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21 de julho de 2012

A razão da “pobreza” de João Alves



Manchete do JC chamou a atenção
Depois que o Jornal da Cidade publicou como manchete principal na primeira página matéria sobre a “pobreza” do ex-governador João Alves Filho na declaração de bens deste ano, comparando com 2010, o blog foi em busca de mais informações.
O editorial do JC, ao comparar o patrimônio dos candidatos a prefeito de Aracaju considerou que “João Alves Filho é um exemplo clássico de desleixo na declaração patrimonial. Ele alinhavou propriedades que, somadas, não chegam aos 360 mil reais. O interessante é que na eleição de 2010 João Alves Filho tinha bens que somados chegavam a um milhão de reais. Agora já não consta dos seus bens um crédito na Habitacional Construções, no valor de R$ 582,7 mil. Algum tsunami passou pelos seus negócios para perder tanto dinheiro assim em dois anos?”.
Motivo  - Não foi difícil descobrir o motivo de João Alves ter reduzido seu patrimônio de R$ 1 milhão para R$ 360 mil. É que a decisão monocrática da Justiça do Paraná de abril de 2011 (juíza Mariana G. F.Gusso) sobre o caso Banestado envolvendo várias pessoas, entre elas, João Alves, condena o ex-governador ao ressarcimento integral do dano causado no valor inicial de R$ 28,8 milhões. (este ressarcimento é para todas as pessoas envolvidas e três empresas). Ciente do processo, o ex-governador foi orientado a retirar alguns bens do nome dele.

Perda dos bens e indisponibilidade - Além do ressarcimento solidário a juíza do Paraná condenou também todos os envolvidos a perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao seu patrimônio; tornou indisponível seus bens nos limites do valor devido ao Poder Público; a perda de função pública que desempenham, se ainda estiverem exercendo alguma e a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de seis anos, entre outros.
Os envolvidos - A decisão da juíza do Paraná foi num processo de autoria do Ministério Público do Paraná, tendo como réus Osvaldo Luiz Magalhães, Luiz Antônio Eugênio de Lima, José Edson Carneiro de Souza, Ademar Toshihiro Tanaka, Cláudio Ferreira Moreira, Arlei Mário Pinto de Lara, Nacim Jorge André Neto, José Edivan do Amorim, Celina Alves do Amorim, José Edinaldo Morais, Rosa Maria de Andrade Morais, Joao Alves Filho, Maria do Carmo do Nascimento Alves e as empresas Amorim Transportes Ltda, Rápido Laser Ltda e Habitacional Construções S/A.

Matéria completa disponivel: Infonet

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