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20 de abril de 2012

Dilma vem a Sergipe implantar o Projeto Carnalita e reunião com governadores

A presidenta Dilma Rousseff / Foto: Marcos Rodrigues/ASN
A presidenta da República, Dilma Rousseff, vem a Sergipe na próxima segunda-feira, 23, participar da solenidade de assinatura entre a Vale e a Petrobras para a execução do Projeto Carnalita. Ainda em Sergipe, a presidenta participará de uma reunião com os governadores do Nordeste para discutir a Seca na região. De acordo com o governador Marcelo Déda, a própria Dilma decidiu que o encontro será em Aracaju, na segunda-feira à tarde.
O primeiro evento que a presidenta Dilma participará em Sergipe será na sede da Vale, no município de Rosário do Catete, distante 37 quilômetros de Aracaju. O credenciamento para a imprensa está disponível no site da Secretaria de Imprensa da Presidência da República.
Estratégico para Sergipe, o projeto consiste na extração da carnalita para produção de potássio, indispensável na composição de fertilizantes. Com a assinatura do contrato entre a Vale (produtora) e a Petrobras (dona da jazida que será arrendada para a exploração da carnalita), os investimentos podem chegar a US$ 4 bilhões.
Empenho
O governador Marcelo Déda não mediu esforços ao longo dos últimos cinco anos e meio para que a Vale e a Petrobras chegassem a um acordo entendendo a importância da exploração do minério para a economia do Estado e para impulsionar a cadeia produtiva de fertilizantes do país. Ele sempre trabalhou junto ao Governo Federal para pôr fim ao imbróglio entre as duas empresas, sempre conduzindo reuniões entre ambas as empresas.
A presidenta Dilma Rousseff, por sua vez, também teve um papel decisivo para que o negócio fosse concretizado, conduzindo, pessoalmente, reuniões entre os dois presidentes das companhias, revelando a prioridade deste projeto. De acordo com o governador, a presidenta entendeu que este projeto era bom para Sergipe, mas era indispensável para o Brasil porque aumentará a produção de potássio e aumentará a segurança do agronegócio brasileiro, reduzindo a dependência do fertilizante importado. Além de gerar oportunidades de novos negócios na cadeia produtiva de fertilizantes e consequente geração de novos empregos.
Fonte:  Agência Sergipe de Notícias


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