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5 de agosto de 2011

Formula 1

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Vettel cruza em terceiro e se torna o mais jovem bicampeão da Fórmula 1
Button vence em Suzuka, mas não impede segundo título do alemão da RBR com quatro GPs de antecipação; Massa volta a se desentender com Hamilton


Após a pole sensacional no sábado e a largada ousada no domingo, quando fechou Jenson Button e manteve a ponta, Sebastian Vettel parecia disposto a repetir seu roteiro de domínio no GP do Japão. Nem precisou. O desgaste dos pneus macios em Suzuka mudou um pouco a história da corrida, mas não um destino que já parecia traçado há muito tempo. Atrás de apenas um ponto, o alemão da RBR fez uma prova sem riscos neste domingo e cruzou em terceiro lugar. Foi o suficiente para se tornar o mais jovem bicampeão da história da Fórmula 1, aos 24 anos, três meses e seis dias. A marca anterior pertencia a Fernando Alonso, que em 2006 conquistou seu segundo título na categoria com 25 anos e dois meses e 24 dias.

Único capaz de impedir a conquista do rival no Japão, Button fez seu papel e venceu. Mas para manter a esperança de título, o inglês da McLaren precisava ver Vettel fora da zona de pontuação, e não em cima do pódio, como aconteceu. Pódio este que teve ainda Fernando Alonso, da Ferrari, como segundo colocado. Felipe Massa chegou em sétimo, e Bruno Senna foi o 16º, seguido por Rubens Barrichello.

A quatro corridas do fim do campeonato, o título de construtores ainda continua aberto, assim como a luta pelo vice, que será disputado por Button, Alonso, Webber e Hamilton. Os carros voltam à pista na próxima semana, com o GP da Coreia do Sul marcado para o dia 16.

Vettel chegou aos 324 pontos em 2011 e se tornou o sétimo piloto a conquistar um título em Suzuka, na 11ª decisão desde que ele entrou no calendário, em 1987 (só esteve fora em 2007 e 2008, quando o GP foi realizado em Monte Fuji). Ele se junta ao seleto grupo formado por Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991), Mika Hakkinen (1998 e 1999), Michael Schumacher (2000 e 2003), Nelson Piquet (1987), Alain Prost (1989) e Damon Hil (1996), que foram campeões da F-1 no tradicional circuito japonês.

Button deu um show de estratégia na corrida e chegou aos 210 pontos no campeonato. O inglês apostou em seu talento para conservar os pneus e lucrou com isso, conseguindo sua primeira vitória pela McLaren em pista seca. Na briga pelo vice-campeonato, ele abriu oito pontos de vantagem sobre Fernando Alonso, segundo colocado na corrida. Também com chances, Mark Webber, da RBR, terminou em quarto em Suzuka e tem agora 194 pontos no Mundial de Pilotos.

Após duas semanas, a polêmica de Cingapura retornou com força em Suzuka. Lewis Hamilton, que chegou em quinto e também tem chances de lutar pelo vice em 2011, tocou em Felipe Massa na 22ª volta e danificou a asa dianteira da Ferrari. O incidente foi investigado pelos comissários do GP do Japão, mas eles decidiram não punir o inglês. O brasileiro acabou apenas na sétima posição, atrás do alemão Michael Schumacher, da Mercedes, o sexto colocado.

Bruno Senna saiu na nona posição, mas teve problemas na largada e ficou longe dos dez primeiros em Suzuka. O brasileiro sofreu com os danos na asa dianteira no início e chegou apenas em 16º. Vitaly Petrov, seu companheiro, foi o nono colocado e fez dois pontos. Rubens Barrichello, da Williams, também não andou bem e foi só o 17º colocado no GP do Japão.

O domingo começou com tempo ensolarado em Suzuka, sem a ameaça de chuva para a corrida. Na largada, Vettel manteve a ponta, mas fechou Button, que saiu melhor. O inglês chegou a colocar duas rodas na grama, mas se manteve na pista. Entretanto, ele perdeu a posição para o companheiro Hamilton na primeira curva do circuito, caiu para terceiro e reclamou pelo rádio. Os comissários investigaram o incidente, mas decidiram não punir o alemão da RBR. Massa se manteve à frente de Alonso, em quarto. Bruno Senna e Barrichello perderam posições.

