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8 de abril de 2012

Advogado sugere que Floro pode ter sido executado


Data: 08/04/2012

“Eu chorei na morte de Floro. Os santos e os bandidos têm o mesmo pai. Eu o tinha como um amigo”. Essa foi a referência do advogado Evaldo Campos para lembrar a operação “18 de agosto”, que interrompeu a trajetória de crimes supostamente cometidos por Floro Calheiros, o então foragido mais procurado de Sergipe. Na operação, desenvolvida pelas Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal de vários estados (Sergipe, Bahia e Tocantins), além de resultar na morte de“Ricardo Alagoano”, como também Floro era conhecido, terminou com o falecimento dos sobrinhos Lucas e Rafael Calheiros e deixou ferido seu filho Fábio. Para relembrar o episódio ocorrido há um ano, no município de Barreiras (BA), divisa com Tocantins,a reportagem do Correio de Sergipe procurou Evaldo Campos, representante dos suspeitos. O jurista, em entrevista exclusiva ao diário que perdurou por mais de uma hora e meia,relembrou os detalhes daquela que define como a trágica manhã de domingo do dia 10 de abril e também abordou minúcias do processo envolvendo Fábio Calheiros, preso desde abril do ano passado, na expectativa de vê-lo em liberdade nos próximos 60 dias.
De acordo com Evaldo Campos, em virtude do óbito, foi declarada a extinção da punibilidade de Lucas e Floro Calheiros. “Fábio também foi baleado naquele 10 de abril, conseguiu sobreviver, está preso e é o único processo que acompanho hoje, porque meus outros dois clientes estão mortos. Estou esperançoso de que nesses 60 dias a vida dele estará decidida. Tem sido uma luta terrível, porque não se discute apenas o direito. É de conhecimento de todos a existência de uma guerra aberta entre a família Calheiros com determinadas autoridades de Sergipe e não cabe a mim entrar no mérito do certo e errado. E esse entrevero terminou com a eliminação de Floro, Lucas e sobretudo, Rafael que nada tinha a ver com essa briga, estando ali por uma coincidência, morreu absolutamente de graça”, declara Campos.
O jurista frisa novamente, passado um ano de intensa reflexão acerca do episódio, continua não concebendo como dezenas de policiais não tiveram condição de conter o trio, sem causar a morte. “Floro se encontrava baleado, enquanto Fábio já estava no hospital. Rafael não tinha nenhum envolvimento com qualquer tipo de conflito. Nós sabemos aí que a Polícia dispõe de armas para imobilizar e, mesmo munida com as mais tradicionais e comuns, poderia ter feito diferente, atirado em pontos não letais. Eram sei lá 30, 40, 80 homens. Seriam policiais absolutamente despreparados ou, não estou afirmando, estariam preparados para matar?”, indaga o advogado, voltando a analisar as circunstâncias da morte.


