Super Máquinas - Manchete do São Francisco

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29 de julho de 2011

Super Máquinas

Mclaren F1


O McLaren F1 é um carro super desportivo, construído de 1991 até 1998. Por duas vezes bateu o recorde de veículo de rua mais rápido do mundo: de 1994 a 1998, com 374 km/h; e de 1998 a 2005, com 386,5km/h. Tal recorde foi possível graças à sua aerodinâmica revolucionária, a sua leveza (o seu chassis é de fibra de carbono, material de alta resistência e leveza e seu motor é feito em alumínio. Tais fatores, contribuem para que o carro pese "apenas" pouco mais que uma tonelada.) e ao seu motor incrivelmente bem ajustado. Também há um registo documentado em vídeo, do carro alcançando a absurda velocidade de 391 km/h, tendo como velocidade máxima no velocímetro, 400 km/h.

Em 2005 o seu recorde foi batido pelo sueco Koenigsegg CCR, que fez 395 km/h, e no mesmo ano o CCR foi batido pelo francês Bugatti Veyron com 407,5 km/h. Em 2007, houve nova batida de recorde pelo americano Ultimate SSC Aero, com 411 km/h. Em 2010, o recorde foi novamente batido, desta vez pelo Buggatti Veyron Super Sport, que alcançou 437,07 Km/h.

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Alfa Romeo 8C


Tecnologia e emoção

Este último Alfa Romeo jóia, que será produzido numa edição limitada de 500, fez sua estréia mundial apenas um mês atrás, no AutoShow Paris. O novo carro, projetado por Alfa Romeo, representa uma síntese dos elementos que diferenciam Alfa Romeos dos outros: Tecnologia e excitação. Alfa 8C Competizione assume seu papel de líder, a combinação da excitação gerada pelo seu design e do prazer de sua unidade, claramente, fazem Alfa Romeo se destacar dentro de sua categoria.

"8C Competizione" não é um nome de fantasia, é uma clara referência à história da marca e particularmente com a lenda criada por incontáveis ​​vitórias cargo de homens e paixões bem competitivo, de tecnologia de ponta, state-of-the- motores de arte e do prazer a cargo de desafio. "8C" é o símbolo do lendário carros de 8 cilindros de corrida da década de 1930 e 1940. "Competizione" é uma referência ao 6C 2500 Competizione modelo impulsionado por Fangio e Zanardi na famosa "Mille Miglia" raças em 1950.

O carro é alimentado por um 4591 cm3 sem precedentes, de oito cilindros do motor. O objetivo do projeto é muito clara: oferecer desempenho impecável em todas as situações, de pista ao tráfego da cidade.

Desempenho máximo do motor é de 450 Cv às 7000 rpm, com torque máximo de 470 Nm às 4750 rpm e capacidade de velocidade máxima a 7500 rpm. Com seis marchas e um sistema de caixa informatizado, situada atrás do volante, o carro oferece resposta apontar engrenagem e foi desenvolvido para ser conduzido no Manual-regular, Manual-Sporty, Automatic-Regular, Automatic-Sporty e Icemodes.

Suspensão do 8C e sistemas de freios foram projetados usando a engenharia pista e tecnologias desenvolvidas. A suspensão dianteira e traseira duplo wishbone e pinças de alumínio garantem tração excepcional e desempenho de frenagem. O 8C faz uso da tecnologia Alfa Romeo mais recente VDC (estabilidade e sistemas avançados de controle de tração) para melhor performance de condução em qualquer situação, assim como garantida a segurança de condução. O prazer de condução excepcional e superior e da exuberância de seu projeto é apenas um ponto de partida para a estatura Alfa Romeo é a certeza de alcançar como uma marca global.

