressivo, o modelo Ninja 650R é perfeito para que tanto iniciantes como pilotos experientes possam desfrutar de uma pilotagem esportiva, confortável e cheia de atitude em passeios inesquecíveis por ruas e estradas.

Perfomance do motor

Seu propulsor foi afinado para que haja uma entrega de potência com características que a torne compatível para pilotos iniciantes, como suavidade e resposta rápida sob baixas e médias rotações. O radiador de 40 mm oferece ao motor uma refrigeração eficiente.

Painel de Instrumentos

As novas linhas são evidentes no design do painel de instrumentos, inspirado no conceito das principais categorias de motovelocidade. Essas características incluem um indicador de consumo de combustível, velocímetro digital, relógio, odômetro e tacômetro digital com barras indicadoras.

Vibrações reduzidas

O guidão é emborrachado para que as vibrações transmitidas aos punhos e aos espelhos sejam reduzidas. As pedaleiras do piloto e do passageiro também são confeccionados com este material para o mesmo fim. Isto colabora para que a Ninja 650R seja um modelo mais confortável e prazeroso de se guiar.

Farol Traseiro em LED

Visto por trás ou lateralmente, o design do farol traseiro se destaca. O novo LED mais fino contribui para a imagem agressiva e moderna da motocicleta.

Estilo esportivo

A vista lateral da carenagem dianteira e das linhas frontais oferecem o inconfundível aspecto dos modelos Ninja: visual robusto, agressivo e esportivo, que permite ao piloto marcar presença onde quer que esteja - seja em vias urbanas ou nas estradas.

Freios

Discos dianteiros duplos de 300 mm e traseiros de 220 mm, ambos em forma de pétala, proporcionam grande capacidade de frenagem.

Pára-brisa aerodinânico

O pára-brisa é inclinado e possui uma aba em sua parte de cima, o que não só contribui para o aspecto esportivo como também protege o piloto dos ventos com eficiência, especialmente em altas velocidades, deixando-o confortável para pilotar.

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Yamaha Roadster Motard MT-03


A Yamaha anunciou nesta segunda-feira a chegada da Roadster Motard MT-03 à rede de concessionárias de todo o Brasil.

Com preço público sugerido de R$ 26.950,00, o modelo streetfighter, naked com visual urbano e moderno, impressiona pela robustez e tecnologia embarcada.

Seu motor é o mesmo que equipa a XT 660R: um quatro tempos monocilíndrico OHC de 660cc, com arrefecimento líquido e injeção eletrônica. Esse propulsor é capaz de gerar 5,73 kgf.m de torque a 5.500 rpm e atingir a potência máxima de 48 cv a 6.250 rpm.

A ciclística da MT-03 é equilibrada e ágil, graças à distância entre-eixos de 1.420 mm — 8 cm mais curta que a da XT 660R. A distância do solo, de apenas 200 mm, aliada à distribuição de peso (52% à frente e 48% atrás), garante um baixo centro de gravidade ao conjunto.

A esportividade do modelo é reforçada com as rodas de liga leve de 17 polegadas, calçadas com pneus esportivos de 120/70 e 160/60. Dois discos flutuantes com 298 mm de diâmetro e um disco de 245 mm na traseira asseguram a capacidade de frenagem.

O conjunto de escape percorre a lateral do motor, finalizando em duas ponteiras, não sem antes passar pelo catalisador. O amortecedor posicionado de forma horizontal, exposto acima do motor, faz uma ligação entre a balança de alumínio e o chassi tipo Diamond em aço. De acordo com a fabricante, Além de gerar um visual moderno e inovador, essa configuração oferece uma ciclística avançada, ainda em conjunto com garfo telescópico com a assinatura da marca Paioli e 130 mm de curso na dianteira.

O painel é de fácil leitura e conta com conta-giros analógico com ponteiro iluminado e um LCD com informações sobre velocidade e hodômetros parcial e total. As indicações como, reserva do tanque de combustível, luzes espias, temperatura do motor, lanterna e farol alto, ficam na parte superior dos números digitais.

Disponível na rede de concessionárias autorizadas Yamaha na cor preta, a MT-03 tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Ficha Técnica

Motor: 4 tempos, OHC, refrigerado a água, 4 válvulas
Quantidade de cilindros: 1
Cilindrada: 660 cc
Potência máxima: 48 cv a 6.000 RPM
Torque máximo: 5,95 kgf.m a 5.250 RPM
Diâmetro x curso: 100,0 x 84,0 mm
Taxa de compressão: 10,0 : 1
Sistema de partida: Elétrica
Câmbio: 5 velocidades, engrenamento constante
Transmissão primaria: engrenagens
Transmissão secundária: corrente
Quadro: diamond
Suspensão dianteira: garfo telescópico, mola e óleo
Suspensão traseira: braço oscilante, mono amortecedor
Curso da suspensão dianteira: 130 mm
Curso da suspensão traseira: 120 mm
Freio dianteiro: Dois discos flutuantes de 298 mm de diâmetro,acionamento hidráulico
Freio traseiro: disco de 245 mm de diâmetro, acionamento hidráulico
Pneu dianteiro: 120/70-17
Pneu traseiro: 160/60-17
Distância entre-eixos: 1.420 mm
Altura mínima do solo: 200 mm
Peso seco: 177,3 kg
Peso: 195,2 Kg
Sistema de lubrificação: cárter seco
Capacidade do óleo de motor: 3,40 litros
Capacidade do tanque de combustível: 15 litros
Sistema de ignição: TCI
Bateria: 12 V x 8 Ah
Embreagem: multidisco banhado a óleo
Ângulo de cáster: 26º
Trail: 97 mm
Comprimento total: 2.070 mm
Largura total: 860 mm
Altura total: 1.115 mm
Altura do assento: 805 mm
Cores: Preta
Preço público sugerido: R$ 26.950,00

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Conheça o primo da Hayabusa, a B-King.


E enquanto a Hayabusa é um sofisticado e elegante, a B-King é o seu alter ego turbulento. Seu estilo agressivo dá-lhe uma atitude que simplesmente diz: Não mexa comigo!

Apresentando uma versão ligeiramente modificada do novo motor da Hayabusa 2008, complementado por state-of-the-art chassis e sistemas de suspensão, a B-King oferece incrível conjunto de cerca de capacidades - de aceleração de cortar a respiração acompanhada por manuseamento preciso e responsivo.

As diferenças de desempenho entre as duas motos são mínimas. A B-King possui suas dimensões válvula própria para produzir suave, extraordinariamente forte poder de low-end. E tem alguns componentes de chassis original, tal como o seu braço oscilante finamente trabalhada.

A diferença real, porém, é estilo. Motor de impor a B-King está lá fora para o mundo todo ver. Um olhar para seus tubos de escape duplo é o suficiente para saber que ele tem o poder de recompensá-lo com uma experiência de um esporte-de-uma espécie de equitação.

A nova B-King - você nunca viu nada montado como ele.