Confira o jornal
completo nas bancas! 
Fonte: Data: 08/04/2012

“Eu chorei na morte de Floro. Os santos e os bandidos têm o mesmo pai. Eu o tinha como um amigo”. Essa foi a referência do advogado Evaldo Campos para lembrar a operação “18 de agosto”, que interrompeu a trajetória de crimes supostamente cometidos por Floro Calheiros, o então foragido mais procurado de Sergipe. Na operação, desenvolvida pelas Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal de vários estados (Sergipe, Bahia e Tocantins), além de resultar na morte de“Ricardo Alagoano”, como também Floro era conhecido, terminou com o falecimento dos sobrinhos Lucas e Rafael Calheiros e deixou ferido seu filho Fábio. Para relembrar o episódio ocorrido há um ano, no município de Barreiras (BA), divisa com Tocantins,a reportagem do Correio de Sergipe procurou Evaldo Campos, representante dos suspeitos. O jurista, em entrevista exclusiva ao diário que perdurou por mais de uma hora e meia,relembrou os detalhes daquela que define como a trágica manhã de domingo do dia 10 de abril e também abordou minúcias do processo envolvendo Fábio Calheiros, preso desde abril do ano passado, na expectativa de vê-lo em liberdade nos próximos 60 dias.
De acordo com Evaldo Campos, em virtude do óbito, foi declarada a extinção da punibilidade de Lucas e Floro Calheiros. “Fábio também foi baleado naquele 10 de abril, conseguiu sobreviver, está preso e é o único processo que acompanho hoje, porque meus outros dois clientes estão mortos. Estou esperançoso de que nesses 60 dias a vida dele estará decidida. Tem sido uma luta terrível, porque não se discute apenas o direito. É de conhecimento de todos a existência de uma guerra aberta entre a família Calheiros com determinadas autoridades de Sergipe e não cabe a mim entrar no mérito do certo e errado. E esse entrevero terminou com a eliminação de Floro, Lucas e sobretudo, Rafael que nada tinha a ver com essa briga, estando ali por uma coincidência, morreu absolutamente de graça”, declara Campos.
O jurista frisa novamente, passado um ano de intensa reflexão acerca do episódio, continua não concebendo como dezenas de policiais não tiveram condição de conter o trio, sem causar a morte. “Floro se encontrava baleado, enquanto Fábio já estava no hospital. Rafael não tinha nenhum envolvimento com qualquer tipo de conflito. Nós sabemos aí que a Polícia dispõe de armas para imobilizar e, mesmo munida com as mais tradicionais e comuns, poderia ter feito diferente, atirado em pontos não letais. Eram sei lá 30, 40, 80 homens. Seriam policiais absolutamente despreparados ou, não estou afirmando, estariam preparados para matar?”, indaga o advogado, voltando a analisar as circunstâncias da morte.


Confira o jornal
completo nas bancas! 


Fonte:Data: 08/04/2012

“Eu chorei na morte de Floro. Os santos e os bandidos têm o mesmo pai. Eu o tinha como um amigo”. Essa foi a referência do advogado Evaldo Campos para lembrar a operação “18 de agosto”, que interrompeu a trajetória de crimes supostamente cometidos por Floro Calheiros, o então foragido mais procurado de Sergipe. Na operação, desenvolvida pelas Polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviária Federal de vários estados (Sergipe, Bahia e Tocantins), além de resultar na morte de“Ricardo Alagoano”, como também Floro era conhecido, terminou com o falecimento dos sobrinhos Lucas e Rafael Calheiros e deixou ferido seu filho Fábio. Para relembrar o episódio ocorrido há um ano, no município de Barreiras (BA), divisa com Tocantins,a reportagem do Correio de Sergipe procurou Evaldo Campos, representante dos suspeitos. O jurista, em entrevista exclusiva ao diário que perdurou por mais de uma hora e meia,relembrou os detalhes daquela que define como a trágica manhã de domingo do dia 10 de abril e também abordou minúcias do processo envolvendo Fábio Calheiros, preso desde abril do ano passado, na expectativa de vê-lo em liberdade nos próximos 60 dias.
De acordo com Evaldo Campos, em virtude do óbito, foi declarada a extinção da punibilidade de Lucas e Floro Calheiros. “Fábio também foi baleado naquele 10 de abril, conseguiu sobreviver, está preso e é o único processo que acompanho hoje, porque meus outros dois clientes estão mortos. Estou esperançoso de que nesses 60 dias a vida dele estará decidida. Tem sido uma luta terrível, porque não se discute apenas o direito. É de conhecimento de todos a existência de uma guerra aberta entre a família Calheiros com determinadas autoridades de Sergipe e não cabe a mim entrar no mérito do certo e errado. E esse entrevero terminou com a eliminação de Floro, Lucas e sobretudo, Rafael que nada tinha a ver com essa briga, estando ali por uma coincidência, morreu absolutamente de graça”, declara Campos.
O jurista frisa novamente, passado um ano de intensa reflexão acerca do episódio, continua não concebendo como dezenas de policiais não tiveram condição de conter o trio, sem causar a morte. “Floro se encontrava baleado, enquanto Fábio já estava no hospital. Rafael não tinha nenhum envolvimento com qualquer tipo de conflito. Nós sabemos aí que a Polícia dispõe de armas para imobilizar e, mesmo munida com as mais tradicionais e comuns, poderia ter feito diferente, atirado em pontos não letais. Eram sei lá 30, 40, 80 homens. Seriam policiais absolutamente despreparados ou, não estou afirmando, estariam preparados para matar?”, indaga o advogado, voltando a analisar as circunstâncias da morte.

Fonte:http://www.correiodesergipe.com

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