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Agera R bate seis novos recordes mundiais
Mas superesportivo da sueca Koenigsegg ainda não superou o poderoso Bugatti Veyron



Na última sexta-feira, 2 de setembro, a Koenigsegg levou o superesportivo Agera R para dar umas voltas em sua pista de testes particular em Ängelholm, na Suécia. E o “bólido” de 1.130 cavalos de potência quebrou nada menos que seis recordes mundiais de aceleração e frenagem. O Guiness Book (livro dos recordes) ainda não validou os resultados, mas os números obtidos pelo supercarro sueco são impressionantes.

Segundo a montadora, o modelo precisou de 14,53 segundos para arrancar de zero a 300 km/h; de 17,68 segundos para ir aos 320 km/h; de 6,66 segundos para frear totalmente a 300 km/h; e de 7,28 segundos para frear por completo a 320 km/h. O Agera R também estabeleceu novos recordes para arrancar do zero e voltar à inércia. O 0-300km/h-0 foi cumprido em 21,19 segundos, e o 0-320km/h-0 levou 24,96 segundos, precisamente.

O desempenho foi tão surpreendente que a montadora comunicou imediatamente – e de forma oficial – que o Agera R estará no Grande Prêmio de Cingapura de Fórmula 1, no próximo dia 25, para curta exibição. O supercarro da Koenigsegg só não conseguiu quebrar os dois principais recordes de velocidade: aceleração de zero a 100 km/h (2,46 segundos) e velocidade máxima (431.07 km/h), ambos do Bugatti Veyron Super Sport.

O Koenigsegg Agera R foi lançado em março desse ano, no Salão de Genebra (Suíça). O modelo custa US$ 1,611 milhão (quase R$ 2,6 milhão, sem impostos) e usa um violento motor a gasolina 5.0 V8 biturbo capaz de gerar 1.115 hp (1.130 cv na conversão), além de um torque colossal de 102 kgfm entre 2.700 rpm e 6.170 giros. O bloco é gerenciado por um câmbio automático de sete marchas e as rodas medem 19’’ na frente e 20’’ atrás.

Por: Revista Auto Esporte

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Ford Mustang


O Ford Mustang é um automóvel esportivo produzido pela Ford Motor Company. Inicialmente, era uma variante do Ford Falcon. O carro começou a ser produzido em Dearborn, Michigan no começo de 1964 e apresentado ao público em 17 de abril de 1964 durante a New York World's Fair. O Mustang, apesar de ter sofrido grandes alterações ao longo dos anos é a mais antiga linha de automóvel da Ford. O nome "Mustang" é inspirado no caça da II Guerra Mundial, P-51 Mustang. O Mustang possuí muitas versões especiais limitadas. Na verdade, foram criadas mais versões limitadas do que versões de produção em série.

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Ferrari FF passa pelo teste de fogo (e de neve)
Primeiro esportivo de quatro lugares e tração 4x4 da italiana é tão inovador quanto tenta ser?



Santo Deus! O time que mais vezes venceu a Fórmula 1, famoso por traduzir tecnologias de corrida para seus carros de passeio, extrapolou os limites e construiu uma perua de tração integral com uma suspensão que consegue subir e descer como a de um Range Rover. É pra valer? Os maias tinham razão – o mundo vai acabar em 2012!

Mensagens histéricas no Twitter como essas acompanharam a apresentação do substituto da Ferrari para a 612 Scaglietti, radicalmente redesenhada para atrair mais ricos golfistas e esquiadores. O resumo do projeto: fazer o carro acomodar quatro adultos de verdade mais duas bolsas de golfe ou quatro malas de mão para uma escapada de fim de semana sem exceder o tamanho da 612 ao mesmo tempo em que o permita A) chegar a estações de esqui em segurança no inverno e B) ter o desempenho de uma Ferrari no asfalto seco.