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Honda XRE 300


O Motor será o mesmo que equipará a CB 300R um monocilíndrico de 300 cilindradas e 26 CV de potência. O combustível por enquanto, será exclusivamente gasolina. O fabricante ainda não se pronunciou mas tudo indica que se trata de um novo motor, e não somente de um aumento de diâmetro do pistão.

Freio a Disco na roda traseira será mais uma novidade. O sistema de para-lamas dianteiro será totalmente novo, utilzando-se de sois para-lamas separados, um mais próximo do pneu, e outro logo acima.

Fonte: Motokando

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Aprillia


Quando toda a gente pensava que os motores a 2T estavam mortos, surpreende tudo e todos lançando a nova geração das RS (50, 125, 250 e agora 750).

Foram beber inspiração aos desenhos da CBR 600RR plo que me parece, mas fizeram muito bem. A mota está cada vez mais linda.

É de certeza a sub-600 de pista mais bonita dos ultimos anos.

Ai a tentação de voltar ás duas rodas e comprar uma menina destas…

Está também ela mais potente. A 125 com o kit de desbloqueio de potencia (essencial para ser homologada para carta A1 aos 16) que custa cerca de 500€, vai aos 186Km/h. Velocidades malucas para uma simples 125 de origem, sem qualquer mexida de motor.

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BMW S 1000 RR: a esportiva mais potente da marca alemã
Com design arrojado e 193 cv de potência, a moto é uma legítima superesportiva equipada com que há de mais moderno em termos de tecnologia
Texto: Aldo Tizzani/InfoMoto


A apresentação da nova BMW S 1000 RR não poderia ter acontecido em local mais apropriado: no sábado, 9 de maio, no tradicional circuito de Monza, na Itália, durante a etapa do Mundial de Superbike. A superesportiva da marca alemã traz soluções inovadoras tanto em seu desenho, como em sua parte mecânica. Esta nova BMW está equipada com um motor de quatro cilindros em linha que gera 193 cv de potência máxima, superando assim a K 1300S e fazendo da S 1000 RR a mais potente motocicleta da marca alemã jamais fabricada.

Mas não é só isso. A nova superbike bávara oferece uma boa relação peso-potência, já que a moto pesa 206,5 kg (na versão equipada com o sistema de freios Race ABS). Para uma maior segurança do piloto, a S 1000 RR conta ainda com o exclusivo Controle Dinâmico de Tração (DTC). Detalhe: desde o início do ano a montadora participa do Mundial de SBK com os pilotos Troy Corser e Rubén Xaus. Porém a principal exigência do regulamento é que a moto de pista tenha uma versão de série, que pode ser adquirida por “qualquer mortal”. Na Europa, o preço gira em torno de 16 mil Euros.

A BMW apostou todas suas fichas para construir a moto mais veloz, mais potente e mais esportiva de sua linha. Além disso, era preciso construir uma moto que fosse fácil de pilotar, ágil e que pudesse oferecer mais segurança ao motociclista. Assim nasceu a S 1000 RR, que tem a difícil missão de enfrentar a concorrência nipônica, lê-se Honda, Yamaha, Suzuki e Kawasaki.

Mas quais seriam os principais desafios desta superesportiva alemã? Obter máxima potência em altos giros do motor, ter um chassi duplo berço de alumínio leve e resistente à torção, além de um desenho arrojado e baixo peso. Com estas características, a S 1000 RR, segundo a montadora, forma um conjunto de rendimento “assombroso”.

Motor

A meta da BMW foi construir um motor extremamente potente. Optou por um propulsor de quatro cilindros em linha em vez do tradicional Boxer. Completamente novo, o motor de 999 cm³, refrigerado a água, tem potência máxima de 193 cv a 13.000 rpm e torque máximo de 11,98 kgf.m a 9.750 rpm. Só para se ter uma idéia da força deste motor, a S 1000 RR faz de 0 a 100 km/h e 2,9 segundos. Já a velocidade final deve chegar próximo a 300 km/h.

A nova BMW S 1000 RR conta – como item opcional – com quatro modalidades de condução: “Rain”, “Sport”, “Race” e “Slick”. A seleção do tipo de tocada deve ser feita por meio de um botão que está posicionado no punho direito.

Se o motociclista estiver rodando em piso molhado acionar a modalidade “Rain”, assim ocorrerá uma redução de potência máxima para 150 cv e, consequentemente, entregas de potências mais suaves. Com asfalto seco e rodando em estradas, o recomendado é a opção “Sport”, que oferece os 193 cv de potência máxima e respostas imediatas do acelerador. Para o uso em circuitos, a BMW indica a opção “Race”, só que a moto deve usar pneus esportivos, homologados para andar em pista.

A potência também será de 193 cv, porém a resposta será ainda mais dinâmica. Como o próprio nome sugere, a modalidade “Slick” só deve ser acionada quando se rodar em circuitos com pneus especiais para competição. A diferença entre os modos “Race” e “Slick”, é que no “Slick”, o DTC funcionará de forma permanente quando a motocicleta atingir um ângulo de 20 graus de inclinação, no caso de uma curva.

Em função de sua característica, este novo motor tem melhor rendimento em altos giros, especialmente construído para uma tocada “racing”. Além disso, o novo motor está de acordo com as rígidas novas de emissão de gases. Para esse trabalho, conta com a injeção eletrônica de combustível aliado a um catalisador de três vias. Seguindo o exemplo dos motores que equipam os motores BMW na Fórmula 1 de BMW, a S1000 RR conta com sistema de acionamento das válvulas com balancins individuais e válvulas de titânio.

Ciclística

Outro dispositivo de segurança que merece destaque na S1000 RR são os freios chamados de “Race ABS”. Oferecendo una considerável segurança adicional, o sistema de antibloqueo dos freios é opcional e pode atuar em conjunto com qualquer um dos modos de pilotagem do sistema de controle de tração.

Para completar, a esportiva da BMW adotou receitas já consagradas em seus conjuntos de suspensão e freios. Na dianteira, suspensão invertida (upside-down) e freios radiais Brembo com disco duplo de 320 mm de diâmetro. Já na traseira, monoamortecedor e um disco de freio de 220 mm de diâmetro. Detalhe: ambas as suspensões contam com múltiplas regulagens, além de freios ABS nas duas rodas , como item de série.

Ergonomia e Design

Como em toda BMW, o piloto pode ser considerado um privilegiado quando o assunto é ergonomia e conforto. Por exemplo, o tanque de combustível da S 1000 (17,5 l) é tão estreito quanto o das motos de 600 cm³, assim o piloto fica mais encaixado na moto e, consequentemente, posicionado para uma condução mais esportiva.

Para chegar ao resultado final, os técnicos da BMW trabalharam quatro anos no desenho e na aerodinâmica desta motocicleta, a mais leve de sua categoria. Nada ortodoxo, a desenho é o mais radical de uma BMW de série. De cara, a moto apresenta dois conjuntos ópticos, com desenhos completamente diferentes – um circular e outro que lembra os usados na Honda e Ducati. A carenagem do lado direito conta com aletas que lembram guelras de peixes, do outro lado uma grande abertura, ambas para ajudar na refrigeração do motor. A balança de alumínio em conjunto com o escape oferece um belo e harmônico visual.

