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15 de julho de 2016

Começa os Acordos Políticos



Com a definição na noite de ontem, 09, da pré-aliança entre PMDB/PDT e aliados  (PSDC e PEN), simbolizados nas pré-candidaturas de Paulinho Campos e Fernandinho Britto  (publicado nos primeiros minutos de hoje pela RPCA), já temos um prognóstico inicial do tabuleiro político em Propriá, no Baixo São Francisco - a geografia política começará a ser montada quando definido o teatro das operações.
Dados atuais - e informais - indicam que, ainda há mais de 40% de celeiros indecisos em todo o município e até hoje, nenhum pré-candidato a prefeito chegou a 20% (acrescente-se que a rejeição de alguns chega a mais de 30%), apesar das ilusórias "pesquisas" que alguns fazem para impressionar eleitores passionais - mentem e se enganam  E utilizando os "parâmetros" deles (não sendo necessário os nossos), concluímos que Paulinho, Fernandinho e Jackson Oliveira juntos asseguram vantagens singular e plural consolidadas a base aliada do governador Jackson Barreto  (PMDB) em Propriá.
■ Incertezas

A situação de isolamento político do DEM, as incertezas do PSD, a não decolagem do SD, as reticências do PSC, as desconfianças e incógnitas sobre os demais partidos,, não apontam o Norte da próxima polarização.
■ Sem tempo a perder
Diferem das eleições passadas, os candidatos a vereadores não terão mais direito a tempo de rádio (nem TV) e os candidatos a prefeito tiveram seu tempo reduzido. A compensação vira através das redes sociais (que em Propriá- se multiplicou em nove vezes),, onde através de vidros, áudios, imagens e textos (rápidos,  objetivos e lúdicos) quem for mais criativo sairá na frente para atrair os olhares,  ouvidos,  corações e mentes dos propriaense.
■ As chances de cada um
Observando o leque de pré-candidatos prestes a "entrar em campo", os aliados de Paulinho Campos elegeriam três vereadores - o quarto estaria condicionado ao alcance do coeficiente eleitoral, logo, não teriam sobra suficiente para ampliar a bancada. Os grupos liderados pelo prefeito José Américo (PSC), pelo vereador José Aelson (PSD) e o PT chegariam a dois cada. O grupo de Américo teria sobra mas não elegeria a três, enquanto outros disputariam o segundo na sobra - não estando assegurado o segundo.
■ As chances de cada um 2
O grupo da ex-vereadora Lúcia de Vado, do médico Valberto Lima e do DEMO não passariam de um cada.  A sobra não seria suficiente para eleger o segundo vereador. Os demais grupos  não somariam coeficientes eleitorais.
■ Como nuvens
Esse é um prognóstico a partir da atual conjuntura política e baseado na estatura eleitoral dos pré-candidatos, mas precisa ser atualizada quando definidas os grupos e chapas majoritárias - o que começará a se desenhar entre 20 de julho a 5 de agosto, quando serão realizadas as convenções eleitorais.


Fonte: Tribuna da Praia

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