Essa encomenda forçou o estúdio Pininfarina a usar uma linha do teto tipo shooting brake, uma perua de traseira achatada. Elevar o teto em 3,5 cm e esticar o entre-eixos em 4 cm abre espaço para quatro passageiros de 1,80 m e 450 litros de bagagem. As metas de desempenho fizeram os engenheiros se debruçarem sobre as pranchetas. Uma meta pedia tração integral e pneus de neve. A outra meta pedia uma distribuição de peso mais à traseira. Juntas, elas inviabilizam qualquer sistema conhecido de tração integral desde o Jensen FF, incluindo a abordagem da Nissan de usar uma mistura de eixos cardã e eixo transversal.

A solução da Ferrari? Acionar as rodas dianteiras a partir da parte da frente do motor com um minúsculo eixo transversal com duas marchas à frente mais a ré e uma embreagem úmida de discos múltiplos para conectar cada roda dianteira conforme necessário. É claro que você está pensando, “Nem a pau!”. Como podem duas relações dianteiras trabalharem com um eixo transversal traseiro que agora é baseado no câmbio de sete velocidades da 458? É fácil. Primeiro, você percebe que a tração integral não é necessária acima dos 215 km/h e deixa a frente em ponto morto nas três marchas mais altas. Então você escalona as relações dianteiras 6% mais altas do que as segunda e quarta marchas na traseira e deixa as embreagens deslizarem para fazer todo mundo se dar bem. O bônus: vetoração de torque.

A diferença nas relações significa que a roda externa pode girar mais rápido para auxiliar na entrada de curvas, combatendo a saída de frente que infesta muitos carros de tração integral. A divisão de torque atinge o pico em 20/80 na frente e atrás, respectivamente, e o sistema de 40,5 kg pesa a metade de sistemas concorrentes. Uma transmissão mais leve com embreagem dupla e uma estrutura otimizada em alumínio compensam o peso da tração integral, então a FF se equipara aos 1.912 kg da 612, distribuídos em 47% na frente e 53% atrás.

O sistema 4RM (ruote motrici – tração integral em italiano) da Ferrari continuamente monitora inúmeros sensores para prever a aderência em cada roda, aplicando torque no eixo dianteiro quando necessário antes que a traseira se desgarre. Os engenheiros da Ferrari juram sobre seu histórico na F1 que o 4RM funciona apenas em pistas escorregadias, em nada contribuindo para tempos de volta em uma pista seca e aderente como Fiorano. Mas espere tomarem alguns Proseccos e eles relutantemente admitirão que o sistema elimina um décimo ou outro do tempo de arrancadas. Essas objeções soam como uma cutucada na rival Lamborghini, que se baseia consideravelmente na tração integral para obter seu desempenho. Acredite, os pneus dianteiros tracionam o máximo que conseguem quando se está saindo do grampo na curva nove de Fiorano.

Um novo motor V12 baseado na arquitetura da 599/Enzo ganha injeção direta, um aumento na compressão para 12,3:1, um aumento de 2 mm no diâmetro interno dos cilindros (para 6.262 cm³), cabeçotes seis-em-um e incontáveis refinamentos como detectores de íons na saída dos cilindros. O resultado: a potência salta em 120 cv para 660 a 8.000 rpm com o torque subindo 9,7 kgfm para 69,7 a 6.000 rpm – são 10 cavalos a menos, mas 6,5 kgfm a mais, do que a poderosa 599 GTO produz.

Por: Revista Auto Esporte

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Ferrari Enzo Ferrari


O Enzo Ferrari é um super desportivo da Ferrari que recebe o nome do criador da companhia, Enzo Anselmo Ferrari. O carro foi construído com tecnologias usadas na Fórmula 1 e um sistema de aerodinâmica que levanta um pequeno spoiler e flaps quando em alta velocidade, criando sustentação para não deixá-lo descolar. possui um motor 6.0 V12 com 48 válvulas(2 de admissão e 2 de exaustão por cilindro). Foi nomeado em 2004, pela Sports Car International, o número 3 da lista de melhores carros desportivos dos anos 2000 perdendo apenas para o Porsche Carrera GT e o Lamborghini Murciélago LP640.