Outro detalhe que chama bastante a atenção é a lanterna com LEDs, integrada à rabeta. Já o painel de instrumentos multifuncional é tão completo que conta até com cronômetro de voltas em circuito. Para finalizar, os comandos da S 1000 RR estão tão simples como os das motos super bikes japonesas.

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Suzuki GSX-R1000


A nova GSX-R1000 já está disponível nas concessionárias Suzuki nas cores preta, preta/laranja, vermelha, azul e amarela. Seu preço sugerido é de R$ 71.900, mas está sendo oferecido, por tempo indeterminado, um bônus promocional no valor de R$ 10.700.

A carenagem também mudou. Projetada em túnel de vento, teve sua área frontal reduzida. A bolha está mais alta para oferecer mais proteção aerodinâmica em alta velocidade. Para completar o cockpit, um compacto e belo painel, que traz conta-giros analógico, velocímetro digital, shif-light (luz que indica a hora de trocar de marcha) e um útil indicador de marcha engatada, além de outras coisas mais supérfluas, como relógio, hodômetros etc.

Dois escapamentos

No design, a mudança que salta aos olhos são os dois novos escapamentos, em substituição ao único escape da versão anterior. Agora o sistema 4-1-2 com duas saídas, uma de cada lado, resultou num peso maior mas, segundo a fábrica japonesa, a centralização de massas está melhor.

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XT 1200Z Super Ténéré 2012

O sistema de lubrificação é do tipo cárter seco que possibilita a maior distância mínima do solo desejada para performance em estradas de terra.

Motor Compacto para Viagens Intercontinentais. Design compacto inovador que se prova em estradas de terra e serras

O sistema de lubrificação é do tipo cárter seco que possibilita a maior distância mínima do solo desejada para performance em estradas de terra. A bomba d’água e balanceiro dianteiro compartilham o mesmo eixo e um desenho inovador é usado onde a bomba de óleo sai do eixo balanceiro dianteiro contribuindo para um propulsor compacto. O desenho do reservatório de óleo do carter seco torna possível a concepção de um chassis mais compacto e melhor centralização das massas, enquanto também oferece generosos 205 mm de vão livre do solo. É claro que a melhor centralização da massa da máquina significa condução mais leve e fáceis manobras em estradas sinuosas, aumentando o prazer na condução em uma variedade de diferentes ambientes.

O novo motor de virabrequim de 270 graus

O virabrequim de 270 graus não só fornece a forte tração inerente a esse formato, como também uma sensação suave que se aproxima daquela de um motor com virabrequim de 360 graus. A combinação das configurações YCC-T especiais e a otimização do sistema de transmissão com seu eixo cardan conferem uma personalidade totalmente nova ao desempenho desse motor com virabrequim de 270 graus. Essa nova personalidade é tipificada por “abundante tração” do tipo que permite que o condutor acelere com prazerosa potência em marcha alta sem reduzir ao conduzir em estradas secundárias.

Um sistema ABS linear (com capacidade de infinitos ajustes da pressão hidráulica) é adotado para dar suporte à frenagem, quando frenagens bruscas devem ser feitas ou ao encontrar mudanças repentinas na superfície das vias.

Fonte: Yamaha Motors

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As 10 motos mais velozes do mundo

A lista foi feita pelo Reality Pod utilizando condições de test-drive e dados fornecidos pelos fabricantes. Qual delas é a sua preferida? Você tentaria atingir a velocidade máxima?



1 – Dodge Tomahawk – 560 km/h (existem registros de 676 km/h) - 370 kW (500 cv) @ 5600 rpm

2 – Suzuki Hayabusa – 397 km/h - 147 kW (197 cv) @ 6750 rpm

3 – MTT Turbine Superbike Y2K – 365 km/h - 239 kW (320 cv) @ 52,000 rpm

4 – Honda CBR1100XX Blackbird – 310 km/h - 114 kW (153 cv) @ 10,000 rpm

5 – Yamaha YZF R1 – 297 km/h - 95.6 kW(128.2 cv) @ 10000 rpm

6 – MV Agusta F4 1000 R – 299 km/h - 128 kW (174 cv)

7 – Kawasaki Ninja ZX-11/ZZ-R1100 – 283 km/h - 108 kW (147 cv) @ 10,500 rpm

08 – Aprilia RSV 1000R Mille – 281 km/h - 105.24 kW (141.13 cv) @ 10000 rpm

09 – BMW K 1200S – 278 km/h - 120.4 kW (164.94 cv) @ 10250 RPM

10 – Ducati 1098s – 271 km/h - 119.3 kW (160.0 cv) @ 9750 rpm

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Honda VFR 1200F

A VFR 1200F é uma motocicleta totalmente inovadora. Reunindo tecnologia, conforto com esportividade e vocação estradeira, foi desenvolvida com base nas necessidades e desejos dos mais exigentes consumidores. O resultado é um modelo que realmente se destaca entre os demais, graças ao seu design revolucionário e à tecnologia de ponta empregada em cada um de seus componentes.

Um de seus grandes diferenciais é a transmissão automática de dupla embreagem (DCT – Dual Clutch Transmission), inédita em âmbito mundial para motocicletas. O sistema automático (AT) proporciona uma pilotagem tão prazerosa e emocionante quanto ao modo manual (MT). Ao toque do comando esquerdo, o piloto pode realizar trocas de marchas conforme sua necessidade. Toda essa tecnologia está associada ao excelente conforto e sofisticação que o modelo transmite.

O novo sistema representa um grande avanço para o futuro do motociclismo e reforça o pioneirismo característico da Honda, que busca sempre desenvolver tecnologias que superem as expectativas de seus clientes e ultrapassem tudo o que já foi visto no mundo das duas rodas.

O design da VFR 1200F também supera todos os limites. Suas linhas inspiradas na motocicleta conceito V4 e sua carenagem de dupla camada
(Dual Layer), contribuem com o desempenho aerodinâmico, transformando-a numa máquina única, impossível de passar despercebida.

Fonte: Honda Motos

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Honda XL 700V Transalp
Se a nova Twister é considerada a CBR 300, a nova Tornado é a XRE 300, por tanto a nova XL 700V é a nova Falcon



A Honda apresenta em seu stand no Salão Internacional do Automóvel 2010, em São Paulo, a sua estradeira XL 700V Transalp. Apesar de ser um evento sobre automóveis, a Honda separou um bom espaço para divulgar algumas atrações: CG 150 Fan, CBR 1000RR Fireblade, VRF 1200F e XL 700V Transalp, GL 1800 Gold Wing(a primeira do mundo com sistema airbag), bem como toda a linha de produtos de força. A empresa não divulgou uma data certa para comercialização no Brasil, mas já é dada como certa a chegada desta motocicleta ao nosso mercado.