Na sexta volta, Alonso usou a asa móvel para passar o companheiro Massa na reta dos boxes e assumir a quarta posição. Com o alemão em primeiro e abrindo vantagem para Hamilton, o desgaste dos pneus macios começou a aparecer, principalmente nos carros da RBR. O inglês da McLaren teve um furo de pneu, foi superado por Button na oitava passagem e teve de entrar para um pit stop de emergência, perdendo algumas posições.

O alto desgaste antecipou a parada de Vettel para a nona volta, no que foi seguido por Button na 11ª. A diferença entre os dois caiu e o inglês da McLaren começou a ameaçar o alemão da RBR. Nessa altura, antes de seu pit stop, Massa liderava a prova, mas caiu para quinto após entrar nos boxes. Ele voltou atrás de Hamilton, na reedição do duelo polêmico de Cingapura.

Na frente, Vettel e Button continuavam a trocar voltas mais rápidas, mas o alemão precisou fazer o pit stop mais cedo, na 20ª volta. Administrando melhor o desgaste dos pneus macios, o inglês ficou na pista tentando andar rápido. A tática deu certo e ele conseguiu superar o líder do campeonato após sua parada, na passagem seguinte.

Hamilton e Massa continuavam a andar juntos. E na 22ª volta, a polêmica voltou. O brasileiro tentou a ultrapassagem na freada para a chicane Triangle e o inglês ignorou a presença do rival: jogou o carro para o lado e danificou a asa dianteira da Ferrari. Apesar do risco de punições, os comissários decidiram não tomar atitudes contra o inglês da McLaren.

O detrito deixado pela Ferrari provocou a entrada do safety car na 24ª volta. Os pilotos foram reagrupados e a relargada foi autorizada três passagens depois. Button manteve a ponta, seguido por Vettel, que fez sua última parada na 34ª volta. O alemão colocou os pneus médios mais cedo que seus rivais e começou a perder tempo na pista. Com isso, perdeu a segunda posição em Suzuka para Alonso, que entrou nos boxes na 38ª. O espanhol conseguiu a vantagem ao andar mais rápido antes da troca.

As últimas voltas foram palco de uma perseguição de Vettel a Alonso. O alemão chegou a tentar duas vezes a ultrapassagem sobre o espanhol, sem sucesso, mas a equipe pediu que ele poupasse o carro para o final. Depois foi a vez do espanhol tentar um bote sobre Button, mas o rival soube administrar a corrida até o fim. Após a chegada e o bi de Vettel, o inglês parou sua McLaren após a saída dos boxes, sem condições de completar a volta da vitória.

Confira o resultado final do GP do Japão, em Suzuka (307,573 quilômetros):


1 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 53 voltas em 1h30m53s427
2 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - a 1s160
3 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - a 2s006
4 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - a 8s071
5 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - a 24s268
6 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - a 27s120
7 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - a 28s240
8 - Sergio Pérez (MEX/Sauber-Ferrari) - a 39s377
9 - Vitaly Petrov (RUS/Renault-Lotus) - a 42s607
10 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - a 44s322
11 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - a 54s447
12 - Paul di Resta (ESC/Force India-Mercedes) - a 1m02s326
13 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - a 1m03s705
14 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - a 1m04s194
15 - Pastor Maldonado (VEN/Williams-Cosworth) - a 1m06s623
16 - Bruno Senna (BRA/Renault-Lotus) - a 1m12s628
17 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - a 1m14s191
18 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Renault) - a 1m27s824
19 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Renault) - a 1m36s140
20 - Timo Glock (ALE/MVR-Cosworth) - a 2 voltas
21 - Jerome D'Ambrosio (BEL/MVR-Cosworth) - a 2 voltas
22 - Daniel Ricciardo (AUS/Hispania-Cosworth) - a 2 voltas
23 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Hispania-Cosworth) - a 2 voltas

Não completou:
Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - a 42 voltas/roda

Melhor volta: Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m36s568, na 52ª

Por: Globo Esporte

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Última Prova: Cingapura
Monza
Vencedor
Sebastian Vettel
Equipe
Red Bull



Vettel passeia em Cingapura e fica a um ponto do bi

Sebastian Vettel passou no GP de Cingapura. Neste domingo, o piloto da Red Bull não encontrou dificuldades para vencer no circuito de Marina Bay, mas faltou a cereja do bolo. O piloto da Red Bull viu frustrada a primeira possibilidade de conquistar o bicampeonato mundial de forma antecipada. A possível comemoração ficou para o GP do Japão, daqui a duas semanas. Vettel precisa de apenas um ponto para assegurar a taça.