O Enzo Ferrari é algumas vezes chamado incorrectamente de Ferrari Enzo ou ainda F60. O nome do carro é Enzo Ferrari, e o fabricante Ferrari. Quando combinados geram um nome completo (Fabricante/Modelo) de Ferrari Enzo Ferrari.

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Mercedes-Benz SLR McLaren
Nave Estelar - Com estrutura de fibra de carbono, uma obra de arte no lugar do motor e desempenho de tirar o fôlego, o superesportivo é o carro de um novo tempo



Fazia calor naquela manhã de quarta-feira na Cidade do Cabo, na África do Sul. Os impecáveis e solícitos porteiros do luxuoso Cape Grace, atentos ao entra-e-sai do hotel, cumprimentavam cada hóspede que cruzava a porta automática com reverência. Precisamente às 11 horas, tudo parou. Naquele momento, um Mercedes-Benz SLR McLaren apontava em direção à entrada. Funcionários do hotel deixaram hóspedes e bagagens de lado e ficaram estáticos na calçada, em silêncio. Curiosos e espantados, observaram o carro estacionar e abrir suas portas que se elevam paralelamente ao carro. Somente a saída do motorista e do passageiro quebraram aquela pausa que os músicos chamam de fermata. Foi como se a vida voltasse ao normal em um estalo.

De certa forma, me sentia responsável em parte por aquele momento de encantamento. Afinal, eu era um dos destinatários daquela "encomenda" que acabava de chegar. Durante três dias, iria avaliar um modelo que já nasceu destinado ao panteão dos mitos. O SLR, cujo nome vem de Sport, Light e Racer ("esporte, leve e corredor"), chega trazendo a aura das Flechas Prateadas dos anos 50, as benesses da mais alta tecnologia e preço igualmente superlativo. Na Europa, custará 375000 euros, valor que multiplicado por dois e devidamente convertido daria o preço dele aqui: 2700000 reais.

Apesar de não ser supersticioso, confesso que temi pelo chamado "olho gordo" quando a porta do SLR se abriu numa coreografia clássica. É verdade que o sistema chamado "swing wing" fica devendo em matéria de espetáculo aos clássicos SLR "Asa-de-Gaivota", dos anos 50. O SLR não tem maçanetas. Basta um toque no dispositivo localizado ao lado da porta para que elas subam em direção ao céu. Para chegar ao paraíso, não se passa pelo purgatório dos contorcionismos, comuns nos superesportivos. Basta calcular a passagem das pernas, porque o painel é rebaixado e ainda conta com airbags para os joelhos do motorista e do passageiro.

A cabine é ampla: com a porta fechada, o vidro ficava a cerca de 30 centímetros do meu ombro. Os bancos, no formato de concha, apóiam bem o corpo e contam com ajustes elétricos, assim como o volante. O couro agrada os olhos e acaricia as mãos. Mas os alemães cometeram um deslize no acabamento. Os botões no console central são de plástico e, embora pintados na mesma cor do console, que é de alumínio, destoam do cenário luxuoso criado pelo uso de materiais nobres.

Fonte: Quatro Rodas

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BMW X6 M


Agora, os clientes mais exigentes tem a oportunidade de apreciar o caráter único de alta performance de um carro BMW Série M também no segmento dos modelos BMW X: O BMW X6 M ium dos primeiros modelos all-drive a oferecer o excelente desempenho, características de condução dinâmica, design atlético e de primeira qualidade de um típico BMW M.

O BMW X6 M é alimentado por um recém-desenvolvido motor V8 de alta performance que entrega 555 cv a uma faixa de velocidade de motor entre 6.000 rpm a partir de uma cilindrada de 4.395 cc. O novo M TwinPower motor turbo é de fato da unidade de energia do mundo primeiro com um colector de escape comum que abrange ambas as linhas de cilindros e com a tecnologia Twin Scroll Twin Turbo.