Ficha Técnica

Motor Refrigeração líquida ; 4-tempos ; 8-válvulas ; SOHC 52° Vtwin bicilindrico
Diâmetro e curso 81 x 66mm
Cilindradas 680.2cm³
Potência máxima 44.1kW / 7,750min-1 (95/1/EC)
Torque 60Nm / 5,500min-1 (95/1/EC)
Partida Electrica
Alimentação Injeção Eletrônica PGM-FI
Câmbio 5-velocidades
Dimensões 2,250 x 905 x 1,305mm
Altura do assento 841mm
Pneus F 100/90 R19M/C R 130/80 R17M/C
Rodas Dianteira: 19 '' / traseira 17''
Capacidade do Tanque 17.5 litros (incluindo 3-litros da reserva)
Peso 218kg (F: 105kg; R:113kg)

Fonte: Motokando
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Honda CBR 1000RR Fireblade


Segundo especialistas em motos super-esportivas, a CBR 1000RR Fireblade é uma moto muito leve de se guiar, a moto vem com vários tipos de ajuste da suspensão, que são simples de se trocar, e com isso, segundo eles, ela faz curvas muito bem, pois a alteração do ajuste da suspensão traz uma grande mudança de comportamento.

Esta máquina é equipada com um motor DOHC 16 válvulas com 4 cilindros, proporcionando elevado desempenho excelente relação entre o peso e a potência. Sua embreagem é deslizante reduzindo assim o travamento da roda traseira e evitando a perde de controle da motocicleta, com isso a embreagem transmite com eficiência toda a potência gerada pelo motor. A CBR 1000RR 2011 vem equipada com injeção eletrônica PGM-DSFI com dois bicos injetores por cilindro, garantindo máxima eficiência e respostas rápidas do motor.

A moto ainda conta com uma versão equipada com freios C-ABS, que foram desenvolvidos especialmente para motos super-esportivas, o sistema evita o travamento das rodas e distribui a força de frenagem, mesmo em pilotagem esportiva. Neste caso a CBR 1000RR Fireblade só estará disponível na cor preta.

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Moto Ducati 848 evo 2011


A montadora de motos italiana Ducati acaba de transformar a motocicleta 848. Agora, existe uma versão chamada 848 EVO 2011 que vem com 140 cavalos de potência.

O ganho de 6 cv em comparação a versão anterior se deve ao motor Testatretta. Além disso, a moto agora conta com um amortecedor de direção e com freios Brembo mais potentes. Novos comandos de válvulas no cabeçote, maior compressor e dois novos sensores de oxigênio completam o pacote do novo modelo da 848.

A motocicleta pesa 168 kg e está disponível em duas novas cores: vermelha com detalhes em preto e uma preta por completo, que lhe rendeu o apelido de “Stealth Dark”. Veja a Moto Hypermotard da Ducati.

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Kawasaki Ninja 1000 2011, Sport Bike


Ao longo de décadas, a Kawasaki vem construindo ícones, objetos de desejo de todos os aficionados por duas rodas. Foi assim desde os anos 80, com os modelos Ninja 900R e Ninja 1000R. Na década seguinte, no início dos anos 90 foi a vez da Ninja ZX-11. Já nos anos 2000 as estrelas foram a Ninja ZZR 1200 e a ZZR 1400.
Hoje, a Kawasaki apresentou a nova Ninja 1000 2011, um modelo que tem como base a Kawasaki Z1000, já publicada pelo Blog do Luxo no mês de abril de 2010.
A Kawasaki Ninja 1000 chega com características de uma perfeita Sport touring, com excelente posição de pilotagem e grande carenagem frontal com para-brisa ajustável em 3 alturas. Além disso, pode ser configurada com malas laterais e top box para transportar bagagens.
Utilizando motor de 4 cilindros em linha, DOHC, com refrigeração líquida, 4 válvulas por cilindro e 1.043 cc, a nova Ninja 1000 produz, aproximadamente 120 cv de potência, já que a Kawasaki não divulga a potência de seus motores. O câmbio é de 6 marchas.
Vale destacar a suspensão traseira, com visual ultra esportivo, que utiliza mola e amortecedor na posição horizontal e conta com ajusta regulável de carga.
O painel é composto por um conta-giros analógico e um display LCD com múltiplas funções, tais como, velocidade, marcha selecionada, odômetro, relógio, indicador de combustível, etc.
O nome Ninja 1000 será utilizado no mercado norte americano. Para a Europa e outros mercados, a nomenclatura será Kawasaki Z1000S e Z1000SX.
Disponível nas cores Ebony e Candy Fire Red/Ebony.

Preço: a partir de US$ 11.000 (sem impostos e frete)

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Honda planeja CBR 250RR para 2011



Segundo o site SoloMoto30, os rumores dão conta de que a Honda está planejando lançar a Honda CBR 250RR. A data prevista para a sua apresentação seria no meio do ano que vem, com sua comercialização iniciada apenas em 2011.

A Honda CBR 250RR poderia tranquilamente fazer frente a Kawasaki Ninja 250R e a Kasisnski Comet GTR na linha de esportivas de cilindrada reduzida.

A Honda não confirma nenhum dado sobre a Honda CBR 250RR 2011. Os modelos das imagens são apenas uma ilustração (assim como a Yamaha Fazer 2011) do que poderia ser a moto.

Rumores apontam para que a marca japonesa aproveite um dos seus dois motores: o atualmente utilizado na Honda CRF 250 R, ou o que está montado na Honda VTR 250, um bicilíndrico de 4 tempos, que não necessitaria de muitas modificações, ao contrário do motor da Honda CRF 250 R que, para poder ser utilizado em estrada, necessita de variadas modificações.

A Honda CBR 250RR seria fabricada na Tailândia, local onde a marca japonesa conta com instalações que se encontram preparadas para alterar as suas linhas de montagem a qualquer momento. Os custos de produção também devem ser um fator importante nesta decisão. Ainda não há nem certeza da produção da moto, quanto mais data de lançamento ou preço definido.

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Honda Hornet 2012 chega por R$ 30.800
Moto CB 600F teve o preço reduzido em R$ 3 mil na versão naked



A Honda CB 600F Hornet 2012 chega ao Brasil depois de ser apresentada no Salão de Milão no ano passado. A versão naked média ganhou alterações no design e redução de preço. O modelo estará disponível em duas opções com preços R$ 3 mil mais baratos que a edição anterior. A versão Standard sai por R$ 30.800, enquanto a C-ABS será vendida por R$ 33.800.

Entre as mudanças, estão o painel de instrumentos digital LCD, traseira mais e alta e esportiva, além das alças da garupa que foram modificadas e agora ficam embutidas nas laterais.

A Honda, na tentativa de manter a liderança de vendas, está oferecendo seguro mais barato em parceria com a Transalp no pacote de seguro para motos de alta cilindrada e peças de reposição mais acessíveis para o modelo. A meta da montadora é vender 580 unidades por mês do modelo 2012.