Desde a largada, Vettel mostrou que não estava disposto a dar chances aos adversários. Ele disparou na frente após abrir uma grande vantagem para Jenson Button e não foi mais incomodado. O piloto da McLaren, porém, atrapalhou os planos do líder do Mundial, que obteve sua nona vitória nesta temporada.
Com o segundo lugar obtido em Marina Bay, Button adiou a comemoração antecipada de Vettel. O piloto da McLaren assumiu o segundo lugar na classificação do Mundial com 185 pontos, um a mais do que Fernando Alonso. O líder foi a 309 pontos e precisa apenas ser o décimo colocado no GP do Japão para levar a taça, mesmo se Button ganhar a prova.

Com uma vantagem de 124 pontos a cinco corridas do fim da temporada (ou seja, são 125 pontos em disputa), Vettel só perde o título se houver um desastre. Button se tornou o único que sonha com a taça, mesmo com chances bastante remotas. Alonso pode até empatar em número de pontos com Vettel, mas perde para o alemão no número de vitórias.

Felipe Massa teve sua corrida prejudicada por Lewis Hamilton, que furou o pneu da Ferrari do brasileiro ao tentar ultrapassá-lo. O brasileiro terminou a corrida em nono. Rubans Barrichello ficou em 13º, duas posições acima de Bruno Senna. O piloto da Renault foi obrigado a fazer uma parada inesperada nos boxes para trocar o bico do carro após tocar no muro.

A corrida

Mesmo sendo uma prova noturna, o GP de Cingapura foi disputado com uma temperatura elevada, em torno dos 31ºC, e umidade relativa do ar em 62%. Além do desgaste provocado pelo calor, os pilotos ainda enfrentaram uma corrida longa (quase no limite das duas horas de duração) e que exige muito dos pilotos.

Na largada, Vettel manteve a primeira posição. Webber, seu companheiro de equipe, não saiu bem e caiu para a quarta posição. Melhor para Button e Alonso, que ultrapassaram o australiano. Hamilton também largou mal e perdeu algumas posições.

Sem sustos, Vettel abriu uma vantagem confortável na liderança. Enquanto isso, Hamilton acelerou para recuperar o terreno perdido com sua largada ruim. O piloto da McLaren não demorou para superar os dois carros da Mercedes. Primeiro, foi Michael Schumacher, com quem travou belo duelo no GP da Itália. Pouco depois, Nico Rosberg também foi ultrapassado.

O ritmo de corrida de Vettel impressionou no início da prova. O líder do Mundial chegou a fazer voltas em torno de 1s5 mais rápidas do que Button, o segundo na pista. Com apenas nove voltas, a diferença entre eles já era superior a dez segundos. A esta altura da corrida, a Ferrari perdeu rendimento por conta do elevado desgaste dos pneus.

Do bloco dos primeiros colocados, Alonso foi o primeiro a parar nos boxes, pouco depois de ser ultrapassado por Webber. Massa e Hamilton, que brigavam por posição, pararam ao mesmo tempo, mas o brasileiro conseguiu se manter à frente do inglês. No entanto, a briga não terminou aí.
Na 12ª volta, Hamilton tentou passar Massa e tocou o bico de sua McLaren no pneu traseiro direito do brasileiro, que furou. O inglês danificou a parte dianteira do seu carro. Os dois já haviam se estranhado no treino de classificação, quando Hamilton forçou uma ultrapassagem na volta de saída dos boxes. Massa o criticou por sua atitude.

Os comissários analisaram o incidente e puniram Hamilton com um drive through (passagem pelos boxes). Massa voltou a encontrar o inglês na pista: na 25ª volta, o brasileiro errou e foi ultrapassado pelo piloto da McLaren.

O safety car entrou na pista na 30ª volta. Michael Schumacher errou ao tentar ultrapassar Sergio Pérez e bateu. Pouco após a relargada, Webber superou Alonso e assumiu a terceira posição. Vettel continuou tranquilo até receber a bandeirada, mas o segundo lugar de Button o impediu de ser bicampeão em Marina Bay. A festa, porém, não deve passar da corrida seguinte.
A próxima etapa da temporada será o GP do Japão em 9 de outubro.

