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29 de outubro de 2020

Polícia Civil e IML atestam que jovem não foi estuprada em Propriá

 O inquérito policial foi arquivado e não há autores de crime




As investigações conduzidas pela Polícia Civil atestaram que a jovem Emilly Inês Silva Mariano, que morreu no dia 9 de setembro deste ano, em Propriá, cometeu suicídio. O Instituto Médico Legal (IML) realizou exames no corpo dela, que confirmaram que não existiam sinais de estupro e nem a presença de material genético que pudessem indiciar que ela teria sido vítima de crime.

 


De acordo com o delegado Antônio Wellington, as investigações reuniram provas e indícios de que a jovem avisou que iria se matar e que o ex-companheiro seria responsabilizado pela morte dela. Antes do óbito, ela teria dito que tinha sido vítima de estupro e que foi obrigada a ingerir as substâncias letais. No entanto, o procedimento investigativo e exames periciais comprovaram suicídio.

 


Ainda conforme as investigações, o ex-companheiro dela e amigos apresentaram registros de conversas que demonstraram que ela estava transtornada com o término do relacionamento e que fez ameaças de que iria se matar, além de ter citado que colocaria a culpa no ex-companheiro. 

 


O procedimento investigativo e os laudos produzidos pelo IML constataram que não houve estupro e que a jovem se matou. Desse modo, ainda segundo o delegado Antônio Wellington, o inquérito policial foi arquivado.


Fonte: SSP/SE

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