Fonte: Revista Auto Esporte
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Suzuki Hayabusa 2011 – Conheça uma das motos de série mais rápidas do mundo


Considerada um das motos mais rápidas e desejadas do mundo, a Suzuki Hayabusa GSX1300R ganhou hoje sua versão 2011, ela é equipada com um motor 1340 CC (cilindradas), DOCH 4 tempos, com refrigeração à liquido, com 16 válvulas e 194 CV de potência a 9.800 rpm, com o impressionante torque máximo de 15.4 kgfm a 10.200 rpm.

A versão 2011 da Hayabusa traz novos e mais leves pistões em alumínio, a taxa de compressão também foi aumentada agora é de 12.5:1, isto graças a novos revestimentos das câmaras do motor, com nitreto de cromo “Physical Vapor Deposition” (PVD), ainda na parte técnica a Hayabusa 2011, traz nas paredes dos cilindros, Composite Electrochemical Material (SCEM), que melhora a transferência do calor, e a durabilidade do motor, extraindo o máximo de potência em qualquer condição. As válvulas são de titânio.

O desempenho impressionante, mais 300 km/h !

A velocidade da Hayabusa GSX1300R é impressionante, a moto supera alguns dos carros mais rápido do mundo, como a Ferrari Califonia, Audi R8 e o Porsche 911 GT3 RS, essa máquina de duas rodas é capaz de chegar aos 305 km/h (189,6 mph), e só não vai além por que a velocidade máxima é limitada eletronicamente, já sem o limitador ela pode alcançar os 320 km/h.

Em aceleração quase um F1…

Lançada em 1999, a Hayabusa tem o seu nome derivado de um falcão japoneses, que segundo conta a lenda seria capaz de passar dos 300 km/h. Outro ponto que impressiona é sua aceleração, para ir de 0 a 100km/h a Suzuki Hayabusa precisa de apenas 2.7 segundos, tempo pouca coisa acima de um carro de F1 que chega aos 100 km/h em 2.5.

Além da performance e o design arrojado da Hayabusa. Também merce destaque as rodas de liga leve de 17 polegadas, calçados por pneus esportivos da Brigdstone.

A suspensão é totalmente em alumínio, e pode ser ajustável no garfo dianteiro e quanto na traseira, os amortecedores são hidráulico.

Para para a Hayabusa, a Suzuki istalou na dianteira, discos duplos ventilados de 310 mm, as pinças de freio possuem 4 pistões. Enquanto que na traseira o disco é único, com 260 mm e 5.5 mm de espessura, mordido por uma pinça deslizante com um pistão.

O painel de instrumentos da Hayabusa conta com quatro mostradores analógicos e um visor de LCD, que mostra o relógio, marcha engatada, modo de pilotagem selecionado, hodômetro total e dois hodômetros parciais.

A moto conta ainda com o S-DMS (Suzuki Drive Mode Selector), que permite ao piloto escolher entre diferentes opções de direção de condução, priorizando mais conforto, por exemplo em viagens longas, ou mais esportividade para uma tocada mais esportiva.

A Suzuki conta com um transmissão de seis velocidades, que recebeu algumas modificações para reduzir o desgaste mecânico e possíveis ruídos.

O seleto clube das motos mais rápidas do mundo…

Apesar de ser um das mais motos mais impressionante do planeta, a Hayabusa tem concorrentes a sua altura. Atualmente os principais adversárias da Suzuki na categoria conhecida como “hyper sport bike” são Kawasaki Ninja ZX-14 R, Ducati 1198 R, MV Agusta F4 1100 CC e a recém lançada BMW K1300S. Todas superam os 300 km/h de velocidade final.

Preço:

No Brasil a Suzuki Hayabusa tem preço de R$ 61.200.

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Yamaha YZF R1 2011


A Yamaha apresentou para o mercado internacional a nova R1 2011. Com poucas mudanças mecânicas, as novidades ficam por conta dos novos grafismos: Preto Corvo (Raven), Vermelho Doce/preto corvo e Equipe Yamaha Azul/Branco. A versão vermelha da YZF R1 2011 em especial possui uma ilustração estampada na lateral, uma nuvem de fumaça formando uma espécie de caveira. No Brasil o modelo ainda permanece em sua versão 2010.

Como para 2011 não há nenhuma mudança significativa, basta esperar que a YZF R1 2012 venha com o tão esperado ABS e o controle de tração já incluídos no modelo em série.

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Dafra ZIG




Dafra ZIG equipada com motor quatro tempos de 100 cilindradas que forneçe 7,8 cavalos de potência. Seu reservatório de 4,1 litros de combustível possibilita uma boa autonomia na cidade e o freio a disco dianteiro garante boa frenagem.

Especificações técnicas:

Altura 1.100 mm
Largura 680 mm
Comprimento 1.900 mm
Distância entre eixos 1.190 mm
Altura mínima do solo 130 mm
Altura do banco 760 mm
Peso seco 95 kg
Peso em ordem de marcha 99,2 kg
Motor Tipo Monocilíndrico, 4 tempos, OHC, Refrigerado a ar
Disposição do cilindro Horizontal
Diâmetro x Curso 49,0 x 54,0 mm
Cilindrada 101,8 cm³
Taxa de compressão 9,0:1
Potência máxima 7,8 CV a 7.500 rpm
Torque máximo 8,1 N.m a 6.000 rpm
Alimentação Carburador (tipo) PZ 17
Sistema de Partida Elétrica e a pedal
Chassis Tipo Monobloco de aço
Suspensão dianteira Tipo Telescópica
Suspensão traseira Tipo Braço oscilante, bi-amortecida
Rodas Liga-leve
Freio dianteiro à disco
Freio traseiro à tambor
Pneu dianteiro 2.50-17 38P
Pneu traseiro 2.75-17 47P
Embreagem Multi-disco, auto centrífuga, banhada a óleo
Redução primária (67/18) 3,722
Redução final (37/15) 2,467
Relação de transmissão
1ª (38/12) 3,167
2ª (33/17) 1,941
3ª (29/21) 1,381
4ª (23/21) 1,095
Tanque de combustível (com reserva) 4,1 litros
Sistema de ignição CDI (Ignição por Descarga Capacitiva)

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Yamaha XTZ 250 Ténéré



Em vários países a Yamaha, em sintonia com as necessidades particulares de cada mercado, desenvolve versões de produtos com características locais. Apoiada nessa filosofia global a Yamaha do Brasil criou a nova XTZ 250 Ténéré. Um veículo para ser utilizado no transporte diário, em viagens ou lazer, que oferece autonomia, conforto, economia e qualidade preservando algumas características trail, porém com maior aptidão a grandes aventuras no asfalto. Um modelo para ser utilizado em deslocamentos urbanos e rodovias.
A XTZ 250 Ténéré, vista de frente se destaca o bloco ótico com dois multirefletores e lente em policarbonato que abriga duas parábolas com lâmpadas alógenas de 55 Watts. Ambas alojadas em uma semi-carenagem com pára-brisa que oferece proteção do vento, insetos, chuva, linhas de pipa e etc. Esse conjunto frontal integrado ao tanque de combustível e o pára-lamas baixo são responsáveis por um menor consumo de combustível e velocidade final ligeiramente superior as suas irmãs da mesma categoria.