Um detalhe inteligente da BMW X6M é o sistema all-wheel-drive xDrive que é naturalmente orientado para a potência e características específicas de desempenho do BMW X6 M, como Dynamic Performance Control. Interagindo com a suspensão dos carros M especiais, incluindo Adaptive Drive e da direcção assistida Servotronic recentemente desenvolvido, o que assegura a condução de modo característico de um BMW Série M, combinando a estabilidade de condução única, com qualidades de direcção controlado precisamente todo o caminho para o maior nível de condução dinâmica.

A BMW X6 M estabeleceu novos padrões no segmento dos modelos de alta performance em termos de aceleração, a dinâmica lateral, o comportamento da direcção, parando de energia e eficiência. A aceleração de 0 a 100 km / h de é obtida em 4,7 segundos e se destacam não apenas por meio da entrega verdadeiramente impressionante do poder por um motor V8 turbo proporcionando torque máximo de 680 Newton-metros ou 501 lb-ft na ampla faixa de rotação entre 1500 e 5 650 rpm, mas também através da mesma forma harmoniosa e coerente acumulação de forças laterais os mais elevados requisitos e ao nível mais dinâmica do desempenho em curvas.

O Preço médio de mercado do BMW X6 M está variando entre R$ 265.000,00 e R$ 550.000,00

(Fonte: Busca na Webmotors)

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Lamborghini Gallardo


O Gallardo é o modelo "de entrada" da Lamborghini, tendo sido lançado em 2004. É o primeiro modelo da marca equipado com motor V10, agora com 520 CV. No Salão de Genebra de 2007 foi lançada a versão Superleggera, com 10 cv a mais e 100 Kg a menos. Em 2005 foi considerado pela revista Car Design News um dos dez carros mais belos do mundo, e um dos três feitos por Giorgetto Giugiaro que está nesta lista.

No Salão de Genebra de 2008 a Lamborghini apresentou uma versão atualizada o Gallardo denominada LP560-4. O modelo teve seu motor 5.2 V10 retrabalhado para alcançar a potência de 560cv. Como o Gallardo já não era o garoto mais arteiro da turma, a Lamborghini tratou de deixar seu modelo de entrada mais esperto para enfrentar os outros bad boys do universo europeu dos esportivos de alto luxo. Assim surge o Gallardo LP560-4, que tem a tarefa de substituir o mais bem-sucedido comercialmente até hoje, com 7100 unidades vendidas em cinco anos. Seu novo motor V10 de 5.2 litros, com injeção direta e 12,5:1 de taxa de compressão, entrega 560 cv a 8000 rpm, 40 cv a mais que o do carro que ele aposenta, com 20 kg a menos de peso.

Graças a essas melhorias, o Gallardo LP560-4 cumpre a aceleração de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e vai embora até alcançar 325 km/h. Tudo isso não evitou que a Lamborghini reduzisse o consumo em 18%. A transmissão com câmbio seqüencial de seis velocidades oferece trocas 40% mais rápidas na alavanca do console ou na asa atrás do volante. São seis módulos de funcionamento, tanto manual quanto automático.

A suspensão foi reprojetada para melhor estabilidade em altas velocidades. A distribuição do peso é feita com 43% na dianteira e 57% na traseira, o que, com tração nas quatro rodas, aprimora a estabilidade do esportivo. Freios Brembo são itens de série, mas o dono pode escolher discos de carbono cerâmica opcionalmente. Siglas importantes que podem ajudar a manter o esportivo eletronicamente sob controle em condições mais arriscadas de uso estão lá: ABS, ESP, ASR e ABD, tudo para que a frenagem, a estabilidade e a tração ocorram de maneira mais equilibrada possível.

