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20 de julho de 2018

Médicos da rede municipal de Aracaju entram em greve

Prefeitura diz que mantém o diálogo com a categoria e que reajuste salarial é inviável no momento.

 Médicos de Aracaju realizam ato no calçadão do Bairro 13 de Julho, Zona Sul da capital (Foto: Mércia Oliva/Sindimed/Divulgação) 
Médicos de Aracaju realizam ato no calçadão do Bairro 13 de Julho, 
Zona Sul da capital (Foto: Mércia Oliva/Sindimed/Divulgação)


Os médicos da rede municipal de saúde de Aracaju entraram em greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira (20). Eles reclamam da falta de negociação por parte da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) e da contratação dos profissionais por pessoa jurídica para a prestação de serviços. 

De acordo com o Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), os médicos que trabalham na rede de urgência e emergência não vão paralisar. Em protesto, eles realizam um ato no calçadão do Bairro 13 de Julho, Zona Sul da capital. 


De acordo com Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), o atendimento na rede de urgência e emergência não vai ser afetado (Foto: Reprodução/TV Sergipe) 
De acordo com Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), o atendimento na rede de urgência e emergência não vai ser afetado (Foto: Reprodução/TV Sergipe)  

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que já se reuniu diversas vezes com o Sindimed este ano para conversar sobre a situação financeira de Aracaju, e que durante todos os encontros foram apresentadas planilhas de gastos com regularização de pagamentos e dívidas com os servidores deixadas pela administração passada. Essas regularizações têm gerado um impacto financeiro, que somados a outros gastos, inviabilizam reajustes neste momento para as categorias que compõem o SUS de Aracaju.

Ainda de acordo com a nota, o cadastro de pessoas jurídicas para prestação de alguns serviços é legal e já está vigor em outros estados do país.


Está é a segunda vez que os médicos entram em greve neste ano. Em junho, eles cobravam reajuste salarial, que conforme a categoria não ocorre há dois anos, além da abertura de um canal de negociação. A paralisação foi encerrada após a Justiça julgar como ilegal.




Fonte: G1

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