O chassi do tipo semi-berço duplo em aço encaixa um tanque de combustível, com capacidade para 16 litros e reserva de 4,5 litros – suficientes, por exemplo, para percorrer a distância Rio/São Paulo sem a necessidade de abastecimento. Sua tampa do tipo abastecimento rápido conta com dreno no bocal eliminando o excesso. A XTZ 250 Ténéré tem autonomia sem igual entre os produtos do mesmo segmento, apresentando características únicas em um mesmo produto, tais como; conforto, proteção aerodinâmica, altura do guidão mais elevado com amortizadores, assento em degrau, alças para a garupa, comandos nos punhos e painel de instrumentos completo, exaltando sua aptidão para viagens.

Seu propulsor como na linha XTZ 250 X e XTZ 250 Lander e também na YS 250 Fazer a tecnologia e know-how utilizados são semelhantes, e igualmente reconhecidos, aos modelos de ultima geração da Yamaha como nas Yamaha YZF-R1 e YZ 450F que fazem uso do pistão forjado e cilindro com revestimento cerâmico com maior resistência e melhor dissipação do calor.

O funcionamento do motor monocilíndrico, quatro tempos, OHC (Over Head Camshaft) de exatos 249 cc desenvolve 21 cv a 8.000 rpm é gerenciado por um eficiente sistema eletrônico que controla um conjunto de dez diferentes leituras. O coração, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para atender às mais diferentes condições de pilotagem, como por exemplo, o sensor do ângulo de inclinação que é usado para interromper a injeção do combustível quando houver uma inclinação da motocicleta superior a 65 graus, sensores que avaliam a altitude, a temperatura do ar, admissão, etc..

A alimentação por injeção eletrônica (Sistema Yamaha de Injeção Eletrônica), pioneira no Brasil em motores de 250cc, foi concebido a cinco anos o que lhe confere maturidade e comprovadamente robustez e econômia com desempenho coerente a sua proposta, harmonizando respostas rápidas nas arrancadas e em retomadas.

Engrenagem compensada com mola amortecedora instalada na extremidade direita do eixo balanceador (Balance Engine), engrenagens das cinco marchas reforçadas completam o conjunto.

A suspensão dianteira reforçada do tipo telescópica tem barras protegidas por uma coifa em borracha e curso de 220 mm, enquanto a traseira monoamortecida tem 200 mm de curso sendo formada pelo braço oscilante e um amortecedor a mola, óleo e gás com regulagem por rosca de fácil acesso e manuseio.

As rodas com aros em aço 80/90-21 M/C 48S e traseira 120/80-18 M/C 62S levam pneus Pirelli Scorpion, com aplicação mais on-road que off-road com reduzido nível de ruído.

O painel de instrumentos acomoda um mostrador de Cristal liquido multifuncional com hodômetro total e dois parciais (TRIP-1 e TRIP-2), mais hodômetro do combustível (F-TRIP), indicador do nível de combustível, relógio e tacômetro eletrônico analógico de excelente visualização, além de leds; indicador do neutro, farol alto, luz de direção e alerta do motor.

Os freios a disco em ambas as rodas, na frente leva um disco com 245 mm de diâmetro e pinça com dois êmbolos – que teve seu poder de frenagem melhorado pela adoção de uma mangueira mais curta e com malha de cobre em sua extremidade junto ao calíper, e na traseira um disco de 203 mm de diâmetro.
A XTZ 250 Ténéré é a motocicleta ideal para aqueles que buscam um veículo versátil para o transporte pessoal na cidade e aptidão para aventuras e viagens com o carisma da legenda Ténéré - deserto dos desertos no dialeto Tuaregue.

Já à venda nas Concessionárias Autorizadas Yamaha ao preço público sugerido posto Manaus, Amazonas, de R$ 12.900,00, na cor branca ou preta.
As motocicletas Yamaha têm um ano de garantia, sem limite de quilometragem. A Yamaha conta atualmente com uma rede de 550 concessionárias.

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CB 300 ou Fazer 250

 

 

Qual é a melhor street de média cilindrada, a recém-lançada Honda CB 300R ou a “veterana” Yamaha YS 250 Fazer? Na hora da compra, outras dúvidas também habitam o imaginário dos motociclistas em ascensão: uma moto totalmente nova, com design arrojado e maior capacidade cúbica ou um modelo seguindo linhas tradicionais, moto com cara de moto, equipada com um pioneiro motor de 250cc injetado. 
Para iniciarmos a comparação entre as motos, “escaneamos” os dois modelos para verificar suas diferenças visuais. De cara, a CB 300R apresenta um design mais arrojado, jovial, que foi inspirado nas nakeds de maior cilindrada (CB 600F Hornet e CB 1000R). Chama atenção a pequena carenagem que envolve o farol e, consequentemente, o painel de instrumentos, com display digital e ponteiro para acompanhar as rotações do motor. Além disso, a rabeta é minimalista, mais afilada, com o lanterna embutida e alças para o apoio do garupa em alumínio.
Já a Fazer 250 tem farol sem moldura, velocímetro e tacógrafo analógicos (dois mostradores com ponteiros) e um pequeno display de cristal líquido que informa o nível de combustível, além de hodômetro total e dois parciais. Na parte traseira, o grande destaque são os piscas integrados à lanterna. O conjunto oferece excelente visualização, principalmente na indicação das mudanças de direção. Desde o seu lançamento, em 2005, já foram produzidas 142.790 unidades da Fazer 250, fazendo dela um sucesso de vendas no Brasil e também no exterior, já que a Yamaha do Brasil é pólo exportador da Fazer 250 para todo o mundo.

MOTOR
O modelo Honda está equipado com motor monocilíndrico, com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC), com quatro válvulas e equipado com injeção eletrônica de combustível. Com 291,6 cm³ de capacidade cúbica, o propulsor gera 26,53 cv a 7.500 rpm de potência máxima e torque máximo de 2,81 kgf.m a 6.000 rpm.  Na cidade, o consumo de combustível gira na caso dos 25 km/l.
Já o propulsor da Fazer 250 tem 249 cm³, conta com comando de válvulas simples no cabeçote (OHC). Alimentado por injeção eletrônica, gera 21 cv de potência máxima a 8.000 rpm e 2,10 kgf.m a 6.500 rpm de torque máximo. Mais econômica, a street da Yamaha faz, na cidade, cerca de 29 km/l.
No resumo da ópera, ambos os motores trabalham de forma linear e oferecem força em baixas e médias rotações. Neste quesito, leve vantagem para a CB 300R, em função de seu torque maior atingido em uma rotação mais baixa. Porém, o propulsor da Fazer de comando simples vibra menos, é mais econômico e foi o primeiro a adotar a injeção eletrônica de combustível. Boas de curvas e de retas, os modelos alcançaram 130 km/h.

