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17 de abril de 2013

APIMENTADA: Vereadores trocam farpas em sessão plenária

Alfinetadas entre aliados e adversários do prefeito José Américo expõe as chagas do parlamento em Propriá




A sessão plenáia da Câmara de Vereadores de Propriá, distante 98 km da capital, Aracaju, foi marcada pelo “debate” acalorado entre os que naquela casa defendem veladamente o prefeito José Américo Lima (PSC) e os que lhe fazem oposição.

Ficou claro as posições de artorosos defensores do chefe do executivo, as posições das bancadas do PSC, cujo líder Samuel Menezes lhe representa e do PDT, integrado pelos vereadores José Aelson Santos e Jurandy Sandes.

Samuel e Jurandy refutaram as criticas do vereador Nego de Marli (PTdoB) que denunciou a farra das nomeaçõesem cargos comissionados e registrou as enquetes que reprovam sua administração.

Segundo o vereador, se o colega mostrar um nomeado que não esteja trabalhando, o próprio lhe acomparnhará ao Ministério Público para denunciar e disse que todos os políticos, inclusive ele, promete em campanha, nem sempre cumprindo no mandato.

O vereador Jurandy Sandes disse que “uma enquete (refererindo-se a levada ao ar pela Propriá FM) cujo universo de 30 ouvintes, 20 são contrários e 10 favoráveis não podem medir a popularidade de quem obteve 10 mil votos nas urnas”, comparou.

Seu colega Aelson Publicidade alfinetou ops radialistas João Lucas (Propriá FM) e Ferreira Filho (Propriá FM), que segundo ele, “está para chegar um radialista que faça um jornalismo sério em Propriá”, o que merece discordância deste portal.

Aelson aproveitou para defender o aumento dos salários dos vereadores, que segundo ele “deveria ganhar bem, R$ 10, 20 mil, pois fomos eleitos pelo povo para ganhar bem e que R$ 5 mil está pouco”, disse sem nenhum receio de reprovação da população.

Último inscrito no Grande Expediente, o vereador Genival Moreira (PTC) referiu-se, mas de forma respeitosa como sempre o fez, a matéria veiculada neste portal, de que ele havia se calado diante da nomeação de um irmão pelo prefeito José Américo.

Dando sinais de que não ficará calado como citado na matéria, Geno como é conhecido disse que “eu não vou me calar, aqui está a minha resposta”, ao dar sequencia as criticas ferrenhas ao prefeito José Américo.

Geno aproveitou para lembrar ao vereador as provocações feitas por ele ao então candidato a reeleição José Américo, quando o vereador sugeriu através de emissora de rádio comparar as fichas corridas de ambos “e hoje mata e morre pelo prefeito”, disse.

Mas o agravante das declarações dos parlamentares ficou por conta de uma infeliz intervenção do vereador Marcos da Feira (PMN), que insatisfeito com as quase uma dezena de nomeações de correligionários, ameaçando rebelar-se.

Por Claudomir Tavares

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