Olhando rapidamente a carroceria de alumínio nem se nota que se trata de um novo Gallardo. Mas as tomadas de ar do mini-Murciélago estão mais amplas, ainda que num esquema muito próximo da Ferrari F430. Os faróis de 15 diodos estão mais curtos. As saídas de ar traseiras, antes três, agora foram reduzidas a apenas uma. As lanternas não mais invadem a parte superior da traseira. Ainda assim, fica claro que em termos de carroceria se trata de uma remodelação, mais que uma geração completamente nova. E isso é motivo para comemorar, já que cinco anos de convivência foram pouco para este grande Lamborghini e suas artes.

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Audi R8
Caçador de Porsche: Será que o Audi R8 tem qualidades para bater um dos maiores esportivos de todos os tempos? Ele chegou perto...
Por Dan Strong, da Auto Express | Fotos: Peter Gibson


Nenhuma hora da verdade consegue ser mais temida que esta... Quando se fala em tarefas difíceis, o surpreendente R8 da Audi encara a mais árdua de todas elas. E tudo leva a uma pergunta: esse esportivo de dois lugares, com carroceria de alumínio e fibra de carbono, é melhor que o Porsche 911? Mais especificamente: ele é mais excitante de dirigir e mais fácil de se conviver que seu rival alemão, considerado um dos maiores esportivos de todos os tempos?

Pode soar um pouco melodramático, mas há muito em jogo. Se a Audi se enganar com o R8, isso pode prejudicar o avanço de imagem atingido com ícones como o TT e o A4 Cabriolet. É uma posição ousada para a empresa se colocar e, quando nos sentamos atrás do volante do seu novo esportivo, poderíamos jurar que pelo menos alguns dos mais altos executivos da Audi trocavam disfarçados olhares de preocupação.

As primeiras impressões, entretanto, são muito boas. O carro não só tem grande presença na pista como o V8 é uma obra de arte que soa tão espetacularmente quanto aparenta. O motor FSI de 4,2 litros está alojado logo atrás da cabeça do motorista, numa espécie de ninho de fibra de carbono, e, conforme as rotações sobem, você quase consegue sentir seus 420 cv e o potencial para atingir 301 km/h.

Engate a primeira marcha e o câmbio de seis velocidades estala ruidosamente à medida que a alavanca chega ao fim de seu trajeto. As mudanças são milimetricamente precisas e os dentes se provam fáceis de engrenar durante as trocas. A aceleração não dá moleza, com a corrida de 0 a 96 km/h completada em menos de 4,5 segundos. Derrapa gens são minimizadas pela tração nas quatro rodas. De fato, nossa única crítica vai para a embreagem, que se mostra traiçoeira quando usada em velocidades muito baixas, muito embora o carro seja equipado com um recurso que evita que o motor morra, um opcional de 80 libras (158 dólares) que provavelmente não vale o que custa.

Previsivelmente, a suspensão é firme, particularmente na primeira versão do carro que experimentamos - que não tinha o sistema de suspensão ativa da Audi, chamado de Magnetic Ride. Você literalmente pode sentir cada desnível do asfalto e o carro dá a sensação de estar nada menos que 100% pronto para a pista de corrida. Como resultado, uma discreta perda de conforto é substituída pela estabilidade em alta velocidade e pela enorme aderência dos pneus.

A direção é incrivelmente rápida nas respostas. O menor movimento já é o suficiente para o R8 mudar de direção. Por outro lado, falta ao sistema a delicadeza do rival Porsche 911, apesar da exatidão e da precisão. Equipado com o opcional Magnetic Ride de 1 350 libras (2 659 dólares), o R8 lida com pequenas imperfeições do piso com muito mais eficiência. O sistema tem dois módulos, Conforto e Esporte, mas até em Esporte ele é mais complacente que a suspensão da versão convencional. Impressiona o fato de o Magnetic Ride pouco afetar a qualidade da direção ou a aderência que ele oferece.