CICLÍSTICA E CONFORTO
Na parte ciclística, nenhuma novidade. A Honda utiliza na dianteira garfo telescópico com 130 mm de curso e freio a disco simples de 276 mm de diâmetro e pinça de duplo pistão. Na traseira, suspensão monoamortecida com 105 mm de curso e freio a tambor. Na moto Yamaha, garfo telescópico e, na traseira, monoamortecedor, ambos com 120 mm de curso. O curso igual entre as suspensões é uma marca registrada da família Fazer. A street da Yamaha está equipada com freio a disco simples dianteiro de 282 mm de diâmetro e pinça com dois pistões. Na traseira, o tradicional tambor de 130 mm.
Em relação à suspensão, a Fazer leva vantagem sobre a CB, já que na traseira tem 120 mm de curso, contra 105 mm da Honda. No geral, a CB 300R é mais firme, enquanto a Yamaha absorve com mais propriedade as imperfeições do solo. Com relação aos freios, em ambos os casos são eficientes e estão de acordo com a proposta urbana dos modelos.
Apesar da Fazer ser um projeto mais antigo, a moto é mais confortável que a recém-lançada CB 300R. O banco em dois níveis, o desenho do tanque e a posição das pedaleiras fazem o piloto se encaixar melhor na moto da Yamaha. No modelo da Honda, o corpo do motociclista fica projetado mais para frente.
Uma característica marcante destes modelos é sua agilidade, principalmente nas mudanças de direção. Em função de sua maior potência e torque, a CB 300R larga na frente quando a luz verde do semáforo se acende. Porém, a Fazer se destaca pelo maior ângulo de esterço. 
Realmente é uma difícil escolha entre uma novidade (CB 300R) e um conjunto bastante equilibrado (Fazer 250). Para acirrar esta briga, esperamos que a Yamaha apresente logo uma Fazer 300, com design mais radical e com um motor que ofereça mais potência e torque. Como ainda não temos bola de cristal – apesar de fotos de uma nova Fazer já circulam pela internet – a moto da Yamaha ainda oferece bom custo benefício e maior economia. Além disso, na cidade de São Paulo (SP) a CB 300R é vendida a R$ 12.500,00, enquanto a Fazer 250 é comercializada até abaixo do valor de tabela – R$ 10.600,00.

FICHA TÉCNICA
Yamaha YS 250 Fazer
Motor:
4 tempos, OHC, refrigerado a ar com radiador óleo, 2 válvulas
Capacidade: 249 cm³
Diâmetro X Curso: 74,0 x 58,0 mm
Taxa de Compressão: 9.80:1
Potência Máxima: 21 cv a 8.000 rpm
Torque Máximo: 2,10 kgf.m a 6.500 rpm
Câmbio: 5 marchas
Quadro: Berço duplo em aço
Transmissão: Final Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
SUSPENSÃO:
Dianteira:
Garfo telescópico, com 120 mm de curso
Traseira: Monoamortecida com link, com 120 mm de curso
FREIO:
Dianteiro:
Disco simples de 282 mm de diâmetro
Traseiro: Tambor
PNEUS:
Dianteiro:
100/80 17 M/C 52S
Traseiro: 130/70 17 M/C 62S
Comprimento: 2.025 mm
Largura: 745 mm
Altura: 1.065 mm
Altura do Assento: 805 mm
Distância Entre-eixos: 1.360 mm
Tanque de Combustível: 19,2 litros
Peso: 137 KG
Cores: vermelha, preta e prata
Preço: R$ 10.950,00 (tabela)
FICHA TÉCNICA
Honda CB 300R

Motor: DOHC, quatro tempos, quatro válvulas, arrefecido a ar
Capacidade: 291 cm³
Diâmetro X Curso: 79 x 59,5 mm
Taxa de Compressão: 9,0 : 1
Potência Máxima: 26,53 cv a 7.500 rpm
Torque Máximo: 2,81 kgf.m a 6.000 rpm
Câmbio: 5 marchas
Quadro: Berço semiduplo
Transmissão Final: Corrente
Alimentação: Injeção eletrônica
SUSPENSÃO:
Dianteira:
Garfo telescópico, com 130 mm de curso
Traseira: Monoamortecida, com 105 mm de curso
FREIO:
Dianteiro:
Disco simples de 276 mm de diâmetro
Traseiro: Tambor
PNEUS:
Dianteiro:
 110/70 – 17 (54H)
Traseiro: 140/70 – 17 (66H)
Comprimento: 2.085 mm
Largura: 745 mm
Altura: 1.040 mm
Altura do Assento: 781 mm
Distância Entre-eixos: 1.402 mm
Tanque de Combustível: 18 litros (3 litros de reserva)
Cores: Preta, vermelha, prata e amarela metálica
Preço: R$ 11.490,00 (tabela)


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Kasinski Comet GT250 R



A esportividade está no sangue da Kasinski Comet GT250 R. Única com motor em “V” do segmento, o modelo tem visual esportivo sem similar no mercado.
A Kasinski Comet GT250 R 2010 é uma máquina desenvolvida para quem busca esportividade e não abre mão de custo benefício. Totalmente adequada aos rígidos padrões de emissão de poluentes do Promot 3, o novo modelo vem equipado com injeção eletrônica “closed loop”. A adoção da tecnologia de injeção maximizou a potência da moto, com respostas mais rápidas, tirando do propulsor de 250 cm3 de cilindrada DOHC (Double Over Head Camshaft) a maior eficiência possível. É ideal para quem busca num modelo de 250 cilindradas a mesma sensação das motos esportivas maiores.
A Kasinski Comet GT250 R foi equipada com bateria de 12 amperes, nova mesa com novo contato de ignição, além de ajustes nos engates na transmissão que garantem mais maciez e precisão.
O propulsor da Kasinski Comet GT250 R é o conhecido V2 250 cc roletado com quatro válvulas por cilindro, duplo comando no cabeçote com uma das maiores potências específicas da categoria. O modelo ganhou ainda mais benefícios graças às modificações incorporadas ao modelo 2010, como recirculação de gases no carter e novos tensionadores da corrente de comando.
A Kasinski Comet GT250 R é uma esportiva carenada, com porte de uma moto grande, equipada com painel digital, contagiros analógico, suspensão dianteira invertida, disco duplo dianteiro de 300 mm, disco traseiro e suspensão traseira monoshock. Um conjunto de ítens que completam uma superbike acessível, que requer um investimento menor do que a metade do preço das grandes superbikes.
O apelo esportivo foi maximizado com a adoção de novos emblemas e grafismos em duas cores “DUAL TONE” que deixaram a moto muito mais atraente, agora comercializada em quatro cores, sendo duas sólidas (preta e vermelha) e duas cores DUAL TONE ( branca e preta, vermelha e preta). A traseira foi completamente remodelada, com novas carenagens laterais que conferem modernidade ao modelo, assentos do piloto e do passageiro redesenhados, alça do carona com novo design e a nova lanterna traseira com LEDS e escapamento em aço inox.
Também foram incorporados novo porta-objeto com chave e novo posicionamento da pedaleira, permitindo pilotagens esportivas.

