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21 de setembro de 2012

PM é preso por disparar arma em via pública em Propriá


PM é autuado em flagrante com base na Lei do Desarmamento.

O policial militar Rilvânio Batista foi preso e autuado em flagrante por disparar a arma da corporação em via pública. O episódio ocorreu na madrugada desta quinta-feira, 20, na cidade de Propriá, onde o policial foi preso e autuado em flagrante por disparo de arma de fogo, de acordo com o artigo 15 do Estatuto do Desarmamento, segundo informou o delegado de polícia do município, Cledson Ferreira Pinto.

Por se tratar de crime que prevê pena inferior a quatro anos de reclusão, o delegado de plantão arbitrou fiança no valor de dois salários mínimos e o policial responderá ao processo judicial em liberdade, conforme inquérito policial iniciado por flagrante que está sendo conduzido pelo delegado Cledson Ferreira, titular do município de Propriá.

De acordo com os primeiros levantamentos da Polícia Civil, o policial estava na companhia de amigos dentro de um veículo e teria feito disparos em três locais distintos. Segundo o delegado, há suspeita que os tiros foram disparados na Orlinha de Propriá, em local próximo ao Colégio de Freiras e também na saída da cidade. A arma usada pelo PM, uma pistola de uso restrito que integra o arsenal da PM, foi apreendida e será encaminhada à perícia técnica.

Nos pontos onde ocorreram os disparos, foram encontrados quatro cartuchos, que serão submetidos a análise da perícia técnica para confirmar se eles realmente teriam sido usados na arma encontrada com o policial militar. O delegado informou que o policial tem bons antecedentes e é conhecido na corporação por ter dedicação e prestação de bons serviços à comunidade. Não há provas, mas há suspeita que o policial estaria embriagado, conforme informações do delegado Cledson Ferreira.

A Assessoria de Comunicação Social da Polícia Militar (PM5) informou que o Comando Geral da Polícia Militar tomou conhecimento do episódio por meio do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp), que o policial militar não estava em serviço e, portanto, deve responder por crime comum com base no Estatuto do Desarmamento. O Comando Geral, segundo a PM5, aguardará a conclusão do inquérito policial e as decisões judiciais para adotar as providências que forem cabíveis.

Segundo a PM5, o policial militar ficou preso na Delegacia de Polícia da cidade e que foi liberado nesta quinta-feira, 20, mediante pagamento da fiança arbitrada pelo delegado de plantão, que já se apresentou ao Segundo Batalhão da Polícia Militar, em Propriá, onde está lotado e que já se encontra em atividade.

Cássia Santana
Portal Infonet

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