Já os freios são outra história. Eles terão versões de aço e de cerâmica. As peças de cerâmica são extremamente fortes, mas o pedal é pouco sensível e não mostra qualquer progressividade. Os freios parecem ligar ou desligar e precisam nitidamente de ajuste. O modelo de aço é muito mais agradável para o motorista. Embora falte aos freios de aço a força que têm os de cerâmica, os primeiros são melhores quando se fala em reduzir a velocidade do carro na estrada.

Então, se você quer o melhor que o Audi R8 tem a oferecer agora, escolha o carro que tem Magnetic Ride e freios de aço e evite o câmbio automático R-tronic. O câmbio manual é um deleite.

Mas esse carro é bom o suficiente para superar o 911? Nesse estágio inicial, teríamos de dizer que não. Porém, isso não seria motivo para os engenheiros da Audi derramarem lágrimas em sua cerveja alemã. O carro possui caráter e habilidade para ficar no mesmo nível de seu famoso rival, façanha que não deve ser subestimada.

Fonte: Quatro Rodas

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Bugatti Veyron 2011


Parece que o novo Bugatti Veyron 16.4 Super Sport decidiu oferecer bem antes da estréia oficial no fim de semana Concours Pebble Beach, em meados de agosto. Não só os dados oficiais, mas o super carro esporte Guinness Book of Records, com uma velocidade média de 431 kph (267 mph) nesse dia. O novo modelo entra em produção neste outono e as cinco primeiras unidades serão vendidas como uma edição limitada, Mundo. E 'caracterizada por fibra de carbono, acabamento em preto especiais e laranjas, e por isso eles já estão esgotados! O novo Veyron 16.4 Super Sport é mais do que quatro turbocompressores e intercooler estendida, que foram utilizados para entregar 16-1200 cilindros do motor para aumentar o poder na sua totalidade, em um caso foi completamente modificada, a fim de manter a velocidade de segurança extremas - graças a um interruptor de luz altura viagens internacionais, novos amortecedores e estabilizadores mais forte arquitetura complexos desenvolvidos para a corrida. É um controle muito mais preciso das rodas eo carro como um todo. A aceleração lateral de 1,4 G e uma melhor interação entre a equipe e inteligente tração nas quatro rodas manuseio, excelente e aceleração supercarro terminou ainda mais forte do que 1500 nm, oferece canto. O carro foi reconstruído e ampliado entradas de ar frontal, difusor traseiro, dupla saída de escape e revisto em uma localização central.

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Porsche Panamera S Hybrid
Depois do Cayenne e do 918 Spyder, agora é o Panamera que se junta ao clube dos híbridos
Por Vitor Matsubara | Fotos: divulgação



A onda dos híbridos definitivamente tomou conta da Porsche. Depois de lançar o novo Cayenne S Hybrid e de apresentar um carro de corrida e um superesportivo com este tipo de propulsão, chegou a vez do Panamera ganhar sua versão híbrida.

O modelo usa o mesmo conjunto do Cayenne, formado por um motor 3.0 V6 a gasolina com 333 cv e um propulsor elétrico com 34 kW, que corresponde a aproximadamente 47 cv. A potência combinada – ou seja, quando os dois motores atuam em conjunto – é de 380 cv. O motor elétrico também funciona como gerador e motor de partida, sendo alimentado por uma bateria de níquel-metal.

A transmissão que equipa o Panamera S Hybrid é uma automática Tiptronic (com trocas sequenciais) de oito velocidades. Segundo a Porsche, a aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em apenas seis segundos e a velocidade máxima é de 270 km/h. O consumo médio em percurso combinado (cidade e estrada) é de 17 km/l e o carro tem um mecanismo que desativa o motor a combustão em velocidades até 165 km/h, especialmente em estradas.

Sua apresentação oficial será realizada em março, durante o Salão de Genebra, na Suíça. As vendas na Europa iniciam em junho, sendo que, na Alemanha, o carro poderá ser comprado pelo valor inicial de 106.185 euros.

Fonte: Quatro Rodas

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