Disponível nas cores: vermelha, preta, branca/preta, vermelha/preta

Preço público sugerido: R$ 15.100,00 (cor sólida), R$ 15.600,00 (dual tone)

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Dafra Apache 2011




A Dafra vem a cada dia conquistando mais o seu espaço no mercado brasileiro, tentando melhorar seus produtos e também lançando novos modelos de suas motocicletas. A Apache é uma moto de 150cc fabricada pela Dafra que tem um visual extremamente atraente. Lanternas de Led fazem toda a diferença, bem como seu painel digital com diversas funções muito interessantes. O novo modelo da Apache 150 esta custando cerca de R$ 6990,00 nas autorizadas. A moto toda tem um toque de esportividade em seu design, fazendo com que seja uma ótima opção para todos que gostam de veículos mais esportivos.
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Jonny Hype 50cc Vs. Shineray XY 50cc



Jonny Hype 50cc
R$ 3.499,99

Especificações Técnicas:
Motor: 4 tempos
Torque máximo: 3.0/6000
Sistema de refrigeração: Ar
Sistema de transmissão: Semi automático 4 marchas
Sistema de partida: Elétrica e pedal
Comprimento total: 1910mm
Largura Total: 715mm
Altura total: 1100mm
Distancia entre eixos: 1208mm
Peso seco: 80kg
Freio dianteiro: Disco ventilado
Freio traseiro: Tambor
Rodas: Aro 17


Shineray XY 50cc
R$ 3.780,00
Motor Tipo: OHC, Monocilíndrico, duas válvulas, refrigerado a ar
Cilindrada: 49 cm³
Diâmetro X Curso: 39 mm X 41,4 mm
Relação de Compressão: 9,5:1 (China), 7,7:1 (Análise CT)
Potência Máxima: 3,2 CV / 7500 RPM
Torque Máximo: 2,5 N.m / 7500 RPM
Alimentação: Carburador
Transmissão: Corrente
Sistema de Partida: Pedal / Elétrica
Chassi
Tipo Chassi: Monobloco
Suspensão dianteira/curso: Garfo Telescópico / 80 mm
Suspensão traseira/curso: Duplo Amortecedor / 45 mm
Freio dianteiro/diâmetro: Tambor / 111 mm
Freio traseiro/diâmetro: Tambor / 111 mm
Pneu dianteiro/diâmetro: 2.25 - 17
Pneu traseiro/diâmetro: 2.50 - 17
Roda Dianteira: 1.20 X 17
Roda Traseira: 1.40 X 17
Dimensões
Comprimento: 1785 mm
Largura: 700 mm
Altura: 950 mm
Distância entre eixos: 1160 mm
Distância do solo: 155 mm
Altura assento: 795 mm
Peso seco: 70 kg
Capacidades
Tanque de combustível: 3,4 Litros
Óleo do motor (total): 0,8 Litro

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NOVA HONDA TWISTER 2011
Chega em breve nas concessionárias da Honda a nova moto Honda Twister 2011, que vai trazer nova reformulação do modelo ao mercado brasileiro.
A Honda Twister 2011 possui novo design, com linhas elegantes e mudanças que proporcionam maior conforto ao usuário. Além disso, a Honda Twister 2011 proporciona mais economia de consumo de combustível.
Confira fotos do Honda Twister 2011:



De acordo com a Honda, a nova Twister 2011 chega a 240 quilômetros por hora e tem um sistema especial que facilita a rapidez de resposta do motor em relação às trocas de marcha.
A Twister 2011 deve chegar ao mercado no início do ano que vem. Ainda não foi informado o valor de comercialização da moto.

NOVA CG 150 TITAN 2011
Honda CG 150 Titan 2011 ganha nova carenagem de farol


Com a mudança estética, o modelo 2011 da CG 150 Titan agora sim lembra muito a CB 300R e se alinha com a identidade visual das nakeds da marca japonesa. À época de seu lançamento, os engenheiros da Honda afirmavam que a carenagem de farol era, teoricamente, inspirada na CB 600F Hornet. Porém, os dois “chifres” da carenagem em nada lembravam a naked de 600cc. Na nova peça, sumiram os chifres e as linhas ficaram mais arredondas e, na minha opinião, mais harmoniosas.

No restante, a motocicleta street de 150cc permanece a mesma. Equipada com motor de um cilindro, 149 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote (OHC) e refrigerado a ar, a CG 150 Titan é vendida somente na versão “Mix”, agora rebatizada de sistema “Flex” pela Honda. Mas, na prática, nada mudou: o motociclista pode abastecer com etanol e/ou gasolina.

O projeto ciclístico também se manteve. Quadro em aço estampado, tipo diamante, com garfo telescópico tradicional na dianteira e sistema de amortecimento bichoque na traseira. A (boa) novidade é que todas as CG 150 Titan Mix saem de fábrica com freio a disco e partida elétrica de série.

Versões e preços

Top de linha da família CG, a Titan agora estará disponível somente em duas versões: ESD e EX. As antigas Titan KS (partida a pedal) e ES, que não tinham freio a disco, foram aposentadas.

A diferença mais visível entre as duas versões do modelo 2011 – ESD e EX – é a roda de liga leve que equipa a versão EX. Além disso, a EX traz ainda tampa lateral na cor preta, enquanto a ESD tem tampa lateral na cor prata e rodas raiadas. No restante os dois modelos são completos: freio a disco e partida elétrica de série, como citado anteriormente.

Com o reposicionamento da Titan como a top de linha da família CG (leia box), o preço foi reajustado em cerca de 2%. A CG 150 Titan EX 2011 tem preço sugerido de R$ 7.390 (o modelo 2010 é tabelado em R$ 7.265); enquanto a versão ESD, atualmente inexistente, vai custar R$ 6.890. A Honda CG 150 Titan vai estar disponível nas cores vermelha metálica, dourada e prata.

Família CG cresce

Com o lançamento do modelo 2011 da CG 150 Titan Mix, a Honda também fez um reposicionamento dentro da família CG. A 150 Titan é agora a versão top de linha: além de ser a única com carenagem de farol, tem motor com injeção eletrônica, partida elétrica e freio a disco na dianteira.

NOVA CG 150 FAN 2011

A CG 150 Fan também muda. Equipada com o mesmo motor e injeção eletrônica a Fan 150 ganha agora o sistema Flex (bicombustível). A CG Fan 150 tem farol redondo tradicional e estará disponível em 2011 na versão ESDi, com partida elétrica e freio a disco, por R$ 6.590. A Fan ESi, sem freio a disco, sai por R$ 6.290.

Já a CG 125 Fan com motor ainda alimentado por carburador não tem opção do freio a disco – somente a versão ES com partida elétrica. Com proposta mais utilitária a CG 125 Fan custa menos de R$ 6.000: sai por R$ 5.696 na versão ES e R$ 5.190 na versão KS (com partida a pedal). Ambas têm freio a tambor nas duas rodas.


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