Fonte: UOL

Monza

Sebastian Vettel quebrou o estigma de que a Red Bull não anda bem em Monza. Neste domingo, o alemão venceu o GP da Itália sem muitas dificuldades. Para os fanáticos torcedores da Ferrari, houve ao menos um consolo: Fernando Alonso subiu ao pódio, em terceiro. A corrida foi especial para Bruno Senna: nono colocado, ele somou seus primeiros pontos na categoria.
Em sua segunda corrida como piloto titular da Renault, Bruno Senna tomou um susto logo no início. Ele escapou de um acidente, mas perdeu várias posições. O brasileiro tomou uma decisão que logo mais se mostrou acertada: ao parar mais cedo nos boxes e trocar os pneus médios pelos macios, ele teve bom rendimento na parte final da prova.
O GP da Itália foi o primeiro desta temporada no qual a Red Bull não viu um de seus dois carros completarem a prova. Mark Webber abandonou no começo da corrida, após ficar sem o bico de seu carro em um toque com Felipe Massa. O brasileiro terminou na sexta posição.
Alonso aproveitou o abandono do australiano para assumir a segunda colocação no Mundial de pilotos. Para assegurar o terceiro lugar, o espanhol resistiu às investidas de Hamilton no fim da prova. Jenson Button, da McLaren, foi o segundo colocado em Monza.
Vettel conquistou sua oitava vitória em 13 corridas disputadas neste ano e segue a passos largos rumo ao bicampeonato. O piloto alemão abriu uma vantagem de 112 pontos para Alonso e pode até mesmo ser campeão na próxima corrida, em Cingapura.
A corrida
Para delírio dos torcedores da Ferrari, que suportaram o calor e a temperatura na casa dos 30ºC, Alonso teve uma excelente largada. Quarto colocado no grid, ele pressionou Hamilton e Vettel e, por dentro, assumiu a liderança. Massa também largou bem e ganhou uma posição, correndo em quinto. No entanto, logo na primeira curva houve confusão.
Vitantonio Liuzzi perdeu o controle de sua Hispania, deslizou pela grama e seu carro acertou em cheio a Renault de Vitaly Petrov. Nico Rosberg (Mercedes) e Rubens Barrichello (Williams) também se envolveram no acidente, mas o alemão teve pior sorte e abandonou. O brasileiro foi para os boxes. O safety car entrou na pista.
Bruno Senna escapou, mas como teve que desviar dos vários carros envolvidos na batida, perdeu várias posições. O brasileiro, que largou com pneus médios, mudou sua estratégia de corrida e fez uma parada nos boxes, colocando pneus macios.
Na quinta volta, Massa rodou ao disputar a quinta posição com Webber. Houve um toque entre os dois carros, e o australiano teve a parte dianteira de sua Red Bull danificada. Ele não conseguiu levar o carro aos boxes, pois escapou da pista, bateu e abandonou.
Vettel deu o troco em Alonso na Curva di Lesmo. O atual líder do Mundial fez uma bela ultrapassagem e logo abriu vantagem. Enquanto isso, a briga pelo terceiro lugar era intensa. Schumacher e Hamilton travaram um belo duelo; na 12ª volta, o inglês chegou a ultrapassar, mas o alemão não demorou para retomar sua posição. Quem se aproveitou foi Jenson Button. Aos poucos, ele se aproximou da disputa e ultrapassou os dois.
Após a primeira parada nos boxes do pelotão de frente, Hamilton enfim conseguiu ultrapassar Schumacher na 27ª volta, assumindo o quarto lugar. Na segunda troca, quando foram colocados pneus médios, Alonso perdeu rendimento e foi ultrapassado por Button.
Nas últimas voltas, com Vettel tranquilo na ponta, o destaque ficou com Bruno Senna. Depois de uma boa disputa com Sébastien Buemi, o brasileiro ultrapassou a Toro Rosso do suíço e conquistou a nona posição.
A próxima etapa da temporada será o GP de Cingapura, no dia 25 deste mês.

Por: Uol
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Última Prova: Spa-Francorchamps Bélgica
Vencedor
Sebastian Vettel

Equipe
Red Bull


SPA-FRANCORCHAMPS, Bélgica (Reuters) - O campeão mundial de Fórmula 1 Sebastian Vettel venceu o Grande Prêmio da Bélgica no domingo e aumentou sua liderança para 92 pontos, em uma dobradinha da Red Bull com o australiano Mark Webber. O brasileiro Felipe Massa chegou em oitavo lugar com sua Ferrari.

Bruno Senna, que era reserva da Renault e foi chamado para substituir o alemão Nick Heidfeld, tinha se classificado na impressionante sétima posição, mas foi penalizado por provocar uma colisão e terminou em décimo-terceiro.

Essa foi a sétima vitória do alemão de 24 anos nas 12 corridas do ano até agora. Faltam sete rodadas até o fim da temporada, que somam no máximo 175 pontos.

Jenson Button, do Reino Unido, terminou em terceiro lugar pela McLaren, depois de largar na décima-terceira colocação.

'Obrigado caras, que corrida', comemorou Vettel pelo rádio da equipe, depois que seu time fez a segunda dobradinha da temporada e ele venceu pela primeira vez desde Valencia, em junho.

Vettel, que, depois de sua décima-sétima vitória na carreira, agora soma 259 pontos contra 167 de Webber, liderou a corrida desde a pole position, apesar de ter sérias dúvidas sobre a durabilidade de seus pneus depois que ambos os carros da Red Bull sofreram forte degradação durante os treinos.

No fim, os medos se provaram sem fundamento, ou pelo menos administráveis. Mesmo assim, o compatriota de Vettel, Nico Rosberg, tomou a liderança com sua Mercedes no início da corrida, antes de que Vettel a retomasse na terceira volta.

'Foi uma questão de administração mais do que o comum, mas o carro funcionou muito bem', disse Vettel. 'Eu me diverti em todas as voltas hoje. Se o carro faz o que você quer que ele faça, esse lugar é muito divertido.'

'Tivemos motivo para estar confiantes (sobre os pneus). De outra forma, a alternativa seria troca o set e começar no pit lane.'

A Ferrari de Fernando Alonso, que terminou em quarto, parecia uma ameaça real, antes de perder brilho.

Vencedor na Bélgica no ano passado, Lewis Hamilton, em sua McLaren, bateu com força em Les Combes na décima-terceira de 44 voltas, enquanto tentava assumir o quarto lugar.

Hamilton não se feriu, mas o incidente exigiu a entrada do safety car enquanto os detritos eram retirados da pista.

O heptacampeão Michael Schumacher, o piloto mais bem sucedido do esporte, comemorou o vigésimo aniversário de sua estréia na Fórmula 1. Ele conquistou a quinta posição, depois de começar a corrida na última colocação.

Rosberg foi o sexto colocado, à frente do compatriota Adrian Sutil, pela Force India, e a Ferrari do brasileiro Felipe Massa, que chegou em oitavo.

O russo Vitaly Petrov, da Renault, chegou em nono, e Pastor Maldonado, da Venezuela, conquistou seu primeiro ponto na Fórmula 1, ao chegar em décimo com o carro da Williams.

Webber teve um início conturbado. Ele saiu em terceiro, mas teve problemas com o carro, enquanto era ultrapassado pelos concorrentes. Ele escapou do caos inicial provocado pelo brasileiro Bruno Senna.

'Foi provavelmente um dos melhores resultados que já conquistamos como equipe,' afirmou o australiano.

Por: Alan Baldwin
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Última Prova: Hungria
Vencedor
Jenson Button 

Equipe
Mclaren 

  

O britânico Jenson Button (McLaren) venceu, este domingo, o Grande Prémio da Hungria, 11.ª prova do Mundial de Fórmula 1, superando o alemão Sebastian Vettel (Red Bull) e o espanhol Fernando Alonso (Ferrari).

Esta foi a segunda vitória da temporada de Button e também a segunda à chuva, depois do triunfo no Canadá. Na Hungria, foi a segunda vez que o Grande Prémio foi afectado pela chuva, tendo a primeira, em 2006, também sido ganha por Button.

O inglês superou o alemão Sebastien Vettel (Red Bull), campeão em título, que, com o segundo posto, alargou ainda mais a sua vantagem na liderança do campeonato, detendo agora 85 pontos para o seu companheiro de equipa, australiano Mark Webber, que hoje foi apenas quinto.

Enquanto Button foi um vencedor sem sobressaltos, tendo-se limitado a aproveitar os erros adversários e em não cometer deslizes, a prova foi animada pelas falhas de Vettel e do britânico Lewis Hamilton (McLaren).

Vettel, que arrancou da "pole position", esteve na frente nas primeiras voltas, mas, com a pista ainda muito molhada, cometeu uma pequena falha, suficiente para que Hamilton, que seguia logo atrás, o passasse e assumisse a liderança.

Com a pista a secar rapidamente, Hamilton ganhou uma vantagem confortável e tudo levava a crer que poderia ganhar, mas uma sucessão de erros levaram-no a cair diversas posições. Primeiro, Hamilton sofreu um pião na pista que o fez perder tempo, tendo depois feito uma má opção na escolha de pneus, o que o fez cair para a quarta posição, quando tentou rectificar o erro.

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