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19 de julho de 2013

Venda de rastreador BBOM é suspensa por suspeita de pirâmide

O grupo também está proibido de admitir novas adesões à rede e impedido de realizar novos cadastros



O Ministério Público Federal de Goiás (MPF-GO) conseguiu na justiça a suspensão da atuação da empresa de rastreador via satélite BBOM, sob suspeita de pirâmide financeira. O grupo também está proibido de admitir novas adesões à rede e impedido de realizar novos cadastros e deve divulgar mensagem informando aos internautas sobre a decisão judicial.


A Justiça Federal determinou que as empresas publiquem em seus websites o comunicado: “Por ordem da Justiça Federal, a BBom está impedida de receber a adesão de novos associados, seja através de seus sites, seja através dos sites de seus associados, bem como de receber as mensalidades cobradas dos associados já admitidos no sistema"

Na semana passada, uma força-tarefa formada pelo MPF e pelos MP Estaduais (entre eles, o de Goiás), bloqueou os bens das empresas Embrasystem (nomes fantasias BBOM e Unepxmil) e BBrasil Organizações e Métodos e de seus sócios.  

“O nosso objetivo é evitar novas vítimas. O consumidor precisa ficar atento, principalmente com a proliferação desses esquemas com a ajuda da internet e das redes sociais, bem como dessas promessas de ganho de muito dinheiro sem ter que vender um produto ou serviço real. Já em relação à pessoas que estão no esquema, os bloqueios dos bens servirão para reaver o máximo possível do dinheiro investido”, explica a procuradora da República, Mariane Guimarães.

Em nota, a BBom informou que está "tomando as providências judiciais cabíveis para retirar todo e qualquer impedimento às suas atividades" e afirmou  que continua à disposição das autoridades para esclarecimentos.

Telexfree


Outro caso recente que levantou suspeita de pirâmide financeira e que está sendo investigado pelo Ministério Público (neste caso, do Acre) é o da TelexFree. Segundo o MPF-GO, investigações apontam que a BBOM tem negócios com a Telexfree. 

Fonte